Gatos e crianças: guia completo

Os gatos podem ser um excelente complemento para as famílias com crianças. Eu tenho visto gatos se tornarem os mais amados e queridos amigos de muitas crianças. Se você tem filhos e estão tentando decidir entre adicionar ou não um gato a sua família, ou se você já tem um gato e estão trazendo uma nova criança a família, então este artigo pode ajudar. Há várias considerações importantes sobre a escolha do gato certo no momento certo. O artigo também irá explorar por que os gatos são, às vezes, melhores animais que os cães para crianças pequenas, bem como preocupações com a saúde das crianças e gatos vivendo no mesmo lar.

Como uma criança, eu cresci com gatos em casa e como veterinário e um pai de dois meninos que partilham nossa casa com dois gatos, encaro as alegrias e os problemas das crianças e gatos diariamente.

Escolhendo o gato certo para a criança certa na hora certa

Trazer um gato para casa com crianças requer certos cuidados por parte dos pais. Eu sempre encontro donos infelizes, ou mais comumente um gato infeliz que foi trazido para a família por todos os motivos errados. Paternidade responsável e ser dono de animais com responsabilidade são coisas muito semelhantes na medida em que eles requerem 100% de empenho dos pais e proprietário do animal. Um novo gatinho exigirá inicialmente tempo todo dia para cuidados, brincadeiras, socialização e formação. As crianças provavelmente fornecerão bastante brincadeiras e socialização, mas o cuidado, limpeza da caixa de areia e treinamento serão responsabilidade dos pais. Certifique-se de que toda a família está empenhada em trazer um novo animal para casa, caso contrário, não é justo para o animal ou a família. Se os pais tiverem quaisquer reservas sobre como adquirir um novo gato, eu, muitas vezes, os desencorajo até que eles tenham mais tempo ou as crianças estejam mais velhas e possam assumir um papel mais ativo no cuidado do bichinho.

Casas com crianças são muitas vezes mais barulhentas e mais estressante do que casas sem eles. Escolher um gato ou gatinho que seja mais “descontraído” é muitas vezes o melhor lugar para começar. Quando penso no gato perfeito para toda a família um grande, castrados, macho, amarelo, pelo curto vem à mente. Tenho visitado frequentemente uma fazenda e encontrei um gato semelhante deitado ronronando constantemente em uma carrinho de boneca vestido de roupas de boneca enquanto uma sorridente garota de 5 anos o empurra pela fazenda.

Gatos amam atenção gentil e respondem ao carinho. Crianças pequenas e como no meu caso, meninos, estão muitas vezes mais interessado em perseguir o gato do que acaricia-lo, de forma que, se você tiver crianças ativas ou agressivas um gato pode ser muito tentação para eles e não vai será uma boa escolha para um animal de estimação.

Os gatos são mais versáteis do que cães e são capazes de pular de um lugar e sair do caminho das crianças pequenas. Os gatos também representam menos ameaça ao morder ou ferir uma criança, e, portanto, podem ser uma escolha mais adequada que um cão para crianças pequenas. No entanto, lembre-se de que alguns gatos nunca se adaptarão bem estando em uma família com crianças e algumas crianças nunca gostarão ou serão capazes de bem cuidar corretamente de um gato. Decidir trazer um gato para sua família com crianças é uma decisão muito importante e não deve ser tomada rapidamente.


Trazendo um novo gato para uma família com crianças

Uma vez que você tomou a decisão de trazer um gato para sua casa e escolheu o companheiro perfeito para seus filhos, você deve gastar um tempo até que sua casa está pronta. Passe e proteja sua casa do gato, tomando cuidado especial para eliminar os perigos para um gatinho. Designe uma área facilmente acessível mas ainda a prova de crianças para a caixa de areia e a comida. Faça uma reunião em família e faça uma lista de regras e deveres sobre o novo gato e pendure-a na porta da geladeira. Porque a responsabilidade e o potencial risco de saúde envolvidos na caixa de areia, eu sempre recomendo que os pais assumam a tarefa da limpeza dela.

Novos gatinhos e gatos necessitarão de várias semanas de silêncio quando são levados pela primeira vez a um novo lar. Limite brincar a vários sessões curtas por dia e certifique-se de que o gatinho não é incomodado quando dorme. Uma porta para gato levando-o a uma sala silenciosa com comida, água, caixa de areia e uma área de dormir é uma ótima idéia para casas com crianças pequenas.

Decida onde o gato pode, ou o que é mais provável, não pode dormir. Enquanto há muitos defensores que permitem que os gatos durmam na cama com seus donos, chamo a atenção dos pais das crianças pequenas contra esta prática. Enquanto os riscos para a saúde são pequenos, parasitas externos como pulgas e carrapatos, bem como fungo, podem ser transmitidos de gato para as pessoas. Se as crianças têm alergias, então os gatos devem ser desencorajados a dormir com eles ou em seus quartos.

Trazendo um novo bebê para uma casa que já tem um gato

Eu sempre recebo chamadas telefônicas de pais ansiosos preocupados com o risco de trazer um novo bebê para uma casa que já tem um gato residente. Eu sempre os tranquilizo dizendo que, se alguns ajustes simples forem feitos tanto o gato quanto o bebê se darão maravilhosamente bem. A preocupação mais comum é a de saber se há o risco deixar um gato dormir com o bebê e o sufocamento. Enquanto eu lhes asseguro que nunca ouvi que isso possa acontecer, eu os alerto que é bem conhecido que há uma forte correlação entre posição do sono e síndrome de morte súbita do lactente (SMSL). Os pediatras têm recomendações severas para o tipo de cama e cobertores usados, bem como nunca colocar animais de pelúcia e outros brinquedos na cama com bebês ou crianças pequenas. Devido ao risco de asfixia, nunca é aceitável permitir um gato na cama de uma criança com menos de três anos de idade. Em nossa casa, os nossos gatos não estão permitidos a irem nos quartos das crianças e existe uma porta que pode ser fechada para mantê-los fora à noite.

Alguns gatos têm dificuldade em se ajustar a um novo bebê no começo. Os novos pais estão muitas vezes ocupado, cansados e focados no novo bebê. O gato que um dia foi o centro de todas as atenções, agora está no banco de trás por causa do novo bebê. Antecipando isso e os possíveis problemas que possam surgir, o dono do animal deve procurar atenuar o choque introduzindo lentamente os novos móveis para o bebê, cobertores, etc., ao longo de um período de tempo. Depois da chegada do bebê, certifique-se de reservar um tempo todos os dias para cuidados e brincadeiras com o gato. O período de adaptação pode demorar um mês ou mais, mas quase todos os gatos se ajustam depois de um curto espaço de tempo. Adicionar um novo gato a família, neste momento, como um companheiro para o seu gato não é sempre uma boa idéia. Um novo gatinho irá apenas acrescentar ao estresse do outro, bem como tomar mais tempo do dono separando-os para seus cuidados.

Preocupações com a saúde

A maioria dos problemas de saúde que envolvem crianças e gatos têm relação com os bebês e crianças pequenas e giram em torno das crianças que entram em contato com as fezes dos gatos. Helmíntica, o protozoário Toxoplasma, e certas bactérias podem ser transmitidos para as crianças que ingerem fezes do gato. Por este motivo, recomendo que as crianças não brinquem ou limpem a caixa de areia. Caixas de areia exteriores e pilhas de sujeira também são um lugar onde as crianças podem entrar em contato com as fezes dos gatos. Invista em uma caixa de areia que possa ser coberta. Em nossa casa, eliminamos o uso da areia e usamos cascalho. É muito mais limpo e os gatos não são atraídos por eles como a areia.

Mantenha seu gato vacinado contra a raiva, assim como frequentes vermifugações e controle de parasitas uma vez por mês com medicações tópicas. Eu aplico mensalmente medicações tópicas em meus gatos à noite, depois que as crianças foram para a cama e os desencorajo a manusearem os gatos por 24 horas. Os reguladores de crescimento de pulga como programa têm se mostrado muito seguro para os gatos e as crianças que lidam com eles. O fungo tinhas é um fungo transportado por alguns gatos que pode infectar as crianças. Enquanto o fungo é irritante, não é um grave problema de saúde em crianças saudáveis e podem ser facilmente tratados com uma receita de creme antifúngico. Se você suspeitar que seu gato ou filho possa ter tinhas, você deve procurar um médico veterinário e conselhos médicos e cuidados.

Mordidas de gatos ou arranhões são outra preocupação médica comum. Devido ao risco de infecção, particularmente da bactéria Bartonella henselae que pode causar infecção grave conhecido como “febre da coceira de gato”, arranhões e mordidas de gatos devem sempre ser tratados com seriedade. Limpe e desinfete todos os arranhões e mordidas, e procure assistência médica imediatamente se houver qualquer sinal de infecção, dor ou febre.

Evitar arranhões ou mordidas é crucial. Ensine seus filhos a lidar e tratar os gatos corretamente. Use intervenção para evitar mordidas e arranhões. As crianças e os gatos nunca deve ser deixado sem supervisão, e seja particularmente cauteloso com gatos desconhecidos. Se você tem um gato que é intolerante e agressivo com as crianças, procure consultoria veterinária profissional e treinamento. Separação ou colocação em um lar sem crianças pode ser necessário em alguns casos.

Soluções simples para problemas comuns

A seguir está uma lista de alguns problemas gatos/criança que surgem e uma lista de possíveis soluções.

A criança que brincar na caixa de areia
– Colocar um portão de criança.
– Coloque a caixa de areia fora do alcance em uma mesa ou prateleira.
– Coloque a caixa em uma sala com uma porta que uma criança não possa abrir e instale uma porta para o gato.

A criança come a comida dos gatos
– Colocar um portão de criança.
– Coloque a caixa de areia fora do alcance em uma mesa ou prateleira.
– Coloque a caixa em uma sala com uma porta que uma criança não possa abrir e instale uma porta para o gato.

O gato fica na cama da criança
– Coloque uma porta no quarto da criança.
– Desencoraje o gato a entrar no quarto da criança.
– Forneça ao gato um poleiro ou sua própria cama.

O gato usa a areia das crianças como caixa de areia
– Use uma tampa na areia.
– Substitua a areia por cascalho.
– Retire a areia completamente.

As crianças perseguem e preocupam o gato
– Dê ao gato um poleiro alto que as crianças não possam alcançar.
– Dê ao gato um quarto para escapar e uma porta de gato.

Gato agressivo com as crianças
– Incentive as crianças a não pegarem o gato.
– Deixe as crianças alimentarem o gato e dê a ele mimos.
– Contacte um veterinário especialista em comportamento de gato.

As crianças podem desenvolver maravilhosos relacionamentos com seus gatos. Para ajudar a garantir isso, siga algumas precauções de senso comum e escolha o gato certo no momento certo para seu filho. Tanto a criança quanto o gato exigem um grande investimento de tempo e energia. Você descobrirá que se puder dedicar tempo para ambos, sua recompensa será muito maior do que qualquer dinheiro jamais poderia comprar.

Fonte: Tudo Sobre Gatos

Vacinação de Cães em Detalhes

A vacinação em cães é algo que todos os donos de pets devem ter em mente quando adicionam um novo amigo canino a família. Prevenindo os cachorros de doenças que vão das mais simples e corriqueiras até as mais graves e fatais, as vacinas disponibilizadas para cães nos dias de hoje podem ser a solução perfeita para que seu pet tenha uma vida longa e saudável.

Parvovirose, cinomose, tosse dos canis, giardia e raiva são apenas algumas entre as diversas doenças que podem ser prevenidas no seu pet por meio da vacinação em cães. Entretanto, os proprietários de animais de estimação caninos devem ter em mente que, apesar de as vacinas serem primordiais para evitar muitas doenças, elas também podem causar problemas se não forem administradas da maneira correta; aumentando a chance de que seu pet desenvolva males crônicos em função do excesso de medicação.

Ao adotar um cachorrinho, é essencial que o seu responsável procure se informar bem em relação às datas e os tipos de vacina mais importantes para o animal, e uma visita a um profissional veterinário se faz necessária neste momento, já que ele é capaz de esclarecer todo tipo de dúvida em relação à vacinação em cães e, ainda, indicar os locais mais adequados para que esta importante medicação seja administrada.

Boa parte das principais vacinas animais – assim como no caso dos seres humanos – devem ser dadas aos animais ainda filhotes, sendo que algumas delas necessitam de reforços em períodos determinados de tempo. Por isso, consultar um médico veterinário logo após a adoção de um filhote é tão importante, pois, a partir de cerca de 45 dias de vida os cachorros já podem ser devidamente imunizados para evitar problemas de alta gravidade ao longo da vida.

Calendário de vacinação

Para que nenhuma das principais vacinas para a saúde do seu pet não seja esquecida, é importante que se saiba quais são elas e, com o calendário abaixo, é possível organizar melhor as imunizações de seu bichinho de estimação – que devem ser iniciadas a partir dos 60 dias de vida do animal e ter intervalos de 21 dias entre elas:

Vacina VX (1ª dose polivalente = V8 ou V 10)
Vacina VX (2ª dose) + Vacina TC (1ª dose de imunização da Tosse dos Cães)
Vacina VX (3ª dose) + Vacina TC (2ª dose)
Vacina GI (1ª dose contra Giárdia)
Vacina GI (2ª dose) + Vacina VR (Anti Rábica)

Vacinação em filhotes

Além de prevenir seu pet de doenças ao longo da vida, a vacinação é importante, principalmente, para os filhotes de cães – que contam com um sistema imunológico ainda frágil nessa fase da vida e, com isso, ficam ainda mais propensos a seren infectados por diferentes vírus e bactérias. Recomenda-se, inclusive, que filhotes ainda não vacinados evitem o contato com animais que, mesmo vacinados, saiam à rua. Mesmo em clínicas veterinárias, é preciso que os pets permaneçam no colo dos donos, evitando a possibilidade de algum contágio.

Na grande maioria dos casos, a vacinação em cães segue um calendário bastante específico, sendo que as vacinas chamadas de V8 e V10 são as mais indicadas e importantes para os filhotes, conhecidas, também, como vacina polivalente, combinada ou múltipla. A diferença de numeração das vacinas fica por conta da quantidade de antígenos que elas têm, sendo que, enquanto a V8 protege contra a Leptospira Canicola e a Leptospira Icterohahemorrhagiae, a V10 inclui, além destes, os antígenos para Leptospira Grippotyphosa e Leptospira Pomona.

