Intolerância a certos alimentos em cães

É muito comum ouvirmos falar em tutores que tiveram problemas na hora da alimentação dos seus pets. Muitas vezes por falta de informações do criador, cães ingerem alimentos que têm um efeito maléfico para os mesmos, levando-os, muitas vezes, a óbito. É bastante comum vermos, principalmente em épocas festivas, tutores fornecendo aos seus animais alimentos totalmente impróprios para cães, sendo que, muitas vezes, afirmam alimentar os pets com aquelas comidas por anos, sem nunca ter dado nenhuma reação.

O principal efeito maléfico que acontece na hora da alimentação errônea é a alergia alimentar, também conhecida como hipersensibilidade alimentar. É importante que seja ressaltado, que existem alimentos que não dão reação em um animal e que podem dar em outro. Existem casos, que até mesmo a ração comercial causa reação alérgica em alguns cães. Ao contrário do que muitos pensam, a alergia alimentar é extremamente perigosa podendo ser mesmo fatal.

Os produtos mais comuns que podem causar alergia alimentar em cães, são: Carne, leite, trigo, verduras e frutas. O processo alérgico varia de indivíduo para indivíduo, existindo cães que não apresentam hipersensibilidade alimentar com esses componentes. No organismo do cão, assim como no nosso, existe um sistema imunológico que atua em defesa do corpo contra antígenos (agentes ofensivos). Em alguns organismos, ocorre essa resposta imune em substâncias que, geralmente, são totalmente inofensivas, como, por exemplo, um alimento, acarretando assim a alergia.

Os principais sintomas que os animais que apresentam à hipersensibilidade alimentar, são: A pele apresenta um aspecto eritematoso (pele avermelhada); coceira intensa; pálpebras edemaciadas; urticária na pele (elevações na pele); vômito; diarréia; náuseas e até a morte.

O diagnóstico é feito somente por um médico veterinário, onde o mesmo irá fazer a anamnese do animal, em seguida avaliar os sinais clínicos que o animal apresenta.

O tratamento para a hipersensibilidade alimentar (alergia) consiste em uma terapia medicamentosa escolhida pelo médico veterinário de sua confiança. É de suma importância observar que, se depois da alimentação o animal apresentar uma sintomatologia indicativa de alergia, o mesmo seja encaminhado imediatamente a uma clínica veterinária para início do tratamento. Não se deve, por hipótese alguma, administrar um medicamento sem a consulta de um profissional, pois o remédio pode desencadear uma alergia medicamentosa e agravar ainda mais o quadro do animal.

A prevenção da alergia alimentar consiste na escolha correta da alimentação do seu animal de estimação. Jamais administre um alimento em grande quantidade antes de saber se o mesmo causa ou não hipersensibilidade alimentar no animal. É sempre indicado que a dieta alimentar do seu animal seja feita por um médico veterinário, principalmente se ela for comida caseira, pois além de saber os alimentos certos a fornecer, ainda existe a preocupação do equilíbrio nutricional adequado. Em casos de tutores que são adeptos do uso das rações industrializadas, é indicada também a escolha de uma ração que o animal possa manter o equilíbrio nutricional e que tenha um bom paladar. Tenha sempre o apoio de um Médico Veterinário.

Fonte: PortaldoDog

Sintoma: Espirros

O espirro, ou também conhecido como esternutação, é um sinal clínico que o animal pode ser encontrado em várias doenças caninas, mas antes do tutor duvidar de algo mais grave, ele deve saber que isso pode ser bastante comum e não ter ligação nenhuma com enfermidades. Quando um cão começa a espirrar, várias vezes durante o dia, o tutor deverá levar o pet para um médico veterinário. O espirro é nada mais nada menos que a expulsão de ar carregada com várias gotículas, sendo uma das maiores formas de transmissão de doenças.

As causas para o aparecimento de espirros em cães são muitas, por isso são definidas como multifatoriais. Na maioria dos casos que dão entrada nas clínicas veterinárias é de origem alérgica, principalmente em cães que vivem perto de plantações e/ou na área externa da casa. O pólen é um grande vilão para os pets, pois causa bastante irritação nasal, e consequentemente séries repetidas de espirros. Os cães possuem as narinas muito sensíveis, por isso deve ser evitado o contato deles com produtos químicos e alérgicos, tais como: Fungos, poeira, plantas, produtos de limpeza e etc.

Existem outros fatores que podem causar os espirros nos cães, porém são bem mais perigosos e merecem bastante atenção. O cão pode ser infectado com doenças virais que acometem o sistema respiratório, e com isso aparecem sinais clínicos, como por exemplo, o corrimento nasal e/ou espirros. Algumas doenças clássicas com esses sintomas são: Tosse dos Canis, Cinomose, Parvovirose ou a Erlichiose (doença do carrapato) que é uma doença bacteriana.

Não necessariamente o espirro vem como a principal sintomatologia presente no animal. Em muitos casos, o cão apresenta vários outros sinais clínicos que podem ajudar o médico veterinário a descartar certas patologias. Um animal que esteja espirrando pode apresentar os seguintes sintomas: Febre alta; Letargia; Perda de peso significante; Prostração; Anorexia ou Inapetência; Conjuntivite, dentre vários outros sinais.

O diagnóstico é feito começando por uma boa anamnese, onde o médico veterinário irá perguntar sobre o histórico do animal, como por exemplo se o animal é vacinado ou não, há quanto tempo apresenta esse quadro, dentre várias outras perguntas. Em seguida é feito o exame clínico, onde se observará de perto os sinais clínicos que o animal estiver apresentando naquele momento, e normalmente o profissional pede exames laboratoriais para ajudar a fechar o diagnóstico da maneira mais precisa possível.

O tratamento deve ser feito unicamente por um médico veterinário. Depois do diagnóstico fechado e a causa descoberta, é iniciado o tratamento com terapia medicamentosa, e se necessário, internação. Muitos tutores levam seus cães para o pet shop e se consultam com os atendentes. Essa prática é totalmente errada e pode custar a vida do animal.

A prevenção para essas doenças virais consiste na vacinação anual do pet. A consulta com um médico veterinário devidamente registrado faz com que seu animal tenha uma boa qualidade de vida e um ótimo acompanhamento de saúde.

Fonte: PortaldoDog

Tudo sobre a raça Leonberger

De temperamento muito doce e afetuoso, o Leonberger é protetor nato de crianças, cuja presença ele procura. De ar descuidado quando em situação de descanso, ele também sabe ser cheio de vida. Muito fiel, adora a família e adapta-se às circunstâncias. Esse cão não suporta a solidão nem ficar amarrado, e precisa de muita atenção por parte do tutor. Ele não é receoso nem agressivo e o adestramento do filhote é fácil.

O Leonberger tem a reputação de gigante gentil, mas ele não vem dessa maneira. Antes que ele chegue a maturidade, ele passa por um longo período de “adolescente”, marcada por um comportamento típico de adolescente teimoso e por vezes destrutivo.

Como qualquer cão, os filhotes Leo são mastigadores inveterados, e por causa de seu tamanho, eles podem potencialmente fazer mais dano do que cachorros de outras raças. Não permita esse tipo de comportamento, até que tenha atingido a maturidade. Mantenha seu Leonberger ocupado com treinamento, jogos e experiências de socialização. O Leonberger entediado é um Leonberger destrutivo.

Atualmente, o Leonberger é principalmente um companheiro da família. O Leonberger tem muitas boas qualidades, mas por causa de seu tamanho, excesso de pele, e potencial de destruição, se ele não estiver sob supervisão ou treinamento, ele não é o cão mais fácil de se conviver. E como a maioria das raças gigantes, ele está propenso a muitos problemas de saúde e tem tragicamente um curto tempo de vida de apenas seis a nove anos.

O Leonberger é altamente ativo, não apenas quando filhote, mas também como um adulto. Esteja pronto para dar-lhe pelo menos uma hora de exercício diário. Se você ama o ar livre, ele vai ser um bom companheiro de caminhada. Levá-lo na coleira para que ele não saia correndo atrás de um gato e você correndo atrás dele . Outras maneiras de ajudá-lo a gastar energia incluem nadar, puxar carrinho, exercícios de buscar algum objeto e pode inventar mais alguma coisa para ele fazer.

Apesar do tamanho, ele não é um cão para viver fora de casa. O Leonberger é dedicado a sua família e quer estar com ela o tempo todo.

Curiosidades sobre o Leonberger
Algo marcante em sua personalidade é o seu sexto sentido de prever desastres naturais . Por isso, é muito comum o uso do Leonberger nas montanhas para salvamento. Outra peculiaridade deste gigante é sua capacidade de ser um excelente nadador. Devido a estas qualidades, é usado como um cão socorrista com o treinamento adequado.

Cuidados e Bem Estar
O Leonberger é um cão muito ativo e precisa de exercícios diários, além de um bom espaço para se exercitar. Este cão surpreendente é um amante de longas caminhadas. Seu tamanho obriga-o a consumir entre 2.700 e 3.000 quilocalorias diárias quando não faz muita atividade física. Aqueles que fazem exercícios muitas vezes precisa consumir 5.500 a 6.000 calorias por dia. Sua dieta também deve incluir vitaminas e ácidos graxos.

Seu pelo precisa ser escova todos os dias por ter uma camada interna, pode abrigar parasitas. A limpeza deve ser particularmente cuidadosa nas orelhas. Os dentes, é recomendável que você escova uma vez ou duas vezes por semana. Os Leonbergers são loucos por água, mesmo no inverno, você precisa ter o cuidado de quando ele estiver em uma idade avançada pode ter doenças reumáticas que se tornam um verdadeiro fardo para o animal. Portanto, você precisa prestar atenção e tentar evitar os seus banhos no inverno.

De resto são os cuidados essenciais. Banho quando necessário, já que ele gosta tanto de água pode ficar com aquele cheiro de cachorro molhado. Um bom shampoo inticado pelo veterinário vai deixa-lo cheiroso e com o pelo com uma boa aparência.

Sua unhas precisam ser cortadas quando estiverem muito grandes principalmente para evitar braços e pernas arranhados. Tenha cuidado na hora de corta a unhas. Se cortadas muito curtas podem causar dor e sangramento no seu companheiro de estimação e nas próximas vezes ele não vai cooperar muito. Se tiver dúvida, peça ajuda ao veterinário ou ao tosador.

Faça uma verificação semanal nas orelhas, patas, olhos, boca e focinho se há sinais de vermelhidão, erupções cutâneas ou inchaços que podem ser sinais de um problema mais sério. Tendo esses cuidados frequentes você pode evitar complicações futuras.

Na parte de alimentação vai depender do quanto seu animal se exercita. Procure orientação de um veterinário para saber as quantidades diárias de ração re qual o melhor tipo para seu cão. Não coloque comida demais na vasilha do seu cão para que não fique sobrando. Isso pode levar a problemas de saúde incluindo obesidade.

Fonte: PortaldoDog

Gripe Canina

Ao contrário do que muitos pensam, os cães, assim como os seres humanos, podem contrair gripe. Essa virose, que pode ser conhecida por traqueobronquite ou simplesmente gripe canina, é uma patologia encontrada principalmente em cães que vivem ao relento. Essa enfermidade ocorre devido a três agentes, sendo dois vírus extremamente contagiosos que se chamam Parainfluienza e Adenovirus e uma bactéria de nome Bordetella que é classificada como uma zoonose (doença transmitida do animal para o ser humano). Essa doença ocorre principalmente quando há uma queda brusca na temperatura do meio onde o cão vive.

A gripe canina acomete animais de diferentes raças e idades. A transmissão ocorre principalmente por conta do contato de um animal infectado com o outro. A alimentação e o manejo do animal irá colaborar muito para que o animal tenha um bom sistema imunológico, acarretando uma barreira contra a entrada do vírus da gripe. Os animais que mais são encontrados com a virose são os cães de rua, que ficam mais expostos ao contato com grande mudança climática. Essa enfermidade precisa ter uma atenção especial, já que a mesma pode evoluir para um quadro de pneumonia.

Sintomas
Os sintomas da gripe canina se assemelham muito aos dos seres humanos. O vírus se mantém incubado de 2 a 5 dias no organismo do animal, vindo a ser sintomática no sexto dia após a exposição.

Os principais sintomas da doença são: Corrimento nasal intenso; desidratação; olhos lacrimejando intermitentemente; pode apresentar ou não vermelhidão nos olhos; espirros; tosse seca; anorexia (perda do apetite); febre; fraqueza; depressão; respiração rápida e superficial.

Como dito anteriormente, os animais que estão com deficiência no seu sistema imune são os mais susceptíveis para contrair a gripe canina. Nos cães idosos e nos cães filhotes tem que haver um manejo correto para prevenir a virose.

Tratamento
O tratamento dessa enfermidade é de suma importância para que o quadro não piore. A terapia utilizada usualmente pelos médicos veterinários, visam combater a desidratação, usando também medicamentos prescritos pelos mesmos, no sentido de recuperar o organismo debilitado. A nebulização também é uma prática bastante usada pelos profissionais para que aconteça um melhor conforto na respiração do animal.

Prevenção
A prevenção dessa doença é basicamente praticar o manejo correto dos animais. Evitar ao máximo que o cão fique na chuva sem nenhum abrigo, expor o animal a ventos fortes, como também, a locais com a temperatura bem baixa, ex: ar condicionado. Um animal que apresenta qualquer tipo de conduta anormal, deve ser separado dos demais animais, evitando assim, uma disseminação da doença. Jamais medique ou tome qualquer atitude sem a consulta de um médico veterinário. Como qualquer doença, quanto mais rápido for diagnosticado, mais chance o animal tem de ter um prognóstico bom, consequentemente uma melhora do quadro.

Fonte: PortaldoDog

Husky Siberiano consegue controlar seu próprio metabolismo

Com todas as características que o Husky Siberiano tem, ele sem dúvida está apto a concorrer pela vaga de super-cão.

– Do nordeste da Sibéria, foram desenvolvidos pelos Chukchis para puxar trenós;

– Suporta temperaturas baixíssimas e seu corpo é preparado para o ártico. Com patas peludas para isolar o frio e fortes para dar tração, possibilitando que cavem e se protejam dos ventos;

– Possui uma pelagem dupla tão densa que o protege do frio extremo, que já foi reportado a chegar até -30ºC;

– O uivo de um Husky Siberiano pode ser ouvido a até 16 quilômetros de distância;

– Os melhores em puxar trenós, já salvaram a cidade de Nome, no Alasca, durante um surto de difteria que atacou os habitantes em 1925. Equipes de Huskys Siberianos caminharam por tempestades de neve para entregar soro, que salvou a vida de muitas pessoas. O líder do grupo, Balto, foi eternizado em uma estátua no Central Park, em Nova York;

– E o mais impressionante de tudo e que nem os cientistas explicam esse fenômeno: o Husky Siberiano consegue manipular o próprio metabolismo. Eles podem correr por horas e horas, queimando energia sem gastar a reserva de gordura, não deixando-os ficar com fatiga.

Fonte: PortaldoDog

Os cachorros têm chulé?

Você já deve ter cheirado a pata do seu cachorro, não é mesmo? Se você nunca fez isso, faça agora para entender o que falaremos a seguir!

O odor te incomodou? Muitos tutores afirmam que as patinhas de seus cães têm cheiro de salgadinho de milho ou de pipoca. E alguns chegam até a gostar desse odor.

Independente disso, o fato é que existe um cheirinho diferente naquela região. Assim como os humanos, os cães também têm chulé!

Você deve estar se perguntando “por que os cachorros têm chulé se não usam sapato?”. Todos os cães, por mais limpo que sejam, têm fungos e bactérias em suas patas.

Os cachorros transpiram pelas patas e seus pelos, dobrinhas e almofadas fazem com que a região fique úmida. Além disso, é a região do corpo que está sempre em contato com o chão e suas sujeiras.

Normalmente, o chulé dos cães não é motivo de preocupação por ser algo natural.

Entretanto se o odor estiver muito forte ou diferente do habitual, é melhor procurar um veterinário. Porque pode ser sinal de algum problema como infecção, unha encravada, tumor ou um corpo estranho dentro da pata.

Além do cheiro, é importante ficar alerta a outros indicativos de problemas nas patas: vermelhidão, rachaduras, secreção, se o cachorro estiver mancando ou lambendo muito a região.

Fonte: Portaldodog

Sintoma: Falta de apetite em cães

O tema mais ouvido e temido pelos tutores de cães é a famosa falta de apetite. Esse sintoma, quando acomete os cães, tem levado algumas pessoas a entrarem em desespero e levarem seus animais à clínica o mais rápido possível. Infelizmente, uma maioria ainda trata isso com indiferença deixando o pet em um quadro bem severo de desnutrição. É importante saber que esse sintoma normalmente aparece juntamente com a relutância em ingerir líquidos, fazendo com que o animal entre em um quadro de desidratação rapidamente.

O que muitas pessoas se perguntam é: Qual a causa para a falta de apetite? A falta de apetite é um sintoma que está presente na maioria das doenças dos cães. Diferentemente dos seres humanos, que mesmo adoentados ainda se forçam a comer, os cães, quando não estão se sentindo bem, não ingerem de jeito nenhum o alimento. Existe uma grande confusão por parte dos tutores entre anorexia e inapetência. A anorexia, é quando o animal não ingere nenhum tipo de alimento, apenas cheira e se afasta. Já a inapetência, é quando o animal diminui o consumo de alimento, ou seja, não consome a mesma quantidade de antes. É comum haver a inapetência, quando o animal consome a mesma ração durante muito tempo. Nesse caso trocar a ração pode ser uma boa opção.

Como dito anteriormente, a origem é multifatorial para a falta de apetite em cães. Na maioria dos casos é devido a doenças virais comuns em cães, como: Cinomose, Parvovirose, Coronavirose e etc. Outra doença que na sua fase inicial pode causar falta de apetite é a Ehrlichiose (Doença do Carrapato). Outras moléstias levam o cão à ausência de apetite, tais como: Problemas gástricos, hepáticos, dentários e até mesmo intoxicação.

Nos animais que apresentam uma falta de apetite, normalmente são observados outros sinais clínicos. Na grande maioria, juntamente com a anorexia, vem a relutância da ingestão de líquidos. O vômito e a diarreia podem ser encontrados, porém, nesse caso é bem mais perigoso, já que ambos levam o animal rapidamente a um quadro de desidratação severo.

O ponto fundamental para que seja combatida a anorexia é descobrir a sua causa primária. O diagnóstico deve ser feito por um profissional para que seja efetuado o início do tratamento. O exame clínico do cão é indispensável, sendo necessário, muitas vezes, exames laboratoriais para um diagnóstico mais preciso. É importante que o tutor não demore a levar o pet para uma clínica. Dependendo dos sintomas presentes no animal, em questão de horas o cão pode chegar a óbito.

A prevenção consiste primeiramente na vacinação do cão anualmente. Desse modo, alcança-se uma maior segurança contra as doenças virais mais comuns. A nutrição correta é um ponto bastante importante para um bom funcionamento dos órgãos internos. O checkup anual, ajuda ao animal ter uma excelente qualidade de vida. Cuide do seu animal, pois ele faria o mesmo por você.

Fonte: Portaldodog

Raio-X digital em cães e gatos

Disponibilizando cada vem mais precisão e qualidade nos exames de imagem no mundo da medicina veterinária, o raio-X digital em cães e gatos é uma ferramenta inovadora para melhorar o processo de diagnóstico em animais de pequeno e grande porte – facilitando a identificação de patologias das mais diversas e, com isso, o seu tratamento.

Destacando qualidades essenciais no que se refere ao bem-estar dos animais – como a exclusão de um procedimento invasivo e desconfortável para a investigação de possíveis doenças que acometam os pets – o raio-X digital em cães e gatos consiste em um processo rápido e indolor; capaz de avaliar a anatomia e o funcionamento do organismo animal de maneira ampla.

Levando em conta o fato de que, por mais adestrado e esperto que seja um cão ou gato, ele não terá a capacidade de comunicar ao seu dono ou ao seumédico o que lhe causa dor ou desconforto, este exame de imagem veterinário possui muitas aplicações edestaca alguns benefícios em relação a outros. Levando em conta a sua forma não-invasiva de realização e a rapidez na leitura de seus resultados, tal exame facilita a descoberta de doenças e problemas diversos de maneira rápida e eficiente como, por exemplo, a pesquisa de materiais indevidos que o animal possa ter ingerido ou que estejam afetando a saúde dos bichinhos de estimação.

Similar aos modelos e formatos do maquinário de exames de imagem usados no mundo da medicina humana, o equipamento de raio-X digital para cachorros e gatos possibilita realizar exames em consultórios, clínicas e hospitais, assim como à campo, atendendo desde pequenos animais como cães e gatos como, também, animais silvestres e de grande porte, como os equinos, com a mesma qualidade.

Contando com cada vez mais avanços tecnológicos que podem facilitar os diagnósticos e tratamentos dos bichinhos de estimação tão queridos por seus donos, o mundo da medicina veterinária e dos exames de imagem em animais caminha a passos largos em direção ao sucesso – oferecendo formas cada vez mais práticas e eficientes para promover o bem-estar e dar qualidade de vida para cães e gatos, entre outros animais.

Confira, a seguir, um pouco mais sobre o universo dos exames de imagem veterinários e do raio-X em cães e gatos, entendendo melhor seu funcionamento e a grande ajuda que proporciona para os profissionais da medicina veterinária:

O exame radiográfico em cães e gatos

Conforme citado anteriormente, uma das principais vantagens do exame de raio-X é o fato de não ser invasivo para os cães e gatos. Em contrapartida, em determinados casos – como nas ocorrências de fraturas e grandes lesões nos pets – o posicionamento preciso exigido para a eficácia do exame de imagem pode causar algum desconforto para o animal (em função da dor, por exemplo), sendo que isso pode ser facilmente resolvido por meio de anestesias ou da sedação do animal na maioria dos casos.

Realizada em uma fração de segundo, a radiografia digital em pets é um processo absolutamente rápido, preciso e indolor para os animais – que ainda podem contar com o conforto e a segurança de ter seus donos junto à eles na hora da sua realização; exigindo, apenas, que os proprietários estejam trajando as roupas adequadas para a sua proteção radiológica, como os coletes de chumbo.

Em grande parte das vezes, 20 minutos já são o suficiente para que todas as imagens digitais do animal examinado sejam feitas – permitindo que o pet passe pelo processo de forma tranqüila com o simples acompanhamento de seu dono ou com a administração de algum tipo de sedativo (nos casos em que há dor ou desconforto).

Embora muitos possam crer que as radiografias tidas como ‘tradicionais’ são o mesmo que o raio-X digital, este pensamento é equivocado – já que, atualmente, as radiografias digitais destacam algumas vantagens importantes sobre as mais antigas (método analógico); proporcionando imagens mais detalhadas e de melhor qualidade, além de resultados mais rápidos dos exames pelo fato de não haver a necessidade da revelação química das películas.

Dentre as principais aplicações do exame radiográfico em cães e gatos, podemos citar:

Fraturas e luxações ósseas;
Artroses;
Doenças do processo de crescimento ou alterações da postura do animal;
Tumores ósseos;
Doenças pulmonares, bem como neoplasias pulmonares;
Alterações da silhueta cardíaca.
É preciso ter em mente que, para que o raio-X digital em cães e gatos possa trazer facilidades no diagnóstico e no tratamento de animais, é necessário contar com a capacidade de um profissional veterinário suficientemente preparado para interpretar os exames de imagem.

Em função disso, cada vez mais cursos e processos de capacitação de profissionais veterinários em exames de imagem se apresentam no mercado de hoje – oferecendo a oportunidade de uma preparação melhor por parte dos médicos e, conseqüentemente, chances cada vez maiores de sucesso por meio de diagnósticos precisos e com o poder de indicar os caminhos certos para o tratamento e a cura das mais variadas patologias.

Fonte: CachorroGato

Tireoide canina

Existem muitas doenças que podem afetar os cachorros. Os problemas de tireoide canina estão entre as mais comuns. Se o seu cachorro tiver bebendo água com mais frequência do que o normal, estiver urinando com maior frequência ou comendo muito e ainda assim estiver perdendo peso, pode ser necessário investigar se existe risco de problemas na tireoide.

O que é a tireoide?
A tireoide é uma das maiores glândulas endócrinas do corpo. Ela é localizada no pescoço (em frente à traqueia) e produz hormônios, principalmente tiroxina (T4) e triiodotironina (T3), que regulam a taxa do metabolismo e afetam o aumento e a taxa funcional de muitos outros sistemas do corpo. O iodo é um componente essencial tanto do T3 quanto do T4. A tireoide também produz o hormônio calcitonina, que possui um papel muito importante na homeostase do cálcio. Os problemas mais comuns que são apresentados pela glândula tireoide são o hipertireoidismo (tireoide muito ativa) e hipotireoidismo (tireoide pouco ativa).

Mesmo apresentando algum dos sintomas descritos acima, é difícil identificar os problemas de tireoide no caso do cachorro estar doente. Não existe uma causa definitiva para os problemas de tireoide canina, mas existem alguns sintomas que podem ajudar no diagnóstico. Primeiramente, é importante citar os dois principais tipos de problemas de tireoide canina.

O hipertireoidismo ocorre quando a glândula tireoide está produzindo excesso de hormônio tireoidiano. O hipotireoidismo ocorre quando a glândula tireoide não produz hormônios suficientes para manter um nível normal de atividade.

Problemas da tireoide canina são mais comuns em cachorros mais velhos, em geral com 5 anos ou mais, embora possam afetar qualquer cão, de qualquer idade, ou sexo.

Sintomas mais comuns da doença Hipotireoidismo: Não produz hormônios suficientes (+ comum)

O ganho de peso
Pele seca ou sensível, feridas
Perda de pelos
Letargia
Sensibilidade ao frio
Diminuição da frequência cardíaca
Fraqueza muscular
Infecções secundárias (olhos, ouvidos)

Poderão existir sintomas adicionais se um tumor estiver associado:

Tosse
Rouquidão
Mudanças perceptíveis na pele
Massa redonda saindo da área da garganta
Diminuição do apetite

Sintomas mais comuns da doença Hipertireoidismo: Produz excesso de hormônios (+ raro)

Perda de peso
Aumento do apetite ou comer rápido
Micção frequente
Sede excessiva
Elevação da frequência cardíaca
Vômitos / diarreia
Dificuldade para respirar
Volume aumentado na garganta
Náusea
Comportamento agitado ou hiperatividade
Fraqueza

Alguns dos sintomas da tireoide canina podem ser observados imediatamente, outros como o enfraquecimento, pioram ao longo do tempo. É importante observar a rotina do seu cachorro e identificar se ocorreu alguma mudança. Todo tratamento precoce de uma doença pode dar ao seu cachorro uma oportunidade melhor de se recuperar. Isto também é importante para o tratamento dos problemas da tireoide canina e se você não tratá-la em tempo poderá ser fatal. Peça ao seu veterinário para avaliar os níveis hormonais de seu cachorro periodicamente, assim você poderá prevenir muitas doenças.

Fonte: Blog do Cachorro

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