Conheça a raça Parson Russell Terrier

O Parson Russell Terrier frequentemente é confundido com o Jack Russell Terrier. As duas raças tem a mesma origem e são quase iguais, exceto pelo tamanho de suas patas, o Parson Russell tem as patas longas e o Jack Russell tem as patas mais curtas (tipo Basset).

Origem
Ambas as raças devem sua existência ao inglês John (Jack) Russell, um reverendo aficionado por caça. No começo do século XIX, Russell comprou uma Terrier tipo Fox quase completamente branca para utilizá-la em caçadas de raposas, lebres e texugos. Russell consagrou sua reputação como caçador de raposas e como criador de Fox Terrier que não pesavam mais que 7kg em temporadas de caça.

Com os anos, esses cães foram se diferenciando em relação ao tamanho e formação do clássico Fox Terrier e, antes de 1900, já se desvincularam da raça. Esses exemplares receberam o nome Jack Russell Terrier, mas pouco a pouco, dentro dessa nova raça, foram se desenvolvendo duas variedades. Uma com as patas bastante longas para correr atrás dos cavalos e dos galgos (Parson Russell Terrier) e outra com as patas mais curtas, adaptadas para o rastreio (Jack Russell Terrier).

Comportamento
O Parson Russell Terrier é brincalhão, amável, atlético e inteligente. Usado para a caça desde suas origens, este cão herdou o caráter tenaz, alerta e valente de seus ancestrais. É um Terrier independente, mas às vezes também requer atenção de seus donos.

Aspecto
Ele é ágil, resistente e com extremidades longas, fortes e musculosas. Tem as orelhas pequenas em forma de “v” caídas para frente. A cauda e forte, reta e fica sempre para cima. Seu pelo pode ser liso e duro e as suas marcas limitadas à cabeça ou a base da cauda.


Cuidados específicos

De origem caçadora, o Parson Russel Terrier é tão ativo que precisa fazer muito exercício para estar contente e saudável, preferivelmente em espaços abertos. O ideal seria que pudesse correr por um quintal e assim esgotar grande parte de suas energias.

Tem que tomar cuidado com os que vivem na cidade. Se de repente ele detecta um rastro, em um segundo pode desaparecer atrás dele sem se dar conta do trânsito ou das ordens do dono.

Saúde
É uma raça muito resistente e saudável, ainda que possa ter luxações de retina e cataratas.

Fonte: CachorroGato

Gatos Idosos – Cuidados com seu gato vovô

Por mais vidas que tenham, a idade chega para todos e sempre chega o momento em que os filhotinhos de antes viram gatos idosos e, da mesma forma que quando eram bebês, esses gatos passam a exigir alguns cuidados especiais.

A média de vida de um gato vai até 15 anos, portanto um gato com 10 anos já pode ser considerado idoso e diferente dos cães, a raça do felino não interfere significativamente nisso. Gatos idosos envelhecem de maneira semelhante aos humanos, vão perdendo a vitalidade e alguns problemas de saúde podem começar a aparecer, por isso é preciso atenção redobrada para sua alimentação e saúde, com visitas regulares ao veterinário para poder diagnosticar cedo qualquer doença, possibilitando um tratamento mais eficaz.

Pode parecer que um gato velhinho esteja mais dorminhoco, mas na verdade eles passam mais tempo acordados a noite, enquanto dormimos. Apesar de diminuírem o ritmo eles têm o sono interrompido mais vezes, já que precisam de idas mais frequentes à caixinha de areia e por isso mesmo podem acabar se desleixando com atividades que eram de extrema importância antes, como limpar os próprios pelos e aparar as unhas nos arranhadores. Exatamente por isso nessa fase da vida é preciso um cuidado maior ainda para que os felinos não fiquem obesos, já que gastam bem menos calorias.

Gatos idosos também são menos tolerantes a calor e frio extremos, geralmente procurando lugares mais quentinhos e aconchegantes para seus descansos. Por perderem o interesse em se lamber esses gatos tendem a ficar com os pelos mais embolados, secos e sem brilho, além de se tornarem mais grossos com a idade e em geral se irritam mais facilmente quando são manipulados do que quando eram mais jovens.

Com o envelhecimento, os olhos e ouvidos dos gatos também começam a falhar, sendo comum que percam a audição e em alguns casos até fiquem surdos. Por terem seus sentidos reduzidos eles se tornam mais receosos e até agressivos. Também podem ocorrer lapsos de memória, fazendo os gatos serem encontrados desorientados ou vagueando, podendo chegar a um estágio de perder a capacidade de usar a caixa de areia, apesar de isso também poder ser causado por problemas fisiológicos.

Problemas de saúde dos gatos idosos

Gatos da terceira idade podem apresentar uma série de problemas de saúde que podem ser prevenidos ou combatidos se diagnosticados cedo, principalmente se o dono souber que comportamentos observar em seu bichano entre as visitas ao veterinário.

Não é raro que gatos desenvolvam artrite, ficando mais rígidos ou coxeando enquanto andam. É uma doença que causa dor ao animal, mas existem vários remédios que ajudam a aliviar as dores. Devido a isso os gatos evitam um pouco mais de se locomoverem, o que leva a uma perda na massa muscular, por isso é importante que os potes de comida e caixa de areia estejam sempre em local de fácil acesso, sem que tenham que pular ou subir escadas para usá-los.

Com o passar do tempo os bichanos velhinhos começam a beber menos água, o que pode levar a casos de desidratação, que abranda a circulação sanguínea e enfraquece o sistema imunológico, então é bom prestar atenção na quantia de água que seu animal bebe, lembrando que fontes e água em movimento são sempre mais atrativas para gatos do que água parada em um potinho.

Os rins dos gatos são os primeiros órgãos a falhar com a idade avançada, por isso é bom acompanhar a concentração de sódio na ração desde filhote. Sede excessiva e muita urina são os principais sintomas, mas que não excluem a possibilidade de qualquer outro problema como, por exemplo, diabetes, portanto é sempre bom levar a sua suspeita para o veterinário para que ele possa realizar os exames necessários.

Fonte: CachorroGato

Quatro razões pra você conversar com o seu cachorro

Não é incomum os donos de cachorros conversar com eles de vez em quando – ou sempre. Eles são tão expressivos e tem a personalidade tão forte que muita gente diz que seu cachorro “só falta falar”.

Não há dúvidas que os cães são grandes ouvintes. E além disso, parece que eles sentem quando estamos tristes, não é mesmo? Eles chegam de mansinho, ficam do nosso lado quietinhos sem esperar nada em troca.

1. Alguns cães entendem algumas palavras
Existe um Border Collie chamado Chaser que é conhecido por saber mil palavras. Antes dele tivemos o Rico, da raça Collie, uma vira-lata chamada Sofia e um Yorkshire chamado Bailey. Alguns desses cães também compreendiam categorias de objetos e podiam descrever a qualidade desses objetos, respondendo corretamente a frases simples de duas palavras. Por exemplo, em uma pilha de brinquedos, a pessoa fala: “bola azul” e o cachorro pega exatamente a bola azul.

Ainda não está claro para a ciência se esses cães-prodígio tem uma inteligência fora do comum ou se eles são iguais aos outros cães, porém foram treinados correta e intensivamente. Nós sabemos que tem palavras que precisamos soletrar para evitar que nosso cachorro se desespere, por exemplo, P-A-S-S-E-A-R. Palavras ou frases faladas rotineiramente pro cachorro acabam sendo totalmente compreendida por ele.

2. Muitos cães entendem o que dizemos, mesmo sem entender as palavras
Os sons que os humanos fazem contém emoções até mesmo antes de começarmos a falar. Cerca de 80% do significado da nossa linguagem vem da nossa linguagem corporal e do nosso tom de voz e não as palavras em si.

Um grupo de pesquisa em Budapeste constatou que o cérebro dos cães respondem à voz humana da mesma forma que o cérebro humano. Tanto cães quanto humanos usam a mesma área do cérebro para processar o sentido emocional presente na linguagem falada. Esse alto nível de sensibilidade para as emoções pode ser o motivo pelo qual diversos donos de cães dizem em pesquisas que seus cães são capazes de compreendê-los psicologicamente.

3. É bom para você

Falar com o seu cachorro pode ajudar as pessoas a enfrentar discussões difíceis. As pessoas muitas vezes costumam evitar discussões com outras pessoas falando o que pensam pro cachorro. Isso faz com que o ser humano compreenda a si mesmo e não desconte suas frustrações em outras pessoas.

Conversar com os cães também ajuda fornecendo uma companhia não-julgadora. Um cão apenas escuta e jamais julga. Isso é muito saudável quando trata-se de desabafar problemas da vida cotidiana.

4. É bom para o cachorro
Existem muitas formas de se conectar com o seu cachorro e nem todo mundo é tagarela. Normalmente, as pessoas que conversam com seus cães também mostram outros sinais de uma conexão muito forte com o cachorro, embora os homens falem menos com os cães do que as mulheres mesmo tendo o mesmo vínculo emocional com o animal.

Mas não esqueça de falar “cachorrês” de vez em quando também.
Os cães fazem um grande esforço para compreenderem a linguagem humana através da palavra, do tom de voz e dos gestos. Então nada mais justo que de vez em quando nós falarmos “cachorrês”. Por exemplo: chame seu cachorro pra brincar se movendo de repente, com a boca aberta e uma cara de “vamos brincar”. Direcione a atenção do seu cachorro para as coisas apenas olhando pra elas (é assim que uma matilha se comunica).

Embora existam pesquisas sobre como os cães entendem a linguagem humana, quase não há pesquisas a respeito dos latidos dos cães. Talvez seja hora dos pesquisadores começarem a prestar atenção no que o cão quer dizer. ?

Fonte: Tudo Sobre Cachorros

Tudo sobre a raça Setter Irlandês

Origem e história da raça

As origens exatas do setter irlandês são desconhecidas, mas as teorias mais razoável considerar esta raça para ter resultado de uma mistura de spaniels, pointers e outros setters, principalmente o inglês, mas, em menor medida, o Gordon. Caçadores irlandeses precisavam de um cão rápidos, e com um nariz que era grande o suficiente para ser visto a partir de uma certa distância. Eles encontraram o seu cão nos setters vermelhos e brancos produzidos a partir destes cruzamentos. Os primeiros canis dos setters vermelhos sólidos apareceu por volta de 1800. Em poucos anos, estes cães ganharam uma reputação por sua cor mogno rico.

Em meados de 1800, setters vermelhos irlandeses (como eles foram originalmente conhecidos) tinham vindo para a América, provando-se tão eficientes na caça de aves americanas como os irlandesas. Voltando na Irlanda, por volta de 1862, um cão que estava a mudar para sempre a raça, Campeão Palmerston, nasceu. Com uma cabeça anormalmente longa e corpo esbelto, ele foi considerado muito refinado para o campo, para o seu dono pediu que o afogassem. Outro apreciador interferiu e o cão se tornou uma sensação como um cão de exposição, ir para procriou gerando um incrível número de descendentes.

Praticamente todos os setter irlandês modernos pode ser atribuídos a Palmerston, porém o foco mudou de cão de campo para exposições de cães. Apesar disso, o setter irlandês manteve um caçador capaz e criadores dedicados tomaram medidas para manter a capacidade dupla da raça. A raça aumentou principalmente em popularidade como um cão de mostra, no entanto, mais tarde como um animal de estimação. E finalmente levantou-se a um lugar entre as raças mais populares nos Estados Unidos na década de 1970 mas desde então caiu no ranking.

Temperamento do Setter Irlandês

O setter irlandês foi criado para ser um caçador incansável e entusiasta tanto que se aproxima de tudo na vida com uma atitude bem-humorada além de estar cheio de entusiasmo e fervor. Se sair diariamente para gastar a sua energia os cães dessa raça serão excelente companheiros. Porém, sem os exercícios necessário diariamente o cachorro poderá ficar excessivamente ativo ou tornar-se frustrado. Esta é uma raça amável, ansiosos para agradar e ser parte das atividades de sua família além de ser excelente com as crianças. No entanto é menos popular como um caçador que os outros setters.

Como cuidar de um Setter Irlandês

O Setter precisa de exercício, muito exercício mesmo. Não é justo esperar que um cão com tanta energia fique quieto e sentado no seu canto. Recomenda-se um mínimo de uma hora de jogos difíceis e cansativos por dia. O Setter é um cão tão sociável que vive muito bem com a sua família. Sua pelagem precisa de escovação regular e pentear cada dois ou três dias, além de alguns recortes para melhorar a aparência.

