Nebelung

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Quando falamos de um gato da raça Nebelung, a palavra de ordem é uma longa cauda, pescoço longo e gracioso, além de pernas longas e pelagem longa. Seus olhos são levemente ovais com uma cor verde vívido ou às vezes em tons de verde amarelo. Possui grandes orelhas pontudas que ficam sobre uma forma de cunha em sua cabeça, costuma ter um aspecto mais pontudo do que arredondado com relação a gatos de outras raças.

Os gatos da raça Nebelung são gatos muito alegres, brincalhões, carinhosos, bem-humorados e inteligentes. Sua personalidade muitas vezes não reflete o nível de inteligência que este felino possui. Apesar de ser um gato muito ativo vive bem em interiores. Os Nebelungs preferem os membros de suas famílias a estranhos. Procuram sempre se relacionar com quem lhes dá carinho, e como retribuição são muito amorosos e dedicados pela sua vida toda. É um gato que aceita viver em uma casa com várias pessoas ou outros gatos.

Os gatos desta raça são bastante comunicativos, vale lembrar que ele muitas vezes tentará conversar com você, mas você não irá entender. Muitas vezes o gato desta raça exige muitos cuidados, como limpeza de areia e tipos de alimentos. Muitos donos de gatos Nebelung dizem que às vezes eles possuem comportamentos de cães, e às vezes por ser extremamente leal ao seu proprietário e a sua própria família. Gosta muito de ficar assistindo TV junto da família, ser acariciado e segue a sua pessoa favorita com devoção estando sempre atrás dela. Este é um gato que gosta muito de rotinas e poderá exigir um pouco mais de seu tempo para que ele possa se ajustar as mudanças em ambiente doméstico. É importante realizar uma socialização com o felino para que ele possa se tornar um gato o mais adaptável possível.

Além das características listadas, esta raça de gato é uma das mais ativas existentes entre todas as raças de gato. Gostam de brincar muito e de atividades de exploração, vale ainda destacar seu caráter muito carinhoso e a inteligência que eles possuem. São gatos de caráter muito caprichosos e não são recomendados para lares com crianças muito pequenas já que podem entrar em conflito com elas. Apesar disto, acima de tudo é um gato muito sociável que se dá muito bem com pessoas jovens, como os adultos e também outros animais até mesmo de espécies diferenciadas.

 

Malamute do Alasca

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Como a maioria dos cães da família spitz, o Malamute do Alasca evoluiu nas regiões árticas, moldados pelas condições climáticas adversas. Sua origem é desconhecida, mas ela foi descrita pela primeira vez por viver entre os nativos inuit conhecidos como os Mahlemuts, que viviam ao longo de Norton na costa noroeste do Alasca.

O Malamute do Alasca é uma raça poderosa, independente, de temperamento forte e adora divertir-se. Os cães dessa raça adoram correr e passear. Além de serem muito apegados a família. Se fizer exercícios diários, será é bem-educado em casa. Porém, sem exercícios adequado, poderá tornar-se frustrado e destrutivo. Muito amigável e sociável para com as pessoas. Alguns podem ser dominantes e alguns podem cavar e uivar no quintal.

O Malamute do Alasca ama tempo frio. É uma raça que pode correr por milhas e possui necessidades de ter exercício uma quantidade razoável de exercícios todos os dias, seja na forma de uma longa caminhada na coleira ou a oportunidade de correr ou caçar. É melhor mantê-lo dentro de casa durante o tempo quente. Seus pelos precisam escovação uma ou duas vezes por semana, com mais frequência quando estiver trocando-nos.

Mastiff Inglês

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Apesar de seu tamanho gigante, o Mastiff tem um temperamento especial.
Mesmo tendo sido desenvolvido e selecionado para cumprir a função de guarda, o bom Mastiff deve ser um cão calmo, seguro e bastante ligado à família e pessoas de seu convívio.

Não devem demonstrar comportamentos agressivos quer com humanos ou outros animais (inclusive outros cachorros). A despeito do seu tamanho, são excelentes companheiros para as crianças com as quais têm bastante paciência inclusive com aquelas brincadeiras mais ‘violentas’.

Como cães de guarda são excelentes e atuam com muita segurança e eficiência. Tem um estilo de guarda bastante peculiar, preferindo, em casos de necessidade, encurralar a ‘vítima’ deixando-a imobilizada e só irá mordê-la em último caso.

Talvez até em função do seu tamanho, são cães de baixa atividade e que latem pouco, assim, diz-se que quando um Mastiff late, é porque de fato merece atenção. Apesar de serem cães considerados ‘tranquilos’, o Mastiff precisa de exercícios para que não desenvolva problemas como o excesso de peso.

O filhote:

Na escolha de um filhote, o futuro proprietário deve dar sempre preferência aos que não sejam nem excessivamente arredios nem agitados ou festeiros demais. O equilíbrio da raça é fundamental e pode ser notado mesmo num filhote.

Outro cuidado especial é quanto à alimentação. Os Mastiffs são cães de crescimento rápido e por isso a alimentação deve ser a melhor possível durante o primeiro ano de vida, com altos índices de proteína e cálcio.

Da mesma maneira deve-se tomar cuidado redobrado com o tipo de piso no qual viverá o filhote. Pisos lisos e/ou escorregadios podem provocar lesões ósseas e/ou musculares que podem prejudicar a movimentação e qualidade de vida do cão.

Outra recomendação importante é quanto ao volume/intensidade de exercícios. Deve-se tomar especial cuidado e não extenuar o filhote. Exercícios regulares são mais recomendados do que ‘maratonas’ que podem levar ao desenvolvimento de problemas de articulação.

Heterocromia em gatos.

Heterocromia Post
Existe algo mágico no olhar de um gato. É penetrante, é sincero, é cheio de significados e, aparentemente, segredos que nunca vamos descobrir. Alguns chegam a ser até hipnotizantes, com cores diferentes que parecem pinceladas à mão: são os olhos com heterocromia.

A heterocromia é responsável por uma diferença na coloração da íris, que pode ser total (um olho de cada cor), setorial (mesclas de uma cor diferente) ou central (cor ao redor da íris diferente da cor mais distante).

Em gatos, a causa mais comum são os genes de máscara branca total ou genes de manchas brancas(pelo totalmente branco ou com partes brancas). Nesse caso, a heterocromia é causada durante o desenvolvimento do gatinho pela falta de melanina em um dos olhos ou região do olho. Por esse motivo, é raro gatos sem pelos brancos ou sem machas brancas terem heterocromia.

A maioria dos gatos nasce com olhos claros de uma cor só, que vai mudando conforme o gato cresce. Isso é completamente normal, tanto mudando para olhos de mesma cor quanto para olhos ímpares. O que não é normal é quando a mudança de cor começa a aparecer em um gato adulto. Nesse caso, a heterocromia pode ser causada por ferimentos ou doenças e deve ser investigada por um veterinário.

Schnauzer Miniatura

Origem e história da raça

O menor e mais popular dos schnauzers, o Schnauzer Miniatura foi desenvolvido no final do século de 1800 para ser um pequeno cão de fazendas e caçador de ratos na Alemanha. Na verdade, o Schnauzer Miniatura é o único terrier que não se originou nas Ilhas Britânicas. Ele deriva do cruzamento do Schnauzer Standard com o Affenpinscher (e possivelmente o poodle). Todos os schnauzers ganharam esse nome por causa de um cachorro chamado Schnauzer, que foi exibido em 1879. Um nome apropriado, já que schnauzer quer dizer “barba curta”. O Schnauzer Miniatura foi apresentado como uma raça separada do Schnauzer Standard em 1899 na Alemanha, embora apenas em 1933 o AKC tenha dividido o standard e o miniatura em raças separadas. O miniatura é o único schnauzer a permanecer no grupo terrier na América. Na Inglaterra ele compartilha o grupo dos utilitários com outros schnauzers. O Schnauzer Miniatura chegou à América bem depois dos seus colegas standard e gigante, mas nos anos seguintes à Segunda Guerra Mundial ele os ultrapassou em popularidade e acabou se tornando a terceira raça mais popular da América, por um tempo. Ele continua a ser um eterno favorito, um cão de estimação com jeito inteligente e sempre alerta e um cão de exposição muito competitivo.

Temperamento do Schnauzer

O Schnauzer Miniatura merece seu lugar como um dos terriers domésticos mais populares. Ele é brincalhão, curioso, alerta, corajoso e sociável. Ele se comporta muito bem dentro de casa e adora fazer parte de todas as atividades. Ele é menos dominador que a maioria dos schnauzers maiores. Ele também se dá melhor com outros animais do que a maioria dos terriers, embora ele tenha grande prazer em correr atrás deles. Ele é inteligente e pode ser teimoso, mas responde bem aos comandos. Ele adora crianças. Alguns podem latir bastante.

Como cuidar de um Schnauzer

Essa raça cheia de energia fica satisfeita com passeios moderados com coleira ou uma boa brincadeira no quintal. Ele precisa dividir sua vida com a família dentro de casa. Seu pelo áspero precisa ser penteado uma ou duas vezes por semana, além da tosa a
cada dois meses.

Saúde do Schnauzer

Principais Preocupações: urolitíase, Atrofia Progressiva da Retina
Preocupações Menores: dermatite folicular, ectasia esofágica, vWD
Vistos Ocasionalmente: estenose pulmonar, Doença De Legg-Perthes, catarata
Exames Sugeridos: olhos, exame de DNA para vWD, (cardíacos)
Expectativa de Vida: 12-14 anos

Preço do Schnauzer

Saiba quanto custa um filhote de Schnauzer. O valor do Schnauzer depende da qualidade dos pais, avós e bisavós da ninhada (se são campeões nacionais, internacionais etc).

Fonte: Tudo Sobre Cachorros

Raça: American Bobtail Longhair

O American Bobtail existe na variação Longhair e na variação Shorthair, que são idênticas com exceção do tamanho de sua pelagem. Este gato parece mais um pequeno Lince selvagem, tendo como um dos aspectos mais marcantes sua cauda curta, proveniente de uma mutação genética dominante. Essa raça é proveniente de um desenvolvimento natural, inicialmente.

Um American Bobtail Longhair é um gato de companhia, apreciando muito a presença de pessoas, a quem costuma ser leal e apegado, odiando a solidão. Paciente, costuma conviver bem com outros gatos e até aceita dividir seu espaço com cachorros e crianças pequenas. Famílias com crianças e pessoas que nunca tiveram gatos são ótimas opções para um American Bobtail, desde que esse bichano não passe tempo demais sozinho.

Origem

Como seu nome sugere, a raça é uma das várias a surgir nos Estados Unidos, sendo considerado raro fora de seu país de origem. O American Bobtail surgiu em meados da década de 1960, um casal em férias no Arizona encontrou um gato de aspecto selvagem e cauda curta e decidiu adotá-lo. O casal se chamava Sanders e deram ao gato o nome de Yodie. Yodie foi cruzado com uma siamesa e partir daí surgiu o American Bobtail. Acredita-se que a raça tenha como ancestrais o Manx e o Bobtail Japonês, mas isso nunca foi confirmado. Outra crença é sua relação com o Lince Americano (Bobcat), o que é geneticamente impossível.

Inicialmente, o American Bobtail existia apenas na versão Shorthair, mas introdução da raça Persa Colourpoint – ou Himalaio – originou-se o American Bobtail Longhair. Vários criadores pelos Estados Unidos trabalharam no desenvolvimento desse gato. A raça American Bobtail Longhair tem seu padrão aceito pela associação americana TICA desde 1989. Já seu registro na CFA foi oficializado apenas nos anos 2000.

Comportamento

Gatos American Bobtail são incrivelmente dóceis, apegado às pessoas e carinhosos, não aceitando muito bem a ideia de ficarem sozinhos por longos períodos de tempo. A relação da raça com outros gatos é boa e no geral aceita a presença de cães, como é paciente a relação com crianças é boa, mesmo com as mais novas que são mais descuidadas. Um American Bobtail geralmente vai iniciar brincadeiras com seus donos e possui grande capacidade de escapar das situações mais complicadas.

O gato American Bobtail Longhair possui também um lado ativo e inteligente, gostando de espaço para brincadeiras e se aventurar em caçadas, atividade que adora e que desempenha muito bem. Quando estimulados, costumam ser mais vocais, mas no geral não é uma raça de miados. Por ser muito sociável, é um felino que costuma se apegar a família inteira e não formar laços apenas com uma, alterando momentos de diversão com momentos em que conforta seu humano. Leal e podendo aprender truques como pegar e levar objetos para seu dono, o American Bobtail pode ser comparado com um gato-cachorro.

Aspecto

Esse gato pode pesar entre 3 e 9 quilos, devendo o peso ser por sua constituição robusta e não por estar acima do peso, seu porte é de médio para grande. Corpo é pesado de boa estrutura óssea e muscular, do tipo semi-cobby para cobby, ou seja, com aspecto geral atarracado. Seu rosto largo apresenta contornos arredondados, o focinho é praticamente tão largo quanto comprido, já seu nariz largo apresenta uma leve curvatura na região dos olhos. As orelhas são medianas, inseridas bastante afastadas e em estado de alerta, sua base é larga e suas pontas arredondadas, sendo desejados pelos do tipo Lince. Seus olhos são ovais, amendoados e grandes, com cor que varia de acordo com a pelagem, possuindo um olhar inteligente e alerta.

Sua pelagem na versão Longhair é semi-longa, dupla e densa, apresentando bastante subpelo, sendo maior na cauda e pescoço, geralmente meio áspero ao toque. Seu pelo é também resistente a baixas temperaturas e no contato com água. Todas as cores e padrões são aceitos para gatos American Bobtail Longhair, mas é preferível que o felino apresente cores que lhe dão um ar mais selvagem. As patas são medias, sendo as traseiras maiores do que as dianteiras, os pés são grandes e apresentam pelos interdigitais no gato de pelagem semilonga. A cauda curta – possui de 1/3 a ½ do tamanho de cauda de um gato normal – e com pelagem farta desse gato fica enrolada sobre seu dorso, sendo uma característica bastante marcante. A raça atinge sua maturidade entre os 2 e 3 anos.

Cuidados específicos

Mesmo na variação de pelagem semi-longa, o American Bobtail é um gato de manutenção fácil que exige apenas escovação semanal para a remoção de pelos mortos.

Saúde

No geral um gato da raça American Bobtail Longhair é forte e saudável, pois é resultante de desenvolvimento natural. Ainda assim alguns exemplares podem nascer sem cauda, o que leva a problemas de saúde devido sua espinha muito curta.

Fonte: CachorroGato

Cães Bagunceiros – Como lidar com um pet destruidor

Cães bagunceiros são amigos indiscutivelmente divertidos na hora de brincar mas, para quem convive diariamente com um pet muito agitado, a animação constante pode trazer questões complicadas, e mesmo a realização das tarefas mais simples do dia-a-dia pode se tornar uma missão quase impossível.

Não é incomum que os donos de cães bagunceiros cheguem em casa e se deparem com um cenário de guerra; objetos espalhados pelo chão, roupas reviradas e sapatos comidos estão entre as traquinagens mais comuns dos pets caninos – que pulam, correm, latem e ficam elétricos por certo tempo a cada vez que a campainha da casa toca ou uma visita aparece.

Todos estes comportamentos podem parecer fofos e engraçadinhos em desenhos e vídeos da internet, no entanto, essa animação pode ter motivações relacionadas a diferentes fatores – que podem tanto exigir um adestramento mais focado como tratamentos específicos para diferentes síndromes caninas.

m boa parte das vezes, as bagunças de um pet podem ser feitas pelo simples fato de ele querer brincar ou chamar a atenção, e há uma série de técnicas simples para amenizar a agitação do cão e determinar limites para ele. Mas há também casos de hiperatividade, ansiedade da separação e obsessões, que podem causar um comportamento destrutivo por parte do animal e necessitar de tratamentos que podem incluir medicamentos variados.

Neste artigo, você conhece um pouco mais sobre as técnicas para lidar com cachorros muito bagunceiros e acalmá-los, além de ficar por dentro dos principais sinais que podem indicar uma condição especial por trás da agitação do seu pet.

Como lidar com cães bagunceiros

Embora seja muito gostoso chegar em casa e ser recebido por um cão feliz e animado em lhe ver, nem só de festa é feita a vida de quem tem um pet canino que gosta de bagunçar a casa, e os problemas começam, justamente, quando a agitação do animal ultrapassa (e muito) a alegria pontual de encontrar com seu dono.

Andando por todos os cantos da casa, pulando, correndo e, consequentemente, tendo efeito em tudo que se passa a sua volta, os cães muito agitados podem impedir que ações simples e cotidianas – como assistir televisão tranquilamente, estender as roupas no varal e limpar a casa, por exemplo – sejam muito dificultadas, já que não há espaço onde o cão não apareça e imponha sua presença querendo atenção.

Enquanto os pets mais calmos precisam de apenas alguns minutinhos de brincadeiras para que o comportamento agitado seja amenizado, os mais ativos parecem ter uma pilha infinita, e que precisa ser gasta. Muitos dos donos de cães com esse tipo de personalidade acabam recorrendo ao confinamento do animal em algum ambiente da casa para poderem ter algum tempo de sossego; no entanto, o que é usado como solução, na maioria das vezes, intensifica o problema – já que, quanto mais os cachorros ficam presos, mais vontade eles têm de sair de onde estão, correr e brincar.

Para evitar a continuidade desse tipo de comportamento, as técnicas mais básicas de adestramento devem ser postas em prática logo de cara, pois, embora a animação seja grande, os cães são muito inteligentes, e costumam responder rápido a treinamentos quando estes são administrados da maneira correta.

A velha técnica de recompensar o animal quando ele obedece a um comando e dar uma bronca quando ele não é obediente ainda é a mais simples e eficiente, e pode ser realizada com a ajuda de produtos disponíveis no mercado pet. Loções e sprays próprios para o adestramento de cães (que soltam um gosto amargo na boca do animal, dando uma sensação ruim) podem ser encontrados facilmente em pet shops, e funcionam bem como maneira reprimir as desobediências caninas, contudo, sempre consulte um veterinário antes de fazer uso de qualquer tipo de produto no seu pet.

O importante para que o cão processe a informação é que seu dono deixe bem claro quais são os tipos de comportamento corretos e os equivocados. Para recompensar as ações positivas do pet, muito carinho, afagos, palavras de incentivo e petiscos dão conta do recado; enquanto as bagunças são tratadas com broncas (verbais, em tom grave; NUNCA físicas), acessórios próprios (como os sprays descritos anteriormente) ou algum tipo de som.

Como têm o ouvido muito mais sensível que o dos humanos, os cães costumam responder bem a estímulos sonoros como forma de repreensão e, em alguns casos, até as antigas e populares “biribinhas” podem ajudar nesse processo, quando estouradas ao lado do pet em resposta ao mal comportamento. Vale lembrar que esse tipo de “punição” só deve ser feito com o uso artifícios leves e em cães pouco medrosos, já que sons mais altos podem prejudicar a audição dos animais e os pets mais assustados. Lembre-se, também neste item, de consultar o seu veterinário acerca deste tipo de forma de repreensão.

Além disso, investir na compra de brinquedos interativos pode ser uma boa opção; já que este tipo de atividade pode entreter um cão por horas e ser um ótimo meio de gastar bastante energia.

Manter uma rotina de atividades físicas para o cachorro é outro fator extremamente relevante para diminuir os níveis de agitação dos cães e, além das brincadeiras usuais em casa, caminhadas e corridas por parques e outros locais abertos também são indicados como forma de acalmar os ânimos caninos. A contratação de um adestrador especializado não fica de fora das possíveis soluções, e pode ajudar a acelerar o processo de aprendizado e melhoria do comportamento do pet.

Para os que ainda vão adotar ou comprar um pet canino e desejam evitar a exigência de qualquer uma dessas medidas, a prevenção da bagunça deve começar antes de levar o animal para casa: na hora da escolha da raça do seu cãozinho de estimação.

A maioria das raças de cães tem características e personalidades bem definidas, assim como seus níveis de energia; portanto, quem deseja ter um animalzinho em casa deve optar por um filhote que tenha uma “média de animação” mais próxima da sua (ou menor), já que os cachorros muito agitados que vivem com pessoas desanimadas podem – além de precisar de adestramento – ficar doentes em função do sentimento de pouca atenção que recebem de seus donos.

Diagnóstico da bagunça canina

Quando todo tipo de treinamento, bronca e passeio não adiantam, é hora de investigar o que se passa com o cão bagunceiro e, para isso, a consulta do pet com um médico veterinário é a única solução. Podendo passar por apenas mais um cachorro muito animado, o pet com hiperatividade não pode ser controlado e ensinado com a mesma facilidade dos demais, já que a agitação e falta de concentração são tão grandes que até adestradores podem ter dificuldade em dar os comandos mais básicos.

É comum que os proprietários de cães com hiperatividade creiam que a agitação fora do normal de seus pets existe por ainda serem filhotes ou não adestrados. No entanto, esse quadro não melhora ao longo dos anos, e é só quando se aproximam da fase adulta que a maioria dos animais hiperativos é notada como tal.

Comportamentos agressivos, automutilação, destrução de obejtos e móveis da casa e correr constantemente em círculos são sinais bastante característicos do comportamento de cães que se encaixam no perfil e – assim como nos casos dos cães mais agitados mas não hiperativos – os exercícios também estão entre as principais indicações para baixar o nível de agitação do animal.

Podendo ter diversas possibilidades de causa (como fatores genéticos e até hormonais – incluindo o hipertiroidismo, por exemplo), a hiperatividade em cães só pode ser diagnosticada por um profissional, que precisará realizar exames clínicos – e, em boa parte dos casos, laboratoriais – para definir o problema com certeza.

Relativamente comum, o quadro já conta, inclusive, com exames específicos para o seu diagnóstico, que incluem a administração de medicamentos ao pet e a observação de seu comportamento em um ambiente preparado. Constatada a hiperatividade canina, caberá ao médico veterinário definir as melhores formas de tratamento, que são elaboradas de acordo com o grau e a quantidade de sintomas apresentadas pelo animal.

A administração de remédios homeopáticos (como os famosos florais de Bach) está entre as principais indicações nestes casos, e seus resultados tem sido bastante satisfatórios em tratamentos do tipo. A acupuntura para cachorros também pode ser uma boa maneira de ajudar o pet a se acalmar, além de também poder ser indicada como um complemento no processo do controle da hiperatividade canina.

Medicamentos alopáticos também podem ser prescritos para casos mais graves – como quando o animal pratica a automutilação – e, assim como todos os tipos de medicação, só podem ser dados aos pets com a recomendação de um profissional, pois, por serem muito agressivos, podem causar malefícios aos cães quando administrados sem necessidade ou de maneira incorreta.

Fonte: CachorroGato

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