Doenças que podem passar do cachorro pro dono.

Man and central Asian shepherd walk in the park. He keeps the dog on the leash.

As doenças que passam dos animais para os homens são chamadas de Zoonoses. No início, a maioria das pessoas toma mais cuidado com a higiene, lavando as mãos depois de passar a mão no cachorro, não deixando lamber a boca ou dormindo na cama. Mas todos sabemos que com o passar do tempo, esses hábitos ficam esquecidos.

Veja as doenças mais comuns que passam dos cães para os humanos e nossas dicas de higiene no final do artigo.

Como prevenir zoonoses

É muito mais fácil contrair uma doença em várias outras situações que não incluam o contato com os cães. Não se assuste com as zoonoses, você só precisa ter higiene e estar sempre atento à saúde do seu cão.

– Mantenha seu cachorro saudável e vacinado. Visite o veterinário regularmente, no mínimo uma vez por ano pra fazer um check-up e renovar as vacinas.

– Quando for limpar o cocô do seu cachorro, use luvas ou um saquinho. Feche o saco com as fezes e jogue-o em uma lata de lixo, de preferência em uma área externa. Não acumule detritos de animais dentro de casa.

– Lave as mãos com frequência, principalmente antes das refeições e depois de limpar o xixi e o cocô do cachorro.

– Durante o dia, evite levar as mãos aos olhos, boca, nariz, ouvido ou mucosas.

Fonte: Tudo Sobre Cachorros

30 curiosidades sobre cachorros

1. Um cachorro adulto tem 42 dentes 2. Os cães são onívoros, eles precisam comer mais do que apenas carne 3. O olfato dos cachorros é 1 milhão de vezes melhor do que o dos seres humanos. O olfato dos cães é um dos melhores da natureza. Se as membranas situadas no nariz dos cães fossem estendidas, elas seriam maiores que o próprio cão. 4. A audição dos cachorros é 10 vezes melhor do que a dos humanos 5. Castrar seu cachorro pode ajudar a prevenir vários tipos de câncer. Veja aqui as vantagens da castração. 6. Se não for castrada, uma cachorra pode ter 66 filhotes em 6 anos 7. Um cão pode correr até 30km/h. A raça mais rápida do mundo é o Whippet. 8. Na Bíblia, os cachorros são mencionados 14 vezes. 9. As cachorras carregam seus bebês na barriga por 60 dias antes deles nasceram 10. Comparado com os humanos, os cachorros tem o dobro de músculos na orelha 11. Os cachorros serão submissos a qualquer um que se mostrar superior. Veja aqui como ser o líder do seu cão. curiosidades sobre cachorros12. O nariz de cada cachorro é único, assim como nossa impressão digital 13. A temperatura canina gira em torno de 38ºC. Veja aqui como saber se seu cachorro está com febre. 14. Os cachorros suam através da pele entre seus dedos das patas. 15. 70% das pessoas assinam o nome de seus animais de estimação nos cartões de natal, junto com o nome da família 16. As pessoas tem cachorros como bichos de estimação há 12 mil anos 17. É um mito dizer que os cachorros não enxergam cores, eles podem ver cores, mas em tonalidades diferentes do que vemos. Veja aqui como um cão enxerga. 18. Obesidade é o problema de saúde mais comum nos cachorros. Normalmente decorrente de má alimentação. Veja aqui como saber se seu cão está obeso. 19. A maior ninhada ocorreu em 1944 quando uma American Foxhound teve 24 filhotes. 20. Dar chocolates aos cães pode ser fatal para eles. Um ingrediente do chocolate, a teobromina, estimula o sistema nervoso central e o músculo cardíaco. Cerca de 1 kg de chocolate ao leite, ou 146 gramas de chocolