Problemas de visão nos cachorros

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Os olhos dos animais são delicados e podem apresentar irritabilidade por coceira ou em decorrência de algum elemento externo. Os cuidados com a higienização da área e a atenção a qualquer sinal de alteração devem ser frequentes.
Mas quais sinais indicam que cães e gatos estão com algum problema de visão? É possível notar alterações na aparência dos olhos, como excesso de secreção ocular, alteração na cor da secreção ocular, opacificação dos olhos, vermelhidão excessiva na esclera (parte branca dos olhos), além de incômodo e dor, que são demonstrados pelos animais através de fotofobia, piscadelas, tentativas de passar as patinhas nos olhos, raspar os olhos no chão, tapetes e sofás.
Além de iniciar o tratamento adequado ao estado de saúde de seu animal, o tutor também deve adotar algumas mudanças em casa para garantir a locomoção segura e qualidade de vida de cães e gatos que estão com problemas oculares. O ideal é manter os móveis no mesmo lugar em casos de perda de visão aguda ou gradativa, pois contamos com a memória espacial dele a fim de reduzir as possibilidades de impacto, mas medidas como colocar protetores de silicone nas quinas são extremamente válida.
Confira dicas para identificar e tratar corretamente catarata, úlcera de córnea e o glaucoma:

Catarata: Pode ser notada pelo tutor pela opacificação da córnea, nota-se que os olhos vão ficando esbranquiçados e o animal começa a apresentar dificuldade de enxergar. O tratamento é cirúrgico, mas nem toda catarata é passível de cirurgia, por isso é importante uma avaliação completa por um veterinário especialista.

Úlceras de córnea: São extremamente dolorosas, assim é possível observar fotofobia, secreção ocular, tentativas de tocar os olhos. O tratamento é clínico na maioria das vezes com a utilização de colírios e analgésicos, em casos mais extremos pode ser feito também uma manobra cirúrgica.

Glaucoma: Também é uma patologia muito dolorosa, nota-se um aumento do tamanho do olho e na maioria dos casos uma protusão do globo, ou seja, parece que ele vai “saltar” das órbitas. Nesse caso também o tratamento é clínico com colírios, em casos extremos o tratamento também pode ser cirúrgico.

Pixie Bob Longhair

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O nome “Pixiebob” foi dado a raça pela possibilidade de ela se originar do cruzamento de um gato doméstico com um lince americano selvagem (Bobcat). Alguns gatos apresentam polidactilia, característica presente desde a precursora da raça. Esse felino é indicado para pessoas que nunca tiveram um gato, famílias com crianças e famílias ou pessoas com outros animais de estimação.

Este gato, inteligente, leal e afetuoso, pode se mostrar um pouco ciumento, mas geralmente convive bem com outros animais de estimação, conseguindo criar um laço forte e incomum com sua família. A raça é conhecida por sua paciência com crianças, costumando lidar com elas melhor do que a maioria dos felinos.

São do tipo que estão sempre ocupados, mas não costumam ter um comportamento hiperativo. A raça é muito descrita como um gato-chachorro, por serem tão apegada as pessoas e ao mesmo tempo manter sua independência e aceitar bem períodos de solidão. Quando sua família humana está em casa, o Pixiebob costuma exigir bastante atenção, variando de momentos onde quer participar de cada atividade com momentos de calmaria junto das pessoas que tanto ama. A raça se adapta a vida dentro de casa desde que possua espaço suficiente para explorar. Um Pixiebob Longhair deve ser escovado semanalmente para manter sua pelagem sedosa, livre de pelos mortos e reduzir problemas com bolas de pelo.

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