Em teoria, optar pela vacina para cães de maior numeração seria a melhor escolha, já que poderia prevenir o animal de mais doenças, no entanto, o alto número de antígenos não é, necessariamente, indicado para todos os cães. Como os subtipos das doenças variam de acordo com as diferentes regiões do mundo, muitos cachorros podem viver em locais onde determinados subtipos não existem e, portanto, não haveria motivos para a imunização.

Administrada em três doses, as vacinas V8 ou V10 devem ser dadas ao seu bichinho de estimação quando ele tiver, respectivamente, 45, 66 e 87 dias de vida; e devem ser renovadas anualmente para garantir sua eficácia. Ao completar 129 dias de vida, os filhotes devem tomar a vacina contra a raiva, garantindo a imunidade de mais uma doença.

No caso de filhotes que por algum motivo não terminaram o desmame ou não contam com o conhecimento sobre o histórico de vacinas da mãe, a primeira dose a ser tomada é a de proteção contra a cinomose e a parvovirose. Sendo esta é uma vacina específica para esse tipo de caso, é preciso que um veterinário seja consultado, pois somente ele poderá indicar quais medidas adicionais devem ser tomadas para que seu cãozinho fique com saúde. Esta é uma medida aplicada antes do início oficial do protocolo de vacinação.

Doenças prevenidas pelas vacinas

As vacinas polivalentes (V8 ou V10) garantem a proteção dos cãezinhos contra sete doenças específicas, sendo que as vacinas contra raiva, giardia e tosse dos cães também são extremamente importantes para manter a saúde dos cachorros (e devem ser administradas de acordo com o calendário exposto anteriormente), conforme você confere abaixo:

Cinomose
Altamente contagiosa, a cinomose é transmitida pelo contato direto entre um animal infectado e outro sadio, ou por objetos infectados pelo vírus, podendo levar os cães não vacinados à morte. Assintomática em alguns casos, a doença pode afetar todo o organismo do cachorro acometido, causando desde vômitos, diarreias e falta de apetite até paralisias, convulsões, lesões medulares e cerebrais. Conheça mais sobre a Cinomose

Hepatite Infecciosa Canina
Também conhecida como Doença de Rubarth, a Hepatite Infecciosa Canina é transmitida pelo contato do cão com secreções, excrementos ou sangue contaminado pelo Adenovírus Canino 1 (CAV-1). Afetando a função hepática do animal, a doença também pode causar alterações no Sistema Nervoso Central e seus sintomas incluem febre, dor abdominal e vômitos nos casos mais leves; desencadeando ataques convulsivos, depressão e coma nos quadros mais graves.

Adenovirose
Causada pelo Adenovírus Tipo II, a Adenovirose é responsável por problemas respiratórios em cães acometidos pela doença, que facilita novas infecções e, consequentemente, quadros mais graves e complicados, como pneumonias.

Coronavirose
Fatal em alguns casos, a Coronavirose tem o Coronavírus Canino como agente transmissor, encontrado nas fezes de animais infectados. Tendo crises de vômitos e diarreias como principais sintomas, a doença pode desencadear febre, excrementos com sangue, depressão, perda de apetite e desidratação.

Parainfluenza Canina
Uma das causadoras de tosse em cães, a Parainfluenza Canina é transmitida pelo contato direto entre animais sadios e animais infectados com o vírus da doença, causando tosses graves, secreções, febre e coriza. Em casos mais graves, pode debilitar o sistema imunológico do animal, facilitando outras complicações que podem ser letais.

Parvovirose
Muito contagiosa e uma das mais letais em filhotes, a Parvovirose Canina é transmitida pelo contato de animais sadios com fezes e secreções contaminadas, e pode ser fatal aos cães não tratados. Diarreia, vômitos e desidratação estão entre os sintomas da doença, que pode, ainda, causar depressão, problemas respiratórios e a morte súbita de filhotes aparentemente saudáveis. Conheça mais sobre a Parvovirose

Leptospirose Canina

Transmitida pela urina dos ratos, a Leptospirose Canina é uma zoonose, e pode ser classificada em 4 sorotipos diferentes: Icterohahemorrhagiae, Canicola, Grippotyphosa e Pomona. Desânimo, vômitos, hemorragias, diarreia e dor abdominal são alguns dos sintomas da doença, que pode evoluir para doenças renais crônicas e levar o cão à morte. Conheça mais sobre a Leptospirose Canina

Giárdia
Causada pelo protozoário Giárdia Lamblia, a giárdia é uma das causas de problemas intestinais em cães mais comuns. Transmitida pelo contato direto com outros animais e principalmente pela água, a doença tem diarreia, vômitos, dores abdominais, perda de peso e desidratação entre os seus principais sinais, embora uma grande parte dos infectados permaneçam assintomáticos. O diagnóstico da giárdia é feito pela análise das fezes do animal, e o tratamento da doença inclui a vermifugação e a administração de antibióticos. Conheça mais sobre a Giárdia

Tosse dos Canis
Também chamada de Traqueobronquite Infecciosa Canina, a Tosse dos Canis é uma doença que afeta o sistema respiratório dos cães, causando crises intensas de tosse. Filhotes e cachorros adultos doentes são os que tem maior probabilidade de contrair o problema, que tem o Parainfluenza Vírus, Adenovirus Tipo 2 e a bactéria Bordetela Bronchiseptica como agentes. Altamente contagiosa, a doença é transmitida pelo contato de cães sadios com animais infectados ou por aerossóis (gotículas eliminadas pelos espirros).

Raiva
Transmitida por meio do contato de um cão sadio com a saliva de um animal infectado, a raiva canina é fatal em quase 100% dos casos, sendo considerada uma das zoonoses mais perigosas. Incurável, a doença só pode ser prevenida por meio de vacinações anuais, e se manifesta de três maneiras distintas: Raiva Furiosa, Raiva Muda e Raiva Intestinal. Agressividade exagerada, salivação constante, mudanças de comportamento e paralisia são alguns dos seus sintomas, que evoluem até que o animal chegue ao óbito. Conheça mais sobre a Raiva Canina

Reações da vacina em filhotes

Alguns filhotes podem apresentar um comportamento estranho após a administração das vacinas, no entanto, na maioria das vezes isso não é motivo para preocupações. Pelo fato de a vacina conter, justamente, uma amostra dos antígenos aos quais imunizará, é comum que os cães fiquem um tanto apáticos e com aparência cansada nas primeiras 24 horas após a aplicação do medicamento. Isto se dá devido à dor da aplicação e a febre esperada pela reação do animal à vacina aplicada.

O indicado nesses casos é simplesmente manter o animal em repouso, já que seu corpo está trabalhando para assimilar a vacina em seu sistema imunológico. Caso o cão filhote siga com o comportamento alterado após esse período inicial, é recomendado que um profissional veterinário seja procurado, para que possa examinar o pet e dar mais orientações sobre como ele deve ser cuidado.

Vacinação em cães adultos

Assim como no caso dos filhotes, as vacinas V8 ou V10 devem ser administradas aos cães adultos – tenham eles um histórico prévio de vacinação ou não. No caso do que nunca foram imunizados, diferente dos filhotes que ainda não tem o sistema imune formado, só é necessário uma dose de cada vacina para início da imunização, e renovadas anualmente. Para os que já contam com vacinas no histórico, a simples manutenção anual já é o suficiente para manter o pet protegido.

Embora não haja nenhum caso de má formação dos filhotes em função de vacinas para cachorros, as cadelas gestantes não devem receber esse tipo de medicação enquanto não tiverem seus filhos, pois a eficácia dos antígenos pode ser prejudicada. O ideal é que a cadela seja vacinada (conforme indicado anteriormente) ainda filhote ou somente após o nascimento dos filhotes.

Que precauções tomar na hora da vacinação em cães?

Vale lembrar que, para que as vacinas tenham total eficácia, o pet deve estar em bom estado de saúde quando for receber a medicação. Sinais como febre, diarreia ou algum tipo de secreção nasal ou ocular podem ser indicadores de que a aplicação deve ser adiada por algum tempo; tendo em vista que, em animais com algum tipo de problema de saúde, podem acontecer falhas da vacina em função do organismo debilitado do animal, que é medicado, mas não fica protegido contra as doenças.

Além disso, alguns cuidados também devem ser tomados para que o processo de vacinação no pet seja mais tranquilo, tanto para o animal como para quem for administrar as vacinas nele. No caso dos cães grandes, é indicado que estejam presos pela coleira e acompanhados por pessoas de tamanho suficiente para controlá-los na hora da aplicação – quando tendem a ficar bastante agitados – e não é aconselhável que crianças sejam as escolhidas para ficar junto ao pet na hora do processo.

Os cachorros mais nervosos devem sempre estar com a focinheira na hora da administração da vacina, já que podem reagir de maneira agressiva e machucar tanto quem aplica a medicação como seu próprio dono.

Também é primordial que as datas e períodos entre as vacinas sejam respeitados de acordo com a indicação do veterinário, já que sua eficácia pode ser comprometida no caso da administração errada.

Onde vacinar seu cão

A nossa indicação para a vacinação é sempre com um médico veterinário. O exame clínico, a decisão de quais vacinas a serem tomadas e o acesso à vacinas de qualidade superior são essenciais para a boa manutenção da saúde do animal e tais cuidados somente serão possíveis com a ajuda destes profissionais. Além de que, a validação da vacinação somente será aceita com o carimbo e a assinatura de um Médico Veterinário.

Fonte: CachorroGato

Manchas de lágrimas: Lágrima ácida em cães

Muitos donos de cães de determinadas raças reclamam de manchas de lágrimas em seus cães. Isso, na medicina veterinária, é chamado de Epífora.

Assim como os humanos, os cães produzem uma secreção nos olhos, as lágrimas, para manter os olhos lubrificados e livres de corpos estranhos (pelos, ciscos, etc). Na maioria das raças, essas secreção é drenada pelo ducto nasolacrimal, porém, em algumas raças a lágrima acaba “vazando” e atingindo a região externa dos olhos. Quando essa lágrima está muito ácida, ela acaba manchando a região.

As raças que normalmente apresentam manchas de lágrima são: Cavalier King Charles Spaniel, Poodle, Maltês, Bulldog Francês, Bulldog Inglês e Shih Tzu, embora outras raças não estejam totalmente livres das manchas.

As manchas de lágrima acontecem porque o ducto lacrimal não consegue absorver toda a lágrima produzida e há, assim, um derramamento de lágrima na região. Quando entra em contato com os pelos, a lágrima sofre a ação de bactérias que existem na pele e na pelagem. Daí ocorre a alteração da cor dos pelos da região.

Possíveis causas das manchas de lágrima

No caso dos cães braquicefálicos (de focinho achatado, como o Bulldog Inglês e o Bulldog Francês), o derramamento das lágrimas tem a ver com a anatomia da face. Como o globo ocular é mais saltado, isso acaba comprometendo a drenagem da lágrima, que não ocorre de forma suficiente e acaba derramando lágrima para fora dos olhos. É como quando você chora e seu ducto lacrimal não consegue absorver tudo, então sua lágrima escorre em direção ao nariz.

No caso das raças não braquicefálicas como Poodle, Maltês e alguns terriers, normalmente as manchas acontecem porque eles tem muito pelo ao redor dos olhos e isso acaba irritando a região e aumentanto a produção de lágrima. Manter essa região sempre aparada e verificando se não tem pelos entrando constantemente nos olhos do cão é uma boa saída.

Outras causas do derramamento de lágrima: obstrução do canal lacrimal, deformações na pálpebra, inflamações etc. Leve seu cão ao veterinário para se certificar de que não há nenhum problema físico ocasionando o excesso de lágrima.


Como acabar com as manchas de lágrima

Se não houver nenhum problema físico com seu cachorro, apenas o excesso de lágrimas normal e a acidez, existem algumas coisas que você pode fazer para melhorar esse problema.

Atenção: antes de fazer qualquer coisa, converse com seu veterinário.

1. Alimentação
A ração Hills não tem nenhuma comprovação científica de que resolve a questão do PH das lágrimas do cachorro. O próprio fabricante não se posiciona dessa forma e não se compromete em relação à eficácia no tratamento das manchas de lágrimas. Fato é que ao longo dos anos, os proprietários e veterinários constataram que essa ração reduz o PH das lágrimas e evita as manchas. Mas não basta dar a ração. A ração é boa pra prevenir o problema, não para casos em que o cão já está manchado. Além disso, qualquer coisa que altere o PH da lágrima irá comprometer o resultado. Isso inclui petiscos, biscoitos, bifinhos, frango, cenoura, etc. Deve-se dar apenas a Hills, que inclusive é uma excelente ração super premium. Um biscoitinho vez ou outra não atrapalha, só não pode tornar isso um hábito e dar diariamente.

2. Limpeza
É importante manter a região sempre seca. Use uma gaze para limpar com soro fisiológico e em seguida uma gaze seca para deixar o mais seco possível. Se der, faça isso duas vezes ao dia.

3. Angel’s Eyes
Nos EUA, esse produto é muito famoso por resolver o problema das lágrimas dos cães. É um pó que você mistura na ração por 2 meses (nunca mais que isso). Os resultados são impressionantes. Claro, seu veterinário precisa estar ciente se está ok para o seu cão consumir esse produto. Leve as informações da embalagem ou envie pro seu veterinário e pergunte se seu cão pode fazer o tratamento. Não faça nada sem o conhecimento dele.

Fonte: Tudo Sobre Cachorros

Tudo sobre a raça Bengal

O Bengal é uma raça relativamente recente, descendente direto do leopardo asiático, ou gato-leopardo. O leopardo asiático é um gato selvagem encontrado principalmente no sudeste da Ásia. O nome da raça remete ao nome científico usado para classificar este gato selvagem, Prionailurus Bengalensis.

História da raça Bengal (Gato-de-Bengala)
Relativamente recente, a criação da raça Bengal ocorreu coo resultado de cruzamentos seletivos entre diferentes espécies selvagens, como o leopardo asiático, um gato nativo da região sudeste da Ásia. Esses felinos foram criteriosamente entrecruzados com gatos domésticos, e o resultado não foi nada menos do que espetacular. A aparência selvagem que remete a lembrança aos grandes felinos está muito presente neste belíssimo e elegante gato de pelo curto, que apesar da bela aparência selvagem, reúne todas as características comportamentais dos gatos domésticos.

A criação desta fantástica raça começou a obter notoriedade somente a partir da metade do século 20, quando a reprodução desses animais começaram a ganhar força nos Estados Unidos. A ideia central da criação desta raça era extamente manter os traços e aparência dos leopardos selvagens, e ao mesmo tempo, trazer dos gatos domésticos o temperamento dócil e afetuoso.

Como se trata de uma raça de criação relativamente recente, apenas ao final do século 20 estabeleceu-se a fixação de um tipo para a raça, e o primeiro standard oficial para a raça Bengal foi estabelecido somente ao final dos anos de 1980. A parir desse standard, a raça passou a obter o reconhecimento em diversas associações e começou a ser exibido nas exposições de felinos em todo o mundo.

Descrição e aparência da raça Bengal

O Bengal, também conhecido em países de língua portuguesa como Gato-de-Bengala, é um gato de tamanho médio a grande, musculoso, robusto, apresentando formato de corpo alongado. A cabeça da raça Bengal é relativamente grande, porém pequena em relação ao tamanho do corpo, apresenta-se ligeiramente mais longa do que larga e com contornos arredondados. Quando observada de perfil, a cabeça do Bengal apresenta uma leve curvatura que se estende até a cana do nariz.

As orelhas do Bengal tem tamanho pequeno quando comparadas ao tamanho da cabeça em si, são arredondadas na ponta, pontiagudas e apontadas para a frente. Os olhos do gato Bengal são grandes, ligeiramente oblíquos e tem formato ovalado.

A cauda do Bengal apresenta comprimento médio, larga na base, afilando em direção a ponta. A pelagem da raça Bengal é curta, muito macia, abundante, brilhante e sedosa. Todas as cores são aceitas, com exceção do azul e do azul-claro. As marcações citadas como as permitidas para a raça Bengal são quatro: brown spotted tabby; brown spotted marble; snow spotted tabby e snow spotted tabby. As manchas escuras são características da raça e muito apreciadas pelos criadores, que preferem os exemplares de cor alaranjada ou avermelhada, podendo variar ainda em diversas tonalidades de castanho. Já as manchas são em geral em tons mais escuros, que podem variar desde o canela, chocolate ou preto.

Temperamento da raça Bengal

Ao longo do tempo, a reprodução dos exemplares da raça Bengal passou a ser rigidamente controlada por seus criadores, com a finalidade de manter as características típicas da raça, aprimorando cada vez mais a qualidade dos exemplares.

Os exemplares classificados como puros, devem apresentar o comportamento desejado, além dos traços físicos característicos desta raça. Esses felinos devem ser carinhosos, de fácil socialização e especialmente dóceis.

Essa docilidade deve ser equilibrada com um certo ar de ferocidade, sem comprometer o seu caráter estritamente equilibrado e companheiro.

Os gatos da raça Bengal são frequentemente descritos por seus donos como gatos inteligentes, capazes de interagir com seus familiares e até de demonstrarem um certo comportamento canino, pedindo atenção através de ronronares e seguindo seus donos pela casa. É por outro lado, um gato considerado independente, característica facilmente explicada pela manutenção de seus genes herdados dos ancestrais selvagens. Mesmo assim, o verdadeiro Bengal é um gato que inspira confiança e nunca ameaça atacar ou ferir o seu dono.

São apontados por seus proprietários como gatos especialmente curiosos, ativos e brincalhões. Adoram fazer exercício ao ar livre, correr e escalar, e ao contrário de outros gatos, são capzes de tolerar a água de maneira notável, demonstrando interesse até mesmo de ocasionalmente brincar na água. Esses belíssimos e elegantes felinos são considerados excelentes caçadores, fisicamente fortes e notavelmente ágeis.

O Bengal é um gato de reflexos rápidos, excelente escalador e vai demonstrar sua atleticidade em todas as oportunidades que lhe forem dadas. Em ambientes externos, esses gatos adoram subir em muros e árvores, e dentro de casa vão aprender muito rapidamente quais são os locais altos onde eles podem ficar e observar por cima todo o ambiente ao seu redor.

Fonte: Guia de Raças

Quantidade ideal de ração

A quantidade de calorias que um cão precisa depende de seu tamanho, raça e nível de atividade. Esta matéria contém um guia para você saber de quanto alimento seu cão precisa.

Cães precisam de uma dieta balanceada, dos nutrientes e calorias corretos, suficientes para suprir suas necessidades energéticas. As rações secas hoje em dia são perfeitas e já vem com tudo o que seu cão precisa pra ter uma vida longa e saudável. Invista numa boa ração, de preferência super premium.

O número de calorias de que um cão necessita depende de seu tamanho e da quantidade de exercí­cios que faz. Outro fator importante é o estágio de vida: cães idosos, em crescimento, fêmeas esperando filhotes ou lactantes têm necessidades energéticas específicas.

Quantidade de ração para cães


Filhotes a partir de 45 dias de idade

Ração para filhotes certamente é a melhor opção. Existem muitos tipos (secas, semiúmidas ou úmidas), sabores (carne, frango, carneiro, fígado, etc.) e marcas no mercado. Na primeira consulta, o veterinário recomendará o tipo de ração que você deverá fornecer ao filhote. A quantidade de ração a ser dada varia com a raça e o peso do animal. Os fabricantes de ração, na própria embalagem do produto, fazem a recomendação da quantidade ideal. Sempre siga a quantidade recomendada na embalagem.

Mesmo que o filhote rejeite a ração, insista. Não fique tentando oferecer outro tipo de alimento como carne e arroz, isso só vai piorar. Misture ração úmida, em latinha ou sachê, junto com a ração seca para torná-la mais atrativa.

Cães a partir de 1 ano de idade
Ração para cães adultos: seca, úmida ou semi-úmida, 2 vezes ao dia. Você pode misturar ração seca com ração úmida, seguindo a proporção indicada pelo fabricante. Observe a quantidade em gramas da ração para adultos na embalagem.

Cães adultos com baixo nível atividade

Cães pequenos com menos de uma hora de atividade diária
Um cão desta categoria precisa de 110 a 620 calorias por dia, dependendo do tamanho (certifique-se com o veterinário). Como tem um ní­vel relativamente baixo de atividade, evite dar alimento demais, pois isso pode levar ao excesso de peso. Evite dar restos de alimentos. Eles podem aumentar em muito a quantidade de energia ingerida. Se possí­vel, tente aumentar a quantidade de atividade que ele faz para de uma a duas horas diariamente. Lembre-se, sugestões de consumo energético são apenas guias, cães podem variar, mesmo tendo o mesmo peso e ní­vel de atividade, o mesmo ocorre com raças diferentes.

Cães de tamanho médio com menos de uma hora de atividade diária

Esta categoria de cão precisa de 620 a 1.230 calorias por dia, dependendo do tamanho (certifique-se com o veterinário). Como tem um ní­vel relativamente baixo de atividade, evite dar alimento demais, pois isso pode levar ao excesso de peso. Evite dar restos de alimentos. Eles podem aumentar em muito a quantidade de energia ingerida. Se possí­vel, tente aumentar a quantidade de atividade que ele faz para de uma a duas horas diariamente. Lembre-se, sugestões de consumo energético são apenas guias, cães podem variar, mesmo tendo o mesmo peso e ní­vel de atividade. O mesmo ocorre com raças diferentes.

Cães grandes com menos de uma hora de atividade diária
Um cão nesta categoria precisa de pelo menos 1.230 calorias por dia, dependendo da raça e tamanho (há uma grande variedade de cães que se encaixam nesta categoria, então certifique-se com o veterinário). Por exemplo, raças gigantes podem pesar mais de 70 quilos e um cão deste tamanho precisa de aproximadamente 3.500 calorias por dia. Já que seu cão tem um ní­vel relativamente baixo de atividade, evite dar alimento demais, pois isso pode levar a excesso de peso. Evite dar restos de comida que podem aumentar a quantidade de energia ingerida. Se possível, tente aumentar a quantidade de atividade que seu cão faz para de uma a duas horas diárias. Lembre-se: sugestões de consumo energético servem apenas como guias. Elas podem variar mesmo tendo o mesmo peso e ní­vel de atividade. Raças diferentes podem variar muito.

Cães adultos com nível de atividade moderado

Cães pequenos com atividade entre uma e duas horas diárias
Esta quantidade de atividade é provavelmente apropriada para um cão normal e você deve tentar mantá-la. Um cão pequeno com este ní­vel de atividade precisa de 125 a 700 calorias por dia, dependendo do tamanho (certifique-se com o veterinário). Entretanto, quando o tempo estiver frio, você precisa aumentar a quantidade de comida que dá a ele. Isso porque a quantidade de energia necessária para manter a temperatura corporal constante aumenta conforme a temperatura abaixa. Nestas circunstâncias, apenas dê maiores quantidades de uma dieta completa e balanceada. Evite dar restos de comida. Por mais que aumentem a quantia de energia, eles provavelmente não fornecerão todos os nutrientes necessários para uma dieta balanceada. Lembre-se, sugestões de consumo energético servem apenas como guias, pois cães podem variar, mesmo tendo o mesmo peso e nível de atividade, ainda mais se forem de raças diferentes.

Cães de porte médio com nível de atividade entre uma e duas horas diárias
Um cão de tamanho médio precisa de 700 a 1.400 calorias por dia, dependendo do tamanho dele (certifique-se com o veterinário). Uma ou duas horas de atividade diária é provavelmente a quantidade adequada para um cão normal e você deve tentar mantê-la. A quantidade de alimento deve ser aumentada quando o tempo estiver frio, especialmente se o cão dormir do lado de fora da casa em um canil sem aquecimento. Isso porque a quantidade de energia necessária para manter a temperatura corporal constante aumenta conforme a temperatura abaixa. Nestas circunstâncias, apenas dá maiores quantidades de uma dieta completa e balanceada. Evite dar restos de comida. Por mais que aumentem a quantia de energia, eles provavelmente não fornecerão todos os nutrientes necessários para uma dieta balanceada. Lembre-se, sugestões de consumo energético servem apenas como guias, pois cães podem variar, mesmo tendo o mesmo peso e nível de atividade, ainda mais se forem de raças diferentes.

Cães grandes com nível de atividade de uma a duas horas diárias
Um cão grande com esse nível de atividade precisa de 1.400 calorias diárias ou mais, dependendo do tamanho (certifique-se com o veterinário). A variedade de cães que se encaixam nesta categoria é grande. Por exemplo, raças gigantes podem pesar mais de 70 quilos, e um cão desse tamanho precisará de aproximadamente 3.950 calorias diárias. De uma a duas horas de atividade diária é provavelmente correta para um cão normal e você deve tentar mantê-la. A quantidade de alimento deve ser aumentada quando o tempo estiver frio, especialmente se o cão dormir do lado de fora da casa em um canil sem aquecimento. Isso porque a quantidade de energia necessária para manter a temperatura corporal constante aumenta conforme a temperatura abaixa. Nestas circunstâncias, apenas dê maiores quantidades de uma dieta completa e balanceada. Evite dar restos de comida. Por mais que aumentem a quantia de energia, eles provavelmente não fornecerão todos os nutrientes necessários para uma dieta balanceada. Lembre-se: sugestões de consumo energético servem apenas como guias. Elas podem variar, mesmo tendo o mesmo peso e nível de atividade, ainda mais se forem de raças diferentes.

Cães adultos com nível de atividade de moderado a alto

Cães pequenos com ní­vel de atividade diária entre duas e três horas
Um cão pequeno e muito ativo precisa de 150 a 840 calorias diária, dependendo do tamanho (certifique-se com o veterinário). Esta quantidade de atividade é maior do que a média para um cão desta categoria e a necessidade energética depende da regularidade com que seu cão mantém este nível de atividade. É importante checar o peso e condições gerais de saúde regularmente e mudar a quantidade de alimento conforme as necessidades.

Cães de porte médio com ní­vel de atividade diária entre duas e três horas
Com esse ní­vel de atividade acima da média, seu cão de tamanho médio precisará de 840 a 1.680 calorias diárias, dependendo do tamanho dele (certifique-se com o veterinário). A necessidade energética depende da regularidade com que seu cão mantém este ní­vel de atividade. É importante checar o peso e condições gerais de saúde regularmente e mudar a quantidade de alimento conforme as necessidades.

Cães grandes com nível de atividade diária entre duas e três horas
Caso seja tão ativo, seu cão necessitará de 1.680 calorias diárias ou mais, dependendo do tamanho (certifique-se com o veterinário). Esse ní­vel de atividade é maior do que a de um cão normal e a necessidade energética depende da regularidade com que seu cão mantém este nível de atividade. Em raças gigantes, é menos provável que o cão mantenha esse ní­vel de atividade todos os dias. Seja qual for o tamanho, é importante checar o peso e condições gerais de saúde regularmente para mudar a quantidade de alimento conforme as necessidades.

Cães adultos com alto nível de atividade

Todas as categorias
Dizemos que cães adultos tem altos ní­veis de atividade quando são muito ativos e dispostos durante a maior parte do dia. Suas necessidades energéticas serão no mí­nimo 40% maiores do que a de cães que têm ní­veis moderados de atividade, dependendo do tamanho (certifique-se com o veterinário). Cães que vivem em um ambiente agitado com temperaturas extremas têm necessidades energéticas ainda maiores. Nestas circunstâcias, a quantidade de alimento de que o cão necessita é muito alta (talvez de 2 a 4 vezes a quantidade normal), e é essencial que o cão tenha mais de uma refeição diária. Dê a seu cão a maior parte da alimentação após o trabalho, depois de ter descansado e se recuperado. Talvez a melhor opção seja a escolha de um alimento especial, altamente energético. É importante lembrar de deixar uma grande quantidade de água fresca disponível, pois ele usará boa parte dela para se refrescar.

Cães idosos de todos os tamanhos
Conforme os cães envelhecem, suas necessidades energéticas normalmente reduzem. Isso é devido, principalmente, a uma redução de atividade e também a mudanças na composição corpórea, o que pode influenciar a taxa metabólica. Seguem as necessidades energéticas considerando a idade e mostrando com que idade cães são geralmente considerados velhos:

Cães pequenos
São considerados velhos aos 9-10 anos de idade. Precisam de 100 a 560 calorias diárias, de acordo com o tamanho.

Cães de porte médio
São considerados velhos aos 7-8 anos de idade. Precisam de 1.120 calorias diárias, de acordo com o tamanho.

Cães grandes (25-50 Kg)
São considerados velhos com 7-8 anos de idade. Precisam de 1.120 a 1.880 calorias diárias, de acordo com o tamanho.

Cães gigantes (50 Kg ou mais)
São considerados velhos com 5-6 anos de idade. Precisam de 1.880 calorias diárias ou mais, de acordo com o tamanho.

Embora cães mais velhos normalmente precisem de menos energia do que cães mais jovens, podem ter pouca fome, o que diminui a quantidade de alimento ingerido. O melhor tipo de alimento para dar a seu cão é aquele que ele acha muito gostoso, altamente digerível, mas que seja adequado as suas necessidade energéticas. Este alimento deve ser corretamente balanceado para que ele ingira os nutrientes essenciais e uma quantidade reduzida de energia. Há alimentos para cães “sênior”, feitos de acordo com estas especificações.

Fêmeas grávidas de todas as raças e tamanhos

Fêmeas prenhes precisam de pouco alimento extra durante as primeiras 5-6 semanas de gravidez. Isso devido ao pouco crescimento dos filhotes neste período. A fase de maior crescimento é nas três últimas semanas. Nesta fase, a quantidade de alimento deve aumentar em 15% por semana. Quando a fêmea for dar a luz, deve ter ingestão energética de 50% a 60% maior do que tem normalmente.

Fêmeas de todas as raças e tamanhos amamentando

De todos os estágios de vida, a amamentação é o perí­odo mais exigente. O aumento de necessidades energéticas depende do tamanho e idade dos filhotes. Mas no pico da lactação, quando os filhotes estão com aproximadamente 4 semanas de idade, as necessidades energéticas da fêmea podem ser 4 vezes maiores do que o normal. É por isso que, nestas circunstâncias excepcionais, ela precisa comer um alimento muito saboroso, altamente digerível e concentrado, em várias refeições de bom tamanho ou mesmo ter comida disponável durante todo o dia. É particularmente importante deixar acessível uma grande quantidade de água fresca pois a fêmea está perdendo mais água do que normalmente perde.

Vantagens da ração seca

É importante acostumar o seu cão a comer a ração seca por ser mais saudável. A ração úmida gruda nos dentes do cão, e a não ser que você os escove regularmente, pode dar cárie e tártaro, que é uma doença perigosa e que pode inclusive matar. Por isso sempre defendemos a ração seca. Caso seu cão não aceite a ração seca logo de primeira, misture com um pouco de ração úmida (aquela que vem em lata) e vá diminuindo a proporção, até sobrar só a ração seca.

Fonte: Tudo Sobre Cachorros

Tudo sobre a raça Persa

Origem e história da raça

O gato persa têm desfrutado de um longo reinado entre os aficionados e tem se destacado em shows desde 1871, ano da primeiro exposição moderna de gatos realizada no Crystal Palace de Londres. Nesta famosa feira, organizada pelo “pai dos aficionados por gatos”, Harrison Weir, muitos representantes da raça estiveram presentes, dando início a uma supremacia que continua até hoje.
Persas existem há mais 125 anos. Gatos de pelo comprido, incluindo os antepassados das modernas raças persa e angorá, foram vistos pela primeira vez na Europa, em meados dos anos 1500, introduzidos pelas caravanas Romanas e Fenícias da Pérsia (hoje Irã) e Turquia, de acordo com documentos da época. Os pesquisadores acreditam que o gene recessivo para pelos longos apareceu espontaneamente na população de gatos no frio das áreas montanhosas da Pérsia. Um viajante italiano chamado Pietro della Valle (1586? – 1652) é creditado por trazer gatos persas para o mundo europeu em 1600. Ambos os gatos angorás e persas são mencionados no manuscrito Viagens de Pietro della Valle. Ele descreveu os persas como cinza com pelos muito longos, sedosos e brilhantes. Ele observou que os gatos residiam na província de Khorazan na Pérsia, e que vieram da Índia com os portugueses.

Outros viajantes trouxeram os gatos persas e angorás para a França e depois Inglaterra, o que acabou lhe dando o nome de ‘gatos franceses’ por vários anos. Esses gatos rapidamente se tornaram popular na Grã-Bretanha. Durante este período de tempo e por séculos mais tarde, as variedades angorá turco e persa (entre outros) eram comumente cruzadas.

Em um primeiro momento, os angorás foram os preferidos por sua pele sedosa e pelos brancos. Finalmente, porém, os criadores britânicos vieram a favor dos persas. Na exposição gatos de Weir em 1871, diferenças distintas entre o persa e o angorá podiam ser vistas, sendo o primeiro com orelhas pequenas, arredondadas e o último com orelhas magras e compridas. No início dos anos 1900, o persa se tornou muito popular. Persas azuis eram especialmente premiados, provavelmente porque a Rainha Vitória possuía dois.

No início da década de 1900 o Conselho Britânicos de Criadores de Gato decidiu que os persas, assim como os angorá e os russos de pelos longos, devem ser conhecidos simplesmente como pelos longos, uma política que continua até hoje. Cada cor é considerada uma raça separada uma raça separada pelos criadores de gatos ingleses. Na América do Norte, entretanto, o persa é considerado uma raça, independentemente da cor.

Persas foram importados para a América no final dos anos 1800, onde foram entusiasticamente recebidos. O persa rapidamente tomou conta da competição e tomou seu lugar como o gato top. Usando padrões britânicos como um ponto de partida, os criadores norte-americanos iniciaram seus próprios programas de melhoramento para refinar a pele, cor e estrutura. Logo, o persa americano desenvolveu um estilo muito próprio e evoluiu para o tipo que vemos hoje em dia.

Traços da raça

Ao longo dos anos, as exposições foram em direção a um tipo facial mais achatado, mais extremo para o persa. Isso perturba alguns criadores, que sentem que isso pode ser prejudicial para a raça. Os problemas relatados incluem problemas respiratórios, olhos ‘chorosos’, comprometimento ortodôntico e dificuldades no nascimento. O persa peke de rosto vermelho, nomeado após o cão pequinês, tem um arranjo facial mais extremo. Para quem gosta de um arranjo facial menos extremo, a Associação de Gato Tradicional (TCA) reconhece e promove o tradicional persa, também chamada de persa “doll face” (cara de boneca). Este tipo possui uma aparência menos extrema e enfatiza a expressão doce.

Persas vêm em várias cores e padrões. As várias cores, junto com a raça propriamente dita, têm uma longa história de reprodução seletiva. Os criadores têm trabalhado arduamente para aperfeiçoar cada uma, e cada criador geralmente se especializa em algum favorito. Dentro das divisões existe uma variedade de cores e padrões, somando mais de 80 variedades. O tipo de corpo e rosto diferem ligeiramente de uma cor para a outra e, portanto, os juízes têm dado liberdade no julgamento. O equilíbrio do conjunto é mais importante do que os traços de personalidade.

Temperamento e personalidade

Se você quer que seu gato pule pela casa como pipoca hiperativa, não compre um persa. Persas são companheiros perfeitos, se você gosta de gatos com temperamento calmo e doce. No entanto, não espere usar seu amigo persa como peso de porta peludo. Eles gostam de brincar entre os períodos de descanso em seu sofá favorito. Os defensores dizem que os persas não merecem a sua reputação de “móveis com pelo”, eles são inteligentes, não apenas curiosos como algumas raças e não tão ativos.

Persas são dedicados aos seus seres humanos, mas podem ser seletivos para dar essa honra. Você deve ganhar sua confiança e amor. Eles almejam carinho e amor ao serem acariciados e alvoraçados, mas não perseguirão você por atenção como algumas raças fazem. No entanto, eles permitem que seus sentimentos sejam conhecidos se não estão recebendo a quantidade suficiente de atenção.

Ter um persa requer um período significativo de comprometimento. Aquela linda pelagem requer cuidados diários para mantê-la em bom estado e brilhante. Por causa do longo casaco e temperamento dócil, os persas devem ser considerados apenas animais de interior. Muitos criadores mantêm pelo menos parte do pelo cortado, especialmente a parte traseira e ao redor do ânus para evitar o acúmulo de fezes. Isso deve ser feito, porém, só se o gato não for exibido.

Fonte: Tudo Sobre Gatos

A rotina ideal pro seu cachorro

Você sabia que seu cachorro também precisa ter uma rotina? Pois é, animais de estimação necessitam de regras em seu dia a dia para serem mais felizes e estarem sempre satisfeitos com a vida que levam.

Acordar, comer, brincar, fazer as suas necessidades… De modo geral, é preciso ter um horário certo para tudo isso, mas devemos lembrar que não ter uma rotina certinha e regrada também é uma rotina. Algo comum aos animais que participam de exposições ou filmagens de comerciais e novelas, por exemplo.

Independentemente da correria do dia a dia, é preciso estabelecer algumas regras básicas que devem ser cumpridas.

Como criar uma rotina pro seu cão

Por exemplo: é preciso dar comida ao cão pelo menos duas vezes ao dia, bem como levá-lo para fazer suas necessidades, escovar seu pelo e realizar atividades mentais, como jogos e brincadeiras variados.

Acredite: um cão que passa o dia inteiro no sofá e só come e dorme, sem receber outros tipos de estímulo, não há de ser um animal feliz. E, cá entre a gente, nenhum de nós estaria satisfeito se levasse uma vida tão monótona por anos. Obviamente momentos de descanso e calmaria também são bons, mas isso não deve entrar na rotina e sim ser algo esporádico. Se seu cão passa muito tempo apático, ele pode estar deprimido.

Cachorros amam aprender e passar por experiências novas, assim como conhecer novos lugares e outros animais… Sentir cheiros diferentes, pisos diferentes e ver coisas jamais antes vistas não são sensações boas apenas para os seres humanos, mas são fundamentais também para manter nossos cães ativos e com seus instintos aflorados. Além de levar seu cachorro para passeios diferentes e parques que ele nunca tenha ido, experimente fazer outro trajeto quando for passear com ele na rua, em vez de dar sempre a volta no mesmo quarteirão.

Com os cachorros cada vez mais humanizados e fazendo mais parte de nossas famílias, às vezes fica difícil não querer oferecer o maior conforto possível para eles, mas nunca podemos deixar de lembrar que cachorros são cachorros e sempre terão necessidades típicas de cachorros, independentemente de serem ou não considerados como membros da família.

Observe como anda o dia a dia de seu animal e questione se esta rotina que ele está levando nos últimos anos é mesmo a ideal para ele. Em quase todos os casos, é possível melhorar.

Fonte: Tudo Sobre Cachorros

Tudo sobre a raça Bernese Mountain Dog

O Boiadeiro Bernês (Bernese Mountain Dog) é cativante pelo seu tamanho, pelagem e temperamento calmo e pacato.

Família: cão de gado, cão da montanha, mastiff (pastoreio / tração)
Grupo do AKC: Trabalhadores
Área de origem: Suíça
Função Original: tração
Tamanho médio do macho: Alt: 63-70 cm, Peso: 40-54 kg
Tamanho médio da fêmea: Alt: 58-66 cm, Peso: 31-45 kg
Outros nomes: Berner Sennenhund, Bernese/Boiadeiro de Berna, Bernese Mountain Dog
Posição no ranking de inteligência: 22ª posição

Origem e história da raça

O mais conhecido dos Sennenhund ou, “Cães de Montanha Suíços”, o Bernese se destaca por ser o único a ter um pelo longo e sedoso. A origem da raça é apenas especulativa. Alguns especialistas acreditam que sua história vem da época da invasão romana na Suíça, quando os mastiffs cruzaram com os cães guardadores de rebanho nativos. O cruzamento produziu um cão forte capaz de resistir ao clima dos Alpes e servir como cão de tração, guardador de rebanho, e cão pastor. Apesar da utilidade desses cães, poucas tentativas foram feitas para perpetuar a raça. No final dos de 1800, a raça estava em risco de extinção. Nessa época, o professor Albert Heim iniciou uma pesquisa sobre cães suíços que levaram a identificação do Boiadeiro Bernês (Bernese Mountain Dog) como um dos espécimes. Esses cães foram encontrados apenas nos vales dos baixos Alpes. Com os esforços de Heim, eles foram divulgados na Suíça e na Europa. Os melhores espécimes foram encontrados na área de Durrbach, dando a raça o nome de Durrbachler. Com o crescimento da raça, o nome foi mudado para Bernese Mountain Dog. O primeiro Bernese chegou à América em 1926; o reconhecimento oficial do AKC aconteceu em 1937.

Temperamento do Boiadeiro Bernês (Bernese Mountain Dog)

O Boiadeiro Bernês (Bernese Mountain Dog) é um cachorro fácil de conviver e um bom companheiro para a família (isto é, depois que ele passa da adolescência). Ele é sensível, leal e extremamente devotado. Ele é gentil com crianças e geralmente reservado com crianças. Normalmente convive bem com outros cães e animais domésticos.

Como cuidar de um Boiadeiro Bernês (Bernese Mountain Dog)

Esse cão adora a vida ao ar livre, especialmente em clima frio. Ele precisa de exercícios diários moderados, seja uma boa caminhada ou passeio de coleira. Ele se integra tão bem com sua família humana que ele não deve ser deixado para viver sozinho no quintal. Dentro de casa, ele precisa de bastante espaço pra se esticar. Seu pelo precisa ser escovado uma a duas vezes por semana. Com mais frequência na troca de pelos. A expectativa de vida do Bernese é definida por uma expressão suíça: “Três anos um cão jovem, três anos um bom cão, três anos um cão velho. Todo o resto é um presente de Deus”.

Saúde do Boiadeiro Bernês (Bernese Mountain Dog)

Principais Preocupações: displasia de quadril, displasia do cotovelo, Histiocitose, OCD
Preocupações Menores:fragmentação do processo coronoide, torção gástrica, Atrofia Progressiva da Retina
Vistos Ocasionalmente: hipomielinização
Exames sugeridos: quadril, cotovelos, olhos
Expectativa de vida: 7-9 anos
Observações: Ele precisa de cuidados extras contra insolação.

Preço do Bernese

O valor do Bernese depende da qualidade dos pais, avós e bisavós da ninhada (se são campeões nacionais, internacionais etc).

 

 
Fonte: Tudo Sobre Cachorros

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