Saúde do Setter Irlandês

Principais preocupações: Atrofia progressiva na retina, Displasia Coxoefemoral, torção gástrica.
Preocupações menores: epilepsia, megaesôfago, Osteocondrite dissecante, panosteitis, Osteodistrofia hipertrófica.
Ocasionalmente visto: Osteocondrite dissecante, epilepsia, hemofilia.
Testes sugeridos: DNA para atrofia progressiva na retina, quadril, olhos, cardíaco.
Esperança de vida: 12-14 anos.

Preço do Setter Irlandês

O valor do Setter Irlandês depende da qualidade dos pais, avós e bisavós da ninhada (se são campeões nacionais, internacionais etc).

Fonte: Tudo Sobre Cachorros

Como saber se o cachorro está estressado?

Os cães, assim como nós seres humanos, podem sofrer de estresse. Muitas pessoas podem estar se perguntando: Como descobrirei se meu cão está estressado ou não? Pode parecer estranho para muitos, no entanto, os cães demonstram nitidamente quando estão passando por um quadro de estresse.

As causas que desencadeiam o estresse nos cães podem ser de várias origens, porém uma das principais é a velha e famosa corrente. Os cães que passam várias horas presos em uma corrente tendem a sofrer de estresse. Os animais que ficam presos em banheiros ou quartos durante o dia todo podem sofrer até com a mesma intensidade. Outros fatores também importantes para serem enfatizados são: Mudança de ambiente (mudança de residência), Colocação de novos animais na casa, mudança de tutor, falta de alimento, doença ou dor em algum local , entre outros.

Os cães, como dito anteriormente, demonstram quando estão passando por estresse, por isso a observação do tutor nesse caso é indispensável. Os principais sinais que um cão pode estar estressado, são:

Inquietação: Esse sinal é um dos mais comuns de serem encontrados, principalmente aqueles que ficam presos em correntes ou em cômodos. O animal não consegue ficar parado, andando para um lado e para o outro, e às vezes, andando em círculos.

Latir excessivamente: Isso é um sintoma clássico do estresse. Os animais tendem a latir por qualquer motivo por longo período, e pode ou não ser associado com uivos noturnos.

Agressividade: Animais que são submetidos a estresse constante tendem a se tornar mais agressivos que os outros. Por conta disso, o pet pode atacar o próprio tutor.

Anorexia: Existe animal que ao passar por momento de estresse param de comer. Com isso, começa a acarretar inúmeros problemas de saúde para o pet. Se seu animal passar um dia sem querer se alimentar, algo não está correto e deve ser levado a um médico veterinário.

Desobediência: Os cães começam a não obedecer mais os tutores, principalmente em relação a comandos. Os pets também podem começar a destruir objetos dentro de casa, como: pé da mesa, fios de telefone e entre vários outros.

Lamber excessivamente:
Os cães começam a se lamber de forma excessiva, em suas patas e região genital, principalmente. Se não tratada, pode levar a fazer lesões na pele.

É importante que o tutor sempre fique de olho no comportamento do seu animal de estimação. O estresse deve ser sanado o quanto antes, e em alguns casos, é necessário a ajuda de um profissional. O animal deve viver sempre solto, livre de correntes e outros meios de cárcere. Deve também receber uma boa alimentação, e principalmente a atenção e carinho do tutor.

O animal necessita muito de atenção diária. Evite deixar seu pet sozinho o dia inteiro em casa sem ninguém, pois isso pode desencadear nele um alto nível de estresse.

Fonte: Portal do Dog

Por que meu cachorro fica me encarando?

Alguns cães fazem isso com mais frequência e outros com menos frequência, mas não é incomum um cachorro ficar encarando a gente em casa. Eles ficam olhando pra gente como se esperassem alguma coisa.

Não é difícil imaginar porque um cachorro leal fica encarando seu líder de forma tão devotada. Porém, alguns cachorros exageram: seguem seus donos para todos os lugares encarando-o firmemente como se o dono estivesse segurando um pedaço de linguiça defumada.

Vamos aos fatos: os cães amam seus donos, mas quando eles olham pra gente com tanta expectativa, normalmente não é por devoção extrema. Normalmente é porque eles acham que vão ganhar alguma coisa. E normalmente, essa “coisa” é um petisco delicioso.

Nem sempre os cães nos encaram pra ganhar comida

Os cães também encaram os donos quando não tem comida envolvida – nem esperam ganhar nenhum petisco. Na verdade, o cachorro vai atrás do dono e fica encarando-o para ganhar qualquer tipo de recompensa: uma brincadeira, uma palavra carinhosa, um carinho na cabeça, um passeio. Qualquer coisa.

Também há a chance do cachorro estar buscando atenção de alguma forma ou ele está aguardando por instruções, caso haja treinamento constante. Alguns cães podem encarar a gente para tentar saber o que queremos através da nossa expressão facial.

Troca mútua de olhares reforça os laços

Em qualquer caso, normalmente encarar o dono é algo bom. De fato, a maioria dos treinadores encorajam o cachorro a olhar para o dono antes de algum comando. E se você nunca tentou, olhar fixamente nos olhos do seu cachorro pode ser um momento prazeroso pra ambos.

Antes de você fazer isso, saiba que olhar diretamente nos olhos do seu cachorro pode ser uma chamada pra briga. A troca mútua de olhares só pode ser feita quando há um relacionamento saudável entre o dono e o cachorro. Se o cão tem qualquer traço de agressividade, essa prática pode não ser recomendada.

Como evitar que o cachorro te siga ou fique encarando

Acreditamos que poucas pessoas vão querer parar esse comportamento, afinal, muitos donos se orgulham de ter verdadeiras sombras em casa. Mas, caro você queira diminuir isso, veja essas dicas:

– Quando o cachorro ficar encarando como se pedisse comida ou petisco, ignore. Não dê o petisco nem a comida, tampouco dirija a palavra à ele.
– Quando o cachorro seguir você ao banheiro, à cozinha ou a qualquer lugar em busca de atenção, ignore completamente. Não dê carinho, não dê colo, não fale com ele ou troque olhares.

Com o tempo a tendência é que o cachorro desista. Mas sinceramente, não achamos que você quer que ele pare de seguir você! :)

Fonte: Tudo Sobre Cachorros

Tudo sobre a raça Lulu da Pomerânia (Spitz Alemão Anão)

O Lulu da Pomerânia, também chamado de Spitz Alemão Anão, é um cachorro gracioso, inteligente e ativo. Esses cães precisam de limites para não ficarem agressivos.

Família: Spitz, Norte (companhia)
Grupo do AKC: Toys
Área de origem: Alemanha
Função Original: companhia
Tamanho médio do macho: Alt: 20-27 cm, Peso: 1-3 kg
Tamanho médio da fêmea: Alt: 20-27 cm, Peso: 1-3 kg
Outros nomes: Spitz Alemão Anão/Pequeno
Posição no ranking de inteligência: 23ª posição

Origem e história da raça

O menor membro da família spitz, o Lulu da Pomerânia (ou Spitz Alemão Anão) possui entre seus antepassados os resistentes puxadores de trenó. Não se sabe exatamente quando ele começou a ser gerado em tamanho pequeno. O local também é incerto, embora a Alemanha, mais especificamente a Lulu da Pomerânia, seja o lugar mais provável. O seu ancestral mais provável é o spitz alemão. Só quando chegou à Inglaterra a raça foi chamada de Lulu da Pomerânia, mas esses primeiros cães não eram como os “Poms” de hoje. Eles chegavam a pesar 13 kg e eram geralmente brancos. Na verdade, o spitz japonês se parece muito com esses primeiros pomeranos e provavelmente descende deles. Embora o Lulu da Pomerânia tenha sido reconhecido pelo English Kennel Club em 1870, sua popularidade só cresceu depois que a Rainha Vitória trouxe um Lulu da Pomerânia da Itália. Os pomeranos da Rainha eram cães grandes e cinzas, e já nessa época os criadores preferiam espécimes menores e mais coloridos. Em 1900, os Poms foram reconhecidos pelo AKC, e os cães apareciam em uma variedade de cores, tanto na Inglaterra como na América. O Lulu da Pomerânia continuou a diminuir de tamanho. Ao mesmo tempo, a ênfase no pelo levou a sua insuperável aparência de “bolinha fofa”. Esse cão de trenó em miniatura sempre atrai admiradores e ele é tão popular em exposições quanto como cão de estimação.

Temperamento do Lulu da Pomerânia

Saltitante, corajoso e ativo, ele se dá ao máximo todos os dias. É curioso, jovial, autoconfiante (até metido) e atencioso, sempre pronto para caçar e se aventurar.

O Lulu da Pomerânia pode ser um pouco distante de estranhos. É o tipo de cachorro que vê seu dono como um ídolo e estranhos são apenas…estranhos. Eles costumam ser dóceis com os membros da sua família, mas podem desenvolver problemas como possessividade (ciúmes) com pessoas e objetos.

São cachorros bastante inteligentes e aprendem fácil o que ensinam pra eles. É importante estimular o psicológico dessa raça, com brinquedos inteligentes e brincadeiras interessantes como esconder um objeto pra ele procurar.

O Lulu da Pomerânia é bastante dócil com os membros da família, mas cuidado com sua relação com estranhos e outros cães. O Spitz Alemão tem um instinto protetor muito forte, então ele tenta sempre proteger seus donos de outros cães e estranhos, mesmo que esses não apresentem nenhuma ameaça. Por isso, principalmente pra essa raça, é importante socializá-lo desde muito cedo com outros cães e pessoas diferentes. Quando ele for filhote, chame pessoas na sua casa pra ele se acostumar à presença de estranhos. Depois que ele puder ir passear, leve-o sempre a parques e cachorródromos pra ele interagir com outros cães, com crianças e adultos. Assim seu Lulu da Pomerânia vai se acostumar desde cedo e não estranhará no futuro.

O Spitz Alemão Anão tem uma natureza curiosa, dócil, corajosa e ousada. É um cão seguro de si mesmo que se mostra distante com os estranhos, mas dócil e tranquilo com seus donos. É muito brincalhão e adora correr. Possui uma grande inteligência e precisa ser estimulado intelectualmente.

O Lulu da Pomerânia é aquele cachorro pequeno que pensa que é um Dogue Alemão. É muito curioso, corajoso e determinado, ele não tem noção do seu tamanho.

Mesmo sendo receosa com desconhecidos, a raça passa a aceitar melhor as pessoas que são aceitas e queridas por toda a sua família e, portanto, amigos e convidados de seus proprietários já podem se beneficiar com os carinhos e brincadeiras do Lulu da Pomerânia em pouco tempo de contato.

Cores do Lulu da Pomerânia

Ele pode ser preto, marrom, branco, laranja (que vai do creme até o laranja vivo) ou cinza prateado.

Como cuidar de um Lulu da Pomerânia

O Lulu da Pomerânia é ativo, mas pequeno, precisa de exercícios, mas se satisfaz com brincadeiras dentro de casa ou passeios curtos. Apesar de agasalhado por seu pelo, ele é muito ligado à família e pequeno demais para viver fora de casa. Seu pelo duplo precisa ser escovado duas vezes por semana. Mais vezes na troca de pelos (duas vezes por ano). É recomendada a tosa higiênica, que apara os pelos das patas e das regiões íntimas. A tosa completa não é aconselhada pois não faz parte do padrão da raça.

Eduque seu cachorro desde cedo pra não latir por qualquer coisa. Essa raça pode ser muito latidora e incomodar vizinhos ou mesmo as pessoas da família. Talvez o trabalho de um adestrador profissional seja recomendado.

Saúde do Lulu da Pomerânia

Principais Preocupações: luxação da patela
Preocupações Menores: fontanela aberta, hipoglicemia, luxação do ombro, Atrofia Progressiva da Retina, entrópio
Vistos Ocasionalmente: colapso traqueal, PDA
Exames Sugeridos: joelhos, olhos (cardíacos)
Expectativa de Vida: 12-16 anos

Preço do Lulu da Pomerânia

O valor do Lulu da Pomerânia depende da qualidade dos pais, avós e bisavós da ninhada (se são campeões nacionais, internacionais etc).

Fonte: Tudo Sobre Cachorros

Diabetes em Gatos – Como diagnosticar e de que forma tratar

A diabetes é uma doença que vem crescendo e preocupando os humanos, os levando a procurar uma vida mais saudável. Mas o que nem todo mundo sabe é que a diabetes tanto do tipo 1 quanto do tipo 2 vem crescendo dentro do mundo animal também, principalmente entre os gatos, e esse é um problema tão grave quanto em humanos.

A diabetes mellitus é uma doença que vem afetando cada vez mais os gatos, e suas causas e sintomas são os mesmos que nos humanos. A diabetes em gatos é uma doença que afeta a produção de insulina do pâncreas do bichinho, que acaba por produzir menos do que devia. Além das vitaminas e proteínas necessárias para a nutrição do gatinho, seu corpo também absorve carboidratos que acabam se transformando em açúcares, como a glicose. A insulina ajuda a célula a transformar a glicose em energia, e com a falta dela, essa glicose acaba se instalando na corrente sanguínea e causando hiperglicemia.

A diabetes felina está mais associada a gatos idosos ou acima do peso (por isso a incidência é maior em machos castrados), mas está cada vez mais comum gatos jovens e saudáveis serem diagnosticados com a doença. Então, assim como com os humanos, a diabetes em gatos está relacionada à uma pré-disposição do organismo, combinada com má nutrição, obesidade e sedentarismo.

Sem tratamento, a doença pode causar outros problemas com o passar do tempo, como a má mobilidade das patas e perda de massa muscular. Isso pode acarretar outros problemas sérios ao organismo do bichinho por ele ficar mais fraco, então esteja atento.

Diagnóstico e tratamento rápidos são cruciais

Para os felinos a diabetes também pode ter o tipo 1 e tipo 2, mas a maioria dos casos em gatos tem o diagnóstico de tipo 2. A diferença entre ambas é o funcionamento do pâncreas, na tipo 1 o órgão praticamente para de funcionar, e na tipo 2 a produção de insulina é insuficiente.

Mesmo sendo diagnosticado com a tipo 2 (o que é mais comum), normalmente o médico veterinário indicará insulina, mesmo que não seja um caso tão severo, mas esta decisão vai depender do quadro em que a doença for encontrada. O veterinário vai analisar o bichano e definir uma possível perda de peso e mudança de nutrição juntamente com as doses de insulina.

É importantíssimo sempre ter os exames em dia para a melhor definição de tratamento. Em muitos casos o gatinho consegue entrar em remissão clínica, que quer dizer que ele não precisaria mais das injeções e passaria a viver somente com hipoglicêmicos. O que não quer dizer que seja regra, cada caso é um caso. Por isso, o diagnóstico tem que ser preciso e o tratamento rápido, para dar o melhor resultado.

Mas como saber se meu gatinho está diabético? E como evitar?

Descobrir que seu bichano está doente não é uma tarefa muito fácil, pois gatos tem instinto de não mostrarem facilmente dor ou doenças. Para evitar descobrir a doença muito tarde, tenha sempre muito cuidado com a nutrição e o peso do seu bichinho. As pessoas tem costume de achar gatos gordos bonitos, mas o peso é uma grande ameaça à saúde do animal. Sempre controle o peso do seu gato de acordo com a estatura, principalmente se seu gato for de uma raça grande e pesada.

Entre os principais sintomas da diabetes felina está a necessidade de beber mais água do que o normal, e graças a isso acabam urinando muito mais do que o normal. Algo muito comum é a fome constante e sem ganho de peso, mesmo depois de ter comido muito. É crucial conhecer seu gato para saber se ele mudou seu comportamento com a comida e a água, pois são os primeiros sinais de diabetes.

Uma característica importante dos gatos é que quando estão doentes, costumam ficar quietinhos e letárgicos. Isso é um sintoma que serve para várias doenças além da diabetes, então, mesmo se seu gato não está apresentando os outros sintomas e estiver mais quieto que o normal, corra para o veterinário.

Em relação ao veterinário, é importante lembrar que, mesmo com um animalzinho saudável, é indispensável a ida ao veterinário no mínimo uma vez por ano, para exames de rotina. Ouça sempre o médico quando se trata de alimentação e exercícios diários do seu bichinho, para evitar tanto a diabetes, como outras doenças. A melhor maneira de evitar a diabetes em gatos é mantê-los saudáveis e ativos, sempre dispondo da melhor alimentação e muito carinho.

Fonte: CachorroGato

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