Chocolate para cachorro: Saiba os cuidados

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Se você é o tipo de pessoa que adora compartilhar um pedacinho de chocolate com o seu amigo para lhe fazer um agradinho, você pode estar envenenando o seu cachorro.

A maioria dos donos não sabe que embora o chocolate seja inofensivo para nós, humanos, pros cães ele pode significar a morte.

A quantidade de chocolate que pode ser ingerida depende do tamanho do animal, mas cada indivíduo tem uma resistência diferente, por isso o melhor é afastar ao máximo o seu cão desse alimento. É mais seguro e saudável você comprar chocolates específicos para cachorros, feitos com ingredientes que não afetam sua saúde.

O componente tóxico que afeta o seu cão é chamado teobromina, é facilmente metabolizado pelo organismo humano. Os cães não conseguem eliminar a teobromina rapidamente e acabam intoxicados.

Permitir que seu cão coma uma pequena quantidade de chocolate pode fazê-lo vomitar. Quantidades maiores podem causar tremores musculares, ataques cardíacos e hemorragias internas.
O chocolate branco é o menos perigoso, enquanto os chocolates mais escuros são os piores. Na dúvidanunca dê chocolate para o seu amigo. Existem muitas outras formas de agradá-lo sem correr riscos.

Saiba mais sobre os carrapatos

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Carrapatos no seu cãozinho podem acabar com o seu sossego. Além de o seu cão sentir muita coceira, ele também estará vulnerável a outras doenças que podem surgir depois da hospedagem desses ácaros.

Existem variados tipos de carrapatos, sendo eles:

  • Rhipicephalus sanguineus, mais conhecido como carrapato vermelho do cão. A pequena praga exige três hospedeiros para completar o ciclo (trioxeno) e ao finalizá-lo, o carrapato terá que buscar um novo hospedeiro, ou seja, um novo cãozinho.
  • O carrapato Amblyomma Cajennense ou popularmente conhecido como rodoleiro ou carrapato estrela, é um ácaro que ataca os humanos e animais sendo mais comum o ataque em cavalos. Geralmente é encontrado em florestas com vegetação densa, próximo a riachos ou rios, e em áreas que os animais frequentam. Nos adultos as cores podem ser o marrom ou o bege.

Quando os carrapatos aparecem?

Os carrapatos se alimentam do sangue dos animais e surgem com o aumento das temperaturas, normalmente do início da primavera até o final do verão. Eles são encontrados em áreas urbanas e também em parques. O problema é que eles se proliferam com muita rapidez.

Muitos acham que eles voam ou pulam como as pulgas, no entanto ele chega até seu alvo andando e se agarram na pele do animal.

Em qualquer caso, procure o veterinário para indicar os remédios ideais para o seu bichinho e fique atento.

Cuidados na hora da adoção

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Os pets mais ”maduros” também merecem uma chance! A adoção de um cão é um momento de felicidade para qualquer dono, pois com a sua chegada, toda a família se alegra. Porém, antes de tomar qualquer decisão em relação à adoção de um cão, é necessário avaliar alguns pontos, pois levá-los para casa exigirá muitas responsabilidades, seja elas na saúde, alimentação e atenção.

1. Cuidados básicos

O cão vai precisar manter uma alimentação equilibrada e saudável, assim como uma rotina de visitas ao veterinário, para avaliar se a saúde está em dia. Como os animais vivem muitos anos, é fundamental prever esses pontos no orçamento familiar.

2. Atividades

Todos os pets precisam de atividades frequentes. Passeios, brincadeiras com o dono, brinquedos, há várias formas de estimular o animalzinho fisicamente e mentalmente. É preciso, no entanto, que o dono dedique um tempo para o pet e, com isso, torne o relacionamento ainda mais próximo.

3. Educação

Outro ponto importante é entender que muitos dos comportamentos inadequados que o cão possa apresentar podem ser modificados com o adestramento, usando a técnica correta, muito carinho e persistência. Não é raro ouvir relatos de pessoas que doaram o pet por ele fazer xixi no lugar errado ou destruir os móveis. O suporte de um profissional especializado em comportamento animal é importante nessa etapa.

Adote com amor e responsabilidade, faça um animal feliz!

Como fazer a higienização do seu gato?

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Os gatos passam parte do dia a lamber-se de forma metódica e meticulosa, garantido todos os cuidados de higiene fundamentais a uma vida saudável.

Portanto, o dono deve fundamentalmente preocupar-se com a higiene dos olhos e dos ouvidos para evitar mal-estar ou mesmo a criação de otites.

Além disso, a  higienização de seu gato pode eliminar fios de cabelo mortos, estimular a circulação sanguínea na pele, além de servir como uma ótima oportunidade de proximidade e convivência entre o dono e o bichinho.

Alguma escovas tem a função de remover certas coisas indesejáveis, como:

Escovas emborrachadas: Estas escovas são excelentes para tirar pêlos mortos, e a maioria dos gatos amam;

Escovas que deslizam entre os pelos do gato têm dentes muito finos, montados sobre um suporte arredondado. Estimulam o fluxo sanguíneo para a pele, removem os pelos soltos, e alisa o revestimento de pelos de seu gato.

Existem outros tipos, para diversas funcionalidades e com isso:

Pegue seu gato e comece a escovar: A maioria dos gatos gostam de ser limpo, especialmente se você fizer disto uma experiência positiva. Certifique-se de escolher, para a sessão de higienização, uma área da casa onde seu gato se sente confortável, e preste atenção ao seu humor, especialmente se você vai experimentar novas escovas. Se o seu gato parece chateado ou desconfortável, apenas agrade-o com uma escova macia ou deixe a higienização para outra hora.

Mantenha a saúde do seu gato em dia e em casos mais graves de algo que possa surgir, consulte seu veterinário.

Problemas de visão nos cachorros

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Os olhos dos animais são delicados e podem apresentar irritabilidade por coceira ou em decorrência de algum elemento externo. Os cuidados com a higienização da área e a atenção a qualquer sinal de alteração devem ser frequentes.
Mas quais sinais indicam que cães e gatos estão com algum problema de visão? É possível notar alterações na aparência dos olhos, como excesso de secreção ocular, alteração na cor da secreção ocular, opacificação dos olhos, vermelhidão excessiva na esclera (parte branca dos olhos), além de incômodo e dor, que são demonstrados pelos animais através de fotofobia, piscadelas, tentativas de passar as patinhas nos olhos, raspar os olhos no chão, tapetes e sofás.
Além de iniciar o tratamento adequado ao estado de saúde de seu animal, o tutor também deve adotar algumas mudanças em casa para garantir a locomoção segura e qualidade de vida de cães e gatos que estão com problemas oculares. O ideal é manter os móveis no mesmo lugar em casos de perda de visão aguda ou gradativa, pois contamos com a memória espacial dele a fim de reduzir as possibilidades de impacto, mas medidas como colocar protetores de silicone nas quinas são extremamente válida.
Confira dicas para identificar e tratar corretamente catarata, úlcera de córnea e o glaucoma:

Catarata: Pode ser notada pelo tutor pela opacificação da córnea, nota-se que os olhos vão ficando esbranquiçados e o animal começa a apresentar dificuldade de enxergar. O tratamento é cirúrgico, mas nem toda catarata é passível de cirurgia, por isso é importante uma avaliação completa por um veterinário especialista.

Úlceras de córnea: São extremamente dolorosas, assim é possível observar fotofobia, secreção ocular, tentativas de tocar os olhos. O tratamento é clínico na maioria das vezes com a utilização de colírios e analgésicos, em casos mais extremos pode ser feito também uma manobra cirúrgica.

Glaucoma: Também é uma patologia muito dolorosa, nota-se um aumento do tamanho do olho e na maioria dos casos uma protusão do globo, ou seja, parece que ele vai “saltar” das órbitas. Nesse caso também o tratamento é clínico com colírios, em casos extremos o tratamento também pode ser cirúrgico.

Pixie Bob Longhair

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O nome “Pixiebob” foi dado a raça pela possibilidade de ela se originar do cruzamento de um gato doméstico com um lince americano selvagem (Bobcat). Alguns gatos apresentam polidactilia, característica presente desde a precursora da raça. Esse felino é indicado para pessoas que nunca tiveram um gato, famílias com crianças e famílias ou pessoas com outros animais de estimação.

Este gato, inteligente, leal e afetuoso, pode se mostrar um pouco ciumento, mas geralmente convive bem com outros animais de estimação, conseguindo criar um laço forte e incomum com sua família. A raça é conhecida por sua paciência com crianças, costumando lidar com elas melhor do que a maioria dos felinos.

São do tipo que estão sempre ocupados, mas não costumam ter um comportamento hiperativo. A raça é muito descrita como um gato-chachorro, por serem tão apegada as pessoas e ao mesmo tempo manter sua independência e aceitar bem períodos de solidão. Quando sua família humana está em casa, o Pixiebob costuma exigir bastante atenção, variando de momentos onde quer participar de cada atividade com momentos de calmaria junto das pessoas que tanto ama. A raça se adapta a vida dentro de casa desde que possua espaço suficiente para explorar. Um Pixiebob Longhair deve ser escovado semanalmente para manter sua pelagem sedosa, livre de pelos mortos e reduzir problemas com bolas de pelo.

Problemas comportamentais em cães

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A principal fonte de problemas comportamentais em cães é o isolamento. Nossos amigos não são feitos para viver sozinhos, e isso pode ser um problema bem grave para determinados cães. Quando um cachorro é deixado sozinho por muito tempo, pode sofrer de uma série de emoções negativas: tédio, frustração, ansiedade e tristeza.

A outra causa comum de problemas de comportamento em cães é a falta de socialização. Filhotes de cachorro que não tenham recebido uma socialização precoce, ou seja, que tenham sido apresentados a outras pessoas, animais, e vivenciado novas experiências quando eram bem novinhos, ao crescer,  tendem a lidar com novas situações com medo e insegurança.

Muitos problemas que parecem sem solução podem ser resolvidos. Você tem apenas que ter paciência e tempo, lembrando sempre que a maioria dos problemas dos cães não tem nada haver com eles: são problemas de certa forma provocados por nós, devido à desinformação, acabamos agindo de forma equivocada em muitas circunstâncias.

Shiba Inu

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Cães nativos japoneses são divididos em seis raças. Destes, o menor e provavelmente o mais antigo é o Shiba Inu. Na verdade, existe uma teoria sobre o nome Shiba que ele simplesmente denota pequeno, no entanto, também pode significar mato em referência às árvores brilhantes vermelhas que tão estreitamente alinhados com a pelagem vermelho da raça e os tornando bons caçadores devido a camuflagem. Essas teorias resultaram nos Shibas sendo apelidados de “cão do mato vermelho”.

A origem da raça não é bem definida, mas é claramente do patrimônio Spitz e pode ter sido usado há muito tempo, por volta do ano 300 a.C., como um cão de caça na região central do Japão.
Houveram três tipos principais e cada um foi nomeado a partir da área de origem: o Shinshu Shiba (pela Prefeitura de Nagano), o Mino Shiba (da Prefeitura de Gifu), e o Sanin Shiba (nordeste do continente).
Após a Segunda Guerra Mundial, a raça quase foi extinta e foi ainda mais dizimado pela cinomose em 1952.

Ousado, independente e obstinado, o Shiba é cheio de auto-confiança. É uma raça que vive ao ar livre, ainda que calmo dentro de casa se fizer exercícios diários. Pode perseguir pequenos animais além de ser uma raça rústica, pronta para a aventura. Alguns tendem a ser obstinado e dominante, zelando pelo seu território e estando sempre alerta. Costuma ser reservado com estranhos, tais características que fazem deste um excelente cão de guarda.
O Shiba Inu precisa praticar exercícios diariamente, seja na forma de uma brincadeira desgastante no quintal, uma longa caminhada ou uma boa corrida em uma área segura. Geralmente se sente melhor quando autorizados à dividir seu tempo entre o dentro e fora da casa.

Cuidados no verão

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Com a chegada do verão, as temperaturas estão subindo e com elas, aumentam nossas preocupações com o bem-estar dos animais domésticos. Assim como as pessoas, os bichinhos de estimação também precisam se adaptar ao calor e a umidade e pequenas alterações na rotina garantem a saúde de cães e gatos. A hipertermia, infestações de ectoparasitas, picadas de mosquitos e pernilongos, viroses e doenças de pele são alguns dos problemas que acometem os animais nesse período.

Os cães não transpiram como nós, ou seja, sua respiração é a única forma de controlar o processo de refrigeração e manutenção da temperatura corpórea ideal. Por isso, quando submetidos a calor intenso ou situações de estresse, os cães podem não ter condições de perder calor e entram num processo conhecido como hipertermia. O primeiro sinal notado de resfriamento é quando o animal se mostra muito ofegante. No quadro de hipertermia a temperatura corporal pode atingir até 42º C, provocando vômitos, coagulação intravascular disseminada, edemas pulmonares, paradas cardíacas e até mesmo chegar ao estado de coma.

Durante o verão, também é mais comum à proliferação de pulgas e infestação por carrapatos. Nesse período os banhos devem ser menos frequentes, pois diminuem o período de ação da maioria dos produtos usados no controle dos ectoparasitas. É ideal também manter a pelagem do animal curta, pois ajuda na visualização dos possíveis parasitas. Outro problema enfrentado pelos cães são as picadas de insetos que, além de provocar incomodo, podem transmitir doenças como a leishmaniose e dirofilariose. O câncer de pele costuma ser outra preocupação. Cães e gatos que têm a pele muito clara – ou rosada – quando submetidos à exposição do sol, também podem desenvolver sarcoma, que geralmente ocorre nas áreas sem pelo.

Ao serem observados estes e mais sintomas, procure seu médico veterinário, pois é o melhor a se fazer para cuidar da saúde do seu animal de estimação.

Exótico

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São gatos extremamente dóceis, indicados para toda a família, além de bonitos, vistosos e claro, exóticos. Esta raça foi planejada pelo homens com o objetivo de criar um animal dócil, de bom temperamento e que fosse tão bonito quanto os Persas. Na década de 60, o Exótico existia em programas de criação que fossem destinados a obter um Persa de pelo curto e então, a raça só foi reconhecida a partir de 1967 na América e em 1971, na Europa.

Entre as suas principais características estão a cabeça redonda e maciça, orelhas pequenas e arredondadas, olhos grandes, redondos e brilhantes, além de um corpo médio a grande, robusto, compacto e forte. Seu temperamento é parecido com a raça Persa, carinhoso e apegado ao dono, porém, é mais extrovertido e alegre, provavelmente uma herança do American e do British Short Hair, sendo de pelo curto.

É calmo, praticamente não mia, muito doce, pacífico e leal. O macho normalmente é mais afetuoso do que a fêmea e sua maturidade costuma ser mais tardia que outras raças e costuma ser um excelente caçador.

 

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