Afinal de contas, gato bebe leite?

Quando o assunto é alimentação para filhotes de gato, provavelmente um dos pontos mais discutidos é se gato bebe leite e se isso pode fazer mal a ele.

Todos nós sabemos que o gato bebe leite da sua mãe quando filhote, como acontece com todos os mamíferos, contudo, o que não é de conhecimento de muitos (e que pode gerar grandes problemas à saúde do bichano), é que grande parte dos gatos adquire intolerância à lactose após o seu desmame, fazendo com que o leite se torne um inimigo em potencial ao seu bem-estar.

Sintomas como diarreia e vômitos poderão acontecer caso o seu bichano, intolerante à lactose, consuma leite, e estes fatores podem causar uma séria desnutrição.

A intolerância à lactose acontece pois, conforme o seu crescimento, o felino diminui consideravelmente a produção da enzima necessária para digerir a lactose, ocasionando um acúmulo da substância no organismo e causando o mal estar.

Percebendo vômito ou diarreia no seu bichano não hesite em buscar o seu médico veterinário de confiança, uma vez que, como já dissemos, estes dois comportamentos podem acabar gerando uma desnutrição.

O meu gato toma leite e não passa mal, e agora?

Se o seu gato bebe leite e não passa mal por isso depois, significa que ele faz parte da minoria de bichanos que não adquiriram intolerância à lactose, portanto, o leite não fará mal a ele. Especialistas em saúde animal, entretanto, alertam que não faz sentido dar leite para os gatinhos, justamente por não se tratar de um alimento que não é necessário ao organismo dos felinos que já desmamaram.

Se a intenção for agradar, procure substituir o leite pela ração úmida, por exemplo, que é rica em nutrientes benéficos aos bichanos e formulada em sabores especiais para agradarem ao paladar dos gatos. Aqui, porém, é válido nos lembrarmos de uma coisa: ração úmida não pode substituir a ração seca! Ela é apenas um complemento à alimentação e deve ser dada como petisco e sem excessos.

Tenho um filhote de gatinho que perdeu a mãe, posso dar leite de vaca a ele?

Não é recomendado. As vacas são animais herbívoros, enquanto os gatos são carnívoros, o que faz com que os nutrientes do leite da vaca sejam diferentes das necessidades de nutrientes dos gatinhos. Um filhote de gato provavelmente ainda não terá a intolerância à lactose, contudo, não faz sentido alimentá-lo com um leite que não atende às suas necessidades, certo?

Como alimentar meu filhote de gato que perdeu a mãe?

Uma vez que vimos que o leite de vaca não é a melhor opção, especialistas trabalharam em formular os leites especiais para situações onde filhotes de gato não possam se alimentar direto de suas mães. O mercado pet disponibiliza, atualmente, diversas opções de leites especiais, disponíveis em todas as melhores pet-shops. Não se esqueça de consultar o seu médico veterinário de confiança e perguntar qual leite ele considera melhor para as necessidades do seu pequeno bichano.

E quanto à comida caseira? Posso dar para os meus gatinhos?

Jamais alimente seus pets, sejam eles gatos ou cachorros, com a mesma comida que você e sua família comem. Não falamos sobre o leite de vaca não ser ideal para os gatinhos? Pois bem, o mesmo vale para a nossa comida. Cada espécie possui seus próprios gostos e necessidades, e nem sempre o que faz bem à uma espécie também fará bem à outra.

Os temperos da nossa comida podem ser extremamente maléficos à saúde dos nossos pets, por isso, se você pretende colocar comida caseira na dieta do seu bichano, consulte um médico veterinário sobre que tipo de comida dar e de que forma prepara-la. Vale lembrar que o mercado pet conta com cada vez mais opções diferentes de alimentos especiais para os nossos bichinhos, sendo possível formularmos uma dieta rica, balanceada e bastante diversificada apenas com alimentos produzidos especialmente para eles. Portanto, bom senso e responsabilidade são as palavras de ordem! Nunca deixe de consultar seu veterinário antes de acrescentar um novo alimento à dieta do seu bichano.

Fonte: CachorroGato

Raça Bichon Frisé

O Bichon Frisé pode ser facilmente confundido com o Poodle por muitas pessoas. Porém, além de ter menos facilidade de aprendizado, ele tem um temperamento diferente.

Origem e história da raça

O Bichon Frisé tem origem no Mediterrâneo, nascido do cruzamento entre o Barbet (um cão da água maior) e cães pequenos e de colo. Os cruzamentos acabaram gerando uma família de cachorros conhecidos como Barbichons, nome mais tarde reduzido para Bichons. Os Bichons foram divididos em quatro tipos: o Bichon Maltês, Bolonhês, Havanês e o Teneriffe. O Teneriffe, que depois se tornou o Bichon Brise, se desenvolveu na Ilha Canária de Teneriffe, provavelmente levado por marinheiros espanhóis em tempos antigos. No século 14, navegadores italianos trouxeram alguns espécimes para a Europa onde logo se tornaram os bichos de estimação preferidos da classe alta. Após uma série de invasões francesas na Itália em 1500, os cachorrinhos foram adotados pela França. Eles foram os animais de estimação especiais de Francisco I e Henrique III. Eles também ficaram populares na Espanha, mas por algum motivo a popularidade da raça caiu na Europa. Houve um breve renascimento durante o reinado de Napoleão III no começo do século 19, mas novamente a raça deixou de ser apreciada. Isso iniciou um novo capítulo na história do Bichon, pois ele deixou de ser um favorito da corte e virou um cão de rua comum. O Bichon sobreviveu por sua habilidade em fazer truques. Ele se juntou com vendedores ambulantes e passou a entreter pedestres. Com a Primeira Guerra Mundial, os cachorrinhos foram quase extintos. Alguns cachorros foram levados pra casa pelos soldados, mas não houve nenhum esforço para salvar a raça até que alguns criadores franceses se dedicassem a salvá-los. Em 1933, o nome oficial passou a ser Bichon a Poil Frise (Bichon do Pelo Enrolado). A raça foi ameaçada de novo, dessa vez pela Segunda Guerra Mundial, e foi só após sua chegada à América nos anos 50 que seu futuro se tornou seguro. E mesmo assim, o Bichon Frisé não se popularizou até receber um novo corte e uma maior divulgação nos anos 60. A raça de repente entrou na moda e foi reconhecida pelo AKC em 1971.

Temperamento do Bichon Frisé

Alegre, saltitante e brincalhão, o jeito alegre do Bichon Frisé o tornou amado por todas as pessoas. Ele é sociável com estranhos e com outros cães e animais de estimação, e se dá muito bem com crianças. Ele é sensível, atencioso, afetuoso e gosta tanto de carinho como de brincadeiras. Ele pode latir bastante.

Como cuidar de um Bichon Frisé

Apesar de pequeno, o Bichon é um cachorro ativo e precisa de exercícios diários. Ele se satisfaz com brincadeiras dentro de casa ou, melhor ainda, brincando no quintal ou passeando na coleira. Seu pelo branco precisa ser escovado e penteado a cada dois dias, além de tosar e acertar o corte a cada dois meses. Ele não solta pelos, mas os pelos longos podem se enroscar. Pode ser difícil manter seus pelos brancos em alguns locais. Esse cachorro não deve viver ao ar livre.

Saúde do Bichon Frisé

Principais Preocupações: luxação da patela
Preocupações Menores: perda de dentes, catarata
Vistos Ocasional emente: nada
Exames Sugeridos: joelhos, olhos
Expectativa de vida: 12-15 anos

Preço do Bichon Frisé

O valor do Bichon Frisé depende da qualidade dos pais, avós e bisavós da ninhada (se são campeões nacionais, internacionais etc).

Fonte: Tudo sobre cachorros

Frequência da limpeza da caixa de areia

Existem muitos motivos pelos quais um gato não gosta da sua caixa de areia. Um dos motivos mais importantes, e felizmente, o mais fácil de resolver, é que a caixa está simplesmente suja. Os nossos amigos felinos colocam vários termos com relação aos hábitos de limpeza da caixa higiênica, mas em algum ponto todos os gatos irão parar e dizer “Sem chance!”.

Alguns gatos, assim como algumas pessoas são mais incomodados com as condições sanitárias e pararão de usar suas caixas mais cedo do que outros. Caixas sujas são o equivalente para o gato ao banheiro público com papel higiênico no chão e vaso sem descarga – você não vai querer usar! Uma extensão deste problema pode ser no pouco número de caixas para seus gatos – a regra de ouro é, no mínimo, uma caixa a mais de areia do que o número de gatos na casa.

As caixas de areia devem ser limpas pelo menos uma ou duas vezes por dia, e é ainda melhor se você puder limpá-la assim que o seu gato terminar seu negócio. Existem caixas auto limpantes disponíveis que usam um sensor para dizer quando um gato entrou e saiu dela. Ao mesmo tempo que elas são ótimas para manter a tarefa de limpeza longe dos humanos, elas tendem a assustar, pelo menos, alguns gatos e não seria uma boa escolha para um gato tímido. Além de limpar diariamente, é importante mudar regularmente a caixa de areia (duas vezes por semana para a areia não se juntar, mensalmente, a areia toda) e lavá-la com água e sabão. Caixas plásticas também devem ser substituídas uma vez por ano, por causa das arranhadas que elas recebem durante o uso regular e que podem reter odores e resíduos.

Fonte: Tudo Sobre Gatos

Como entreter seu cão enquanto ele está sozinho em casa

Para muitas famílias que trabalham fora e amam seus cães, há uma preocupação genuína em conhecer maneiras novas e dicas que ajudarão os animais a terem uma experiência mais produtiva durante as horas solitárias do dia.

Como já sabemos, cães precisam de estímulos físicos, emocionais e mentais para que tenham uma vida equilibrada. Se pensarmos nos trabalhadores que um dia eles foram (a maioria hoje é exclusivamente um animal de companhia), deixar esses seres inteligentes, ativos e sociais sem nenhum tipo de estímulo é uma receita certa para frustração, e por consequência, para vários outros problemas comportamentais e físicos.

Por isso, separamos algumas dicas para que tutores possam tornar os momentos que seus cachorros ficam sozinhos em casa mais ativos.

Exercícios logo cedo de manhã:
Antes de sair de casa, separe um período de tempo todos os dias para passear com seu cão. Utilize esse tempo para cansar seu cão e gastar toda essa energia. Brinquedos e atividades podem auxiliar e deixar o momento mais divertido e diferente;

Prepare um lugar especial para o seu cão na casa:
Separe um lugar especial e seguro para que o seu cão fique em casa, com alimentação e água suficiente, acesso para que ele possa fazer suas necessidades, com uma caminha confortável e com objetos e brinquedos para que ele possa se entreter. O local precisa ser grande o suficiente para que o seu pet possa se locomover com tranquilidade;

Dog Walker:
Para os que não têm tempo, há profissionais especializados que passeiam com cães de tutores que não podem levar seus cães. Os motivos vão desde falta de tempo á incapacidade física e de saúde. E se você pensa que é um trabalho fácil, pense novamento. Há uma forma correta de levar os cães para passear, de uma maneira saudável e assertiva que trabalha o animal em diversos níveis;

Pet Sitter:
Algumas pessoas preferem contratar Pet Sitters, para que seus animais fiquem em um ambiente familiar, com odores e ambientes conhecidos e recebendo atenção redobrada;

Day Care:
Day Cares para cães estão ficando cada vez mais comuns entre tutores caninos. Além do seu cão trabalhar seu aspecto social, que em muitos animais não é explorado, ele não ficará sozinho em casa e utilizará esse tempo para gastar energia, em companhia. Muitas Day Cares oferecem serviços de adestramento, que são uma ótima pedida;

Enriquecimento ambiental:
É possível enriquecer o ambiente que o seu cachorro fica através de objetos, utilizando brinquedos como o Kong, quebra-cabeças e comedouros lentos, diferenciando a forma como o alimento é oferecido ao pet e fazendo com que ele trabalhe e descubra mentalmente como conseguir chegar na comida. Com o tempo, você pode tornar a o jogo ainda mais desafiador, escondendo os brinquedos e deixando que o seu cão trabalhe o olfato para descobrir onde está o objeto;

Fique de olho no mercado pet:
Há diversas opções que estão sendo lançadas e são maravilhosas para trabalhar seu cachorro enquanto ele fica sozinho. Infelizmente, nem todas estão disponíveis no Brasil, mas com a demanda que temos e a vontade de oferecer o que há de melhor, nossa previsão é que seja questão de tempo para que essas novidades cheguem para o público. Desde a Dog Tv, um canal especialmente desenvolvido para cães à objetos que permitem que o tutor interaja com o animal através de uma câmera e microfone;

Câmera para checar como está o seu cão:
Há muitas opções de câmeras pet no mercado que possibilitam ao tutor saber se as medidas estão fazendo efeito e como o animal passa o seu tempo. É uma boa opção para diversificar e descobrir o que está funcionando e o que precisa ser mudado;

Adote um novo pet:
Muitas pessoas adotam um novo cão para que um possa ser companheiro do outro. É bom falar que, antes que isso ocorra, mesmo assim é importante enriquecer o ambiente, caso contrário, você terá dois cães frustrados;

Aproveite o tempo que estão juntos:
E essa é uma dica importantíssima. Quando estiverem juntos, realmente torne esse momento algo de qualidade tanto para você, quando para o seu cachorro. Se responsabilize pelo bem estar do seu animal. Apesar de muitos auxílios de profissionais e objetos especialmente desenvolvido para o pet, não terceirize 100% o cuidado com o seu cão. Dessa maneira, o tempo que estiverem separados não vai ser tão ruim.

Fonte: PortaldoDog

Pointer Inglês

Origem e história da raça

Os primeiros indicadores foram utilizados no século 17 não para indicar o local dos pássaros, mas para apontar lebre e posteriormente os galgos os substituíram. Quando a caça de pássaros se tornou popular no século 18, o Pointer encontrou o seu lugar como um localizador de pássaros. O cão ideal precisaria encontrar o alvo e indicar sua localização e permanecer imóvel até o caçador fazer o disparo, uma tarefa que era um pouco lenta, com as velhas armas da época. O Pointer desde sua origem possui em sua composição genética algumas das raças mais talentosas que existe: galgos, cães de caça, bem como um velho tipo de spaniel.

Diferentes países desenvolveram diferentes raças de Pointers. O Pointer espanhol grande e pesado foi cruzado com o Pointer Inglês para aumentar a capacidade de apontar, mas à custa da agilidade. Com o advento das armas de automáticas, no século 19, as características de trabalho mais lento do ponteiro espanhol se fizeram indesejáveis de modo que os cruzamentos foram descontinuados. No século 19, os cruzamentos com Setters foram feitas, talvez para melhorar a disposição e fazer os cães mais propícios à apontar e menos propenso a tentar pegar a caça. Pointers tornaram-se popular para caça recreativa em grandes propriedades.

Idealmente, dois Pointers são usados para que o caçador consiga localizar o pássaro precisamente por referência cruzada dos pontos dos cães. Quando as mostras de cães estavam no auge, no final do século 19, os Pointers ficaram com uma posição de destaque entre as raças apresentadas. Pointers permanecem muito populares como cães de campo e para ajudar caçadores na caça recreativa, mas eles não são tão populares como animais de estimação em relação a muitas outras raças esportivas.

Temperamento do Pointer

O Pointer é um verdadeiro caçador de grande alcance, o que significa que ele não só é um excelente cão para caçar pássaros, mas também tem energia para correr durante horas. Por isso, ele precisa de muito exercício ou ele pode se tornar frustrado e destrutivo. Como ele está sempre à procura de pássaros, ele se distrai facilmente de assuntos cotidianos, mas é quase impossível de se distrair uma vez que está focado. Ele é gentil e doce, mas também pode ser enérgico e até violento às vezes. Como muitas raças esportivas que podem ser encontradas no campo, o típico cão de campo é cada vez menor e mais ativo.

Como cuidar de um Pointer

O Pointer precisa de muito exercício. Ele precisa de pelo menos uma hora de esforço físico todos os dias. Ele gosta de correr e procurar as florestas em longas excursões distantes. Em casa, ele precisa de espaço para se exercitar ao ar livre e não espere que fique sentado dentro de casa. O ponteiro precisa de companhia canina ou humana e se sente melhor se for autorizado a passar mais tempo com sua família. Ele requer apenas uma escovação ocasional para remover pelos mortos.

Saúde do Pointer

Principais preocupações: entrópio
Preocupações menores: CHD
Ocasionalmente visto: catarata, surdez
Testes sugeridos: quadril, olhos
Esperança de vida: 12-15 anos
Nota: propenso a lesões de cauda de ponta

Preço do Pointer

O valor do Pointer depende da qualidade dos pais, avós e bisavós da ninhada (se são campeões nacionais, internacionais etc).

Fonte: Tudo Sobre Cachorros

Ração seca, semi-úmida ou enlatada: qual é a melhor?

Como muitas coisas, não há uma única resposta a esta pergunta. Seu animal de estimação é um indivíduo, e quando tomar uma decisão sobre que tipo de dieta alimentar, é preciso considerar, entre outras coisas, a idade do seu animal de estimação, tamanho, raça, e quaisquer problemas de saúde existentes. E, claro, você também precisa considerar o teor de nutrientes da dieta que você o alimenta. Recomendamos sempre alimentar com uma dieta de qualidade recomendada pela AAFCO (Associação de Controle de Alimentação Americana), direcionada para a etapa da vida do cão. Nós preferimos uma dieta com carne como o primeiro ou segundo ingrediente listado, e sem quaisquer conservantes artificiais ou corantes.

Geralmente, não recomendamos os tipos semi-úmidos de alimentos, porque eles tendem a ser muito ricos em sal e açúcar. Cães e gatos não precisam de tanto sal e açúcar em sua dieta. Além disso, alimentos pegajosos, açucarados podem contribuir para a doença dental.

Enquanto a cárie dentária (cavidades) está relacionado a quantidade de açúcar na dieta das pessoas, a cárie dentária é frequente em cães e raro em gatos. A perda de dentes em cães e gatos é muito mais comumente associada a gengivite e doença periodontal, onde a inflamação e infecção do tecido gengival causa afrouxamento e retração da gengiva ao redor do dente, o que, eventualmente, leva à perda do dente. Alimentos pegajosos, açucarados podem contribuir para o desenvolvimento de gengivite e doença periodontal. Em geral, recomendamos um alimento seco ou enlatado de qualidade.

Para cães de raças grandes, a maioria das pessoas escolhe um alimento seco, por várias razões. Os cães maiores exigem uma quantidade maior de alimentos do que os cães menores, e comida seca é fácil de transportar, armazenar e preparar. Porque comida enlatada contém uma porcentagem muito maior de água (geralmente 80-85%) do que alimentos secos (normalmente 10% ou menos), o alimento seco é geralmente mais econômico, especialmente quando os alimentos tem uma qualidade superior.

Muitas pessoas também optam por alimentar seus animais de estimação com alimentos secos na crença de que ração seca promove uma raspagem ou ação de limpar os dentes e diminuirá o acúmulo de placa bacteriana e tártaro. O alimento seco exercita a boca durante a mastigação. No entanto, a ração seca, na verdade, não fornece muito a ação de raspagem. Quando a ponta de um dente entra em contato com a ração seca, os pedaços se quebram antes que o dente penetre o suficiente nela para que a raspagem aconteça. Existem dietas odontológicos no mercado, com uma ração desenvolvida para que demore mais para quebrar, permitindo maior contato dos dentes. Isto permite mais um efeito de limpeza no dente, mas mesmo essas dietas não são um substituto para o bom atendimento odontológico. Enquanto alimentos enlatados podem promover o acúmulo um pouco mais rápido de placa bacteriana e tártaro, que irão eventualmente se acumular, não importa o tipo de alimento dado. Cuidado regular em casa, exames dentários anuais e limpezas profissionais, conforme necessário ainda é essencial para a saúde dental ideal.

Raças menores de cães, obviamente, comem menos do que os cães maiores, e portanto, alimentos enlatados podem ser mais uma opção inteligente. No entanto, os cães de raça menores costumam ter dentes mais espaçados, proporcionando áreas onde a placa bacteriana e tártaro facilmente acumulam. Às vezes, os donos dizem que seu cão está acostumado com alimentos enlatados, e se recusa a comer alimentos secos. Estes cães podem ser alimentados com comida enlatada, mas os cuidados devem ser maiores, e estes cães estão propensos a precisar de uma limpeza profissional anualmente.

Até recentemente, o alimento seco era, geralmente, recomendado na maioria das vezes para os gatos, também. Entretanto, pesquisas recentes em nutrição felina estão causando algumas reformulações nesta área. A comida seca típica do gato é bastante rica em carboidratos (geralmente 45% ou mais) e há alguma indicações de que isso possa predispor certos gatos a se tornarem obesos e, possivelmente, desenvolverem diabetes à medida que envelhecem. A dieta típica dos gatos na natureza (que normalmente é principalmente ratos e outros pequenos roedores) tem mais proteína, cerca de 45%, 45% de gordura, e apenas 4-5% de carboidratos. Alimentos secos para animais exigem um teor bastante elevado de carboidratos, para que os pedaços se juntem. No entanto, o alimento enlatado é normalmente muito mais baixa no teor de carboidratos (cerca de 10%). Alguns nutricionistas veterinários estão recomendando que os gatos, especialmente aqueles com uma tendência a obesidade, sejam alimentados com uma dieta enlatada com uma proteína, gordura e carboidratos o mais próximo possível de uma dieta ‘selvagem’. Curiosamente, os primeiros relatos parecem indicar que uma dieta enlatada não parece aumentar a doença dental nestes gatos. Mais pesquisas são necessárias, mas isso é um achado muito interessante.

É importante notar que as condições específicas de saúde podem afetar o tipo de dieta que é recomendada ao seu animal. Por exemplo, os gatos com problemas do trato urinário ou animais com doença renal podem se beneficiar do aumento da água em sua dieta, e o alimento enlatado pode ajudar nisso. Sempre consulte o seu veterinário antes de fazer quaisquer alterações na dieta do seu animal de estimação

Fonte: Tudo Sobre Gatos

5 coisas que seu cachorro adora roer, mas não deveria

Quem convive com um cachorro, provavelmente sabe o que é chegar em casa e encontrar aquele sapato preferido roído, o travesseiro destruído com a espuma espalhada pelo quarto ou o sofá rasgado.
E na maioria das vezes, você nem consegue ficar bravo porque seu cão faz aquela cara de coitadinho.
A verdade é que roer é um hábito comum dos cachorros, mas devemos ter cuidado porque representa o perigo em alguns casos.

Veja 5 coisas que os cães não deveriam roer:

Madeira Os cachorros adoram gravetos, galhos ou pedaços de pau, mas não são seguros para eles. Até mesmo móveis de madeira são perigosos porque uma farpa pode machucar a gengiva do pet e causar uma infecção. Ou ainda pior: pedaços pontudos podem perfurar o estômago ou o intestino do cachorro.

Objetos pequenos Tudo que possa ser engolido pelo cão deve ser evitado. Em alguns casos, o objeto acaba saindo nas fezes. Mas também pode acabar preso dentro do corpo do pet, causando um bloqueio intestinal e sendo necessária a remoção cirúrgica.

Garrafa PETNão é um objeto totalmente proibido, mas deve ser supervisionado. Devemos ficar de olho porque o cachorro pode destruir a garrafa e engolir um pedaço de plástico. Além disso, antes de dar a garrafa PET ao cão, é necessário remover o rótulo, a tampa e o anel da tampa.

Cobertura Vegetal Essa vegetação natural é muito usada no chão de playgrounds e jardins. É comum que seja feita com cascas de cacau, algo tóxico para cães.

Parede No passado, muitas tintas de parede eram compostas de metais como o chumbo. Casas com pinturas antigas podem conter esse material, que é nocivo para cachorros e humanos.

Fonte: PortaldoDog

Verduras e legumes permitidos para cães

Pode parecer um pouco estranho um cão se alimentar com verduras e legumes. Ao contrário do que muitos pensam, as verduras e os legumes, assim como as frutas, podem ser bastante benéficas para um cão. Atualmente, alguns tutores de cães não são tão adeptos à alimentação contendo verduras e legumes, devido ao alto custo financeiro. Não é obrigatoriamente necessário o cão se alimentar com verduras, já que o animal é naturalmente carnívoro, porém é indicado o uso das verduras, pois é excelente para completar as exigências nutricionais do pet.

Muitos proprietários utilizam da dieta natural, abolindo rações industrializadas do cardápio dos pets, pois afirmam que elas podem ser cancerígenas para os animais. O correto é que as dietas contendo legumes e verduras sejam feitas pelo profissional médico veterinário. Existem tutores que fazem a dieta do cão por conta própria, fazendo com que, em muitas vezes, a alimentação não supra as exigências nutricionais do animal.

As verduras e os legumes oferecidos para os cães podem ser bastante úteis em casos de doenças. Muitos médicos veterinários elegeram a dieta natural como medida de tratamento de algumas enfermidades nos cães. Como dito anteriormente, é necessário que a dieta seja formulada por um médico veterinário, pois certas verduras podem ser prejudiciais em alguns tipos de moléstias.

Antes de começarmos a citar as verduras e os legumes indicados, vale ressaltar que elas devem ser cozidas e trituradas antes de serem oferecidas ao pet, a fim de promover uma maior digestibilidade pelo animal.

O gosto alimentar dos cães, assim como o nosso, é diversificado. Existem animais que preferem um tipo de legume do que outro, e isso se estende às verduras também. É importante que se faça o experimento do paladar do pet, para quando for levá-lo ao médico veterinário, já saiba explicar a preferência do seu cão. É através da informação do tutor, que o profissional irá passar uma dieta conivente às exigências nutricionais do cão, respeitando, é claro, as predileções do pet.

Antes de ser elaborada a dieta, é aconselhado que o médico veterinário faça exames, a fim de saber o grau de sanidade que o animal apresenta. É a partir daí, que vai começar a formulação da dieta, sendo ela especial e personalizada para o cão avaliado. Consulte e tenha sempre o apoio de um médico veterinário.

As verduras e legumes a seguir podem ser oferecidas para o animal, lembrando sempre que um médico veterinário deverá ser consultado antes.

Cenoura: A Cenoura é um legume de ótima escolha para alimentar o pet. Ela tem uma grande aceitabilidade pelos cães, sendo uma das mais escolhidas a ser fornecida. Ela é uma fonte rica em vitamina A, que é super importante para os cachorros. A cenoura também contém vitaminas C, K e potássio. É indicado a cenoura seja cozida sem sal e, se possível, fornecida sem a casca.

Brócolis: O brócolis é também uma boa escolha para o cardápio do pet. Ele tem boas propriedades nutricionais, tais como: Cálcio, Potássio, Zinco, Ferro, Sódio. Também é encontrado nele diversas vitaminas, como: C, A, B1, B2 e B6. Ele deve ser cozido e misturado à comida fornecida ao animal. Existem cães que aprovam seu consumo sem mistura com outras verduras, porém é necessário conhecer o gosto do seu pet.

Alface:
O alface é utilizado principalmente como complemento, devido ao fato de que alguns cães não aprovam ingerir esta hortaliça de forma individual. Ele contém principalmente as vitaminas A e C, contendo também os sais minerais que os animais necessitam, tais como: Fósforo, cálcio e Ferro. O alface deve ser fornecido misturado com outras verduras e legumes.

Couve:
A couve é usada muitas vezes na dieta do animal de estimação. É rica em vitamina A, C e K, contendo ainda algumas vitaminas do complexo B. É bastante rica em fósforo, ferro e cálcio, tendo um papel importantíssimo na manutenção dos dentes e ossos dos animais. Ela deve ser cozida e cortada em tiras, consequentemente misturada na alimentação.

Beterraba: A beterraba é uma boa fonte de nutrientes para os nossos pets, porém animais que têm diabetes não são indicados a consumi-la, devido ao grande teor de açúcar. A beterraba é rica em vitamina A, C e complexo B, sendo muito boa para a manutenção do sistema imunológico e visão do animal, entre vários benefícios. A beterraba deve ser cozida, retirada a casca e fornecida ao animal.

Vagem: A vagem é rica em vitamina C. Ela é indicada também para reduzir o colesterol, como também, em alguns casos, indicado para os cães diabéticos. O modo de preparo é bastante simples, o indicado é apenas cozinhar e fornecer ao cão. Muitos tutores fornecem como petisco, e afirmam que tem uma boa aceitabilidade.

Batata: A batata é uma excelente escolha para quem deseja que o pet tenha uma boa aceitabilidade para a nova dieta. A batata é uma ótima fonte de vitamina do complexo B e C. Além disso, a batata pode fornecer ao animal Ferro, Cálcio e Potássio, colaborando com a manutenção do sistema imunológico, dos músculos, dos ossos e dentes. A batata deve ser servida cozida e sem temperos. É indicado também, que ela seja amassada, fazendo uma espécie de purê.

Abóbora:
A Abobora, ou também chamada de jerimum, pode ser uma grande escolha para o seu companheiro. Pode ser encontrado nela vários nutrientes essenciais para seu pet, como: proteínas, carboidratos, potássio, cálcio, sódio, ferro, magnésio, e fósforo. A abóbora também é rica em vitaminas A, C e E. Ela deve ser cozida e fornecida sem a casca para o animal.

Salsinha:
A salsinha é um tempero muito utilizado na culinária brasileira, sendo também bem aceita pelos animais de estimação. É rica em vitamina A, vitaminas B1 e B2, vitamina C e vitamina D. Um ponto positivo da administração da salsinha, é que ela contém poucas calorias. Pode ser fornecida ao animal tanto cozida quanto ao natural.

Fonte: PortaldoDog

Raça Basenji

O Basenji nunca late. Ele emite um grunhido que tem do riso e do “jodi” tirolês. Seu crânio enrugado dá a ele uma expressão simpática. Como um gato, esse cão dedica bastante tempo à toalete, ou seja, é um animal muito limpo.

Ele é apreciado como cão de companhia, tanto na sua região de origem, como na Europa e nos Estados Unidos, onde também foi introduzido. Fortemente ligado ao dono, mostra-se muito protetor em relação a ele. É brincalhão e afetivo. É um bom guardião e excelente caçador de pequena caça.

O Basenji desconfia muito de estranhos. Os machos podem se mostrar agressivos com seus congêneres. É melhor familiarizá-lo muito cedo com gatos ou outros animais domésticos.

O Basenji é um cão de caça. Isso significa que ele é inteligente e independente, mas também carinhoso e alerta. Ele é um sighthound, o que significa que o movimento chama sua atenção, e ele vai perseguir o que ele vê que se move – gatos, esquilos, coelhos. Ele não é o tipo de cão que irá obedecer comandos instantaneamente. Ele tem que pensar sobre e decidir se ele realmente quer fazer o que você pediu.

Paciência e senso de humor são essenciais para viver com um Basenji. Ele vai mastigar ou comer o que for deixado ao seu alcance, e ele é capaz de arquitetar um plano para conseguir o que quer, isso inclui subir no balcão da cozinha ou invadir a despensa onde os biscoitos de cão estão guardado. Ele pode ser indiferente com estranhos, e ele não merece confiança quando está perto de gatos ou outros animais de pequeno porte, a menos que ele tenha crescido com eles e você esteja certo de que ele os reconhece como membros da família. No entanto, esse reconhecimento não se aplica a gatos ou pequenos animais que ele vê ao ar livre.

Bem conhecido como o “barkless” (cão que não late ou late pouco) da África, o Basenji atrai admiradores com seu pelo curto, corpo pequeno, musculoso, postura alerta, orelhas eretas e cauda enrolada firmemente sobre o quadril. A testa enrugada dá a ele uma expressão interrogativa e, por vezes travesso.

Tudo isso soa atraente, mas as pessoas que não pesquisam o Basenji antes de adquirir um podem ficar desapontadas ou frustradas quando elas não estão preparadas para o temperamento e personalidade únicos do Basenji. A obtenção de um Basenji de um criador respeitável que vai dizer pra você os prós e contras de viver com esta raça vai lhe dar uma verdadeira noção da realidade.

Com sua aparência e personalidade, o Basenji não é uma raça para qualquer um, mas para aqueles que apreciam a atitude deste cão pequeno e inteligência, ele pode ser o companheiro ideal. Quem sabe? Você pode até mesmo se juntar às pessoas que criam Basenjis para se “gabar” da destruição que seus cães podem causar.

Fonte: PortaldoDog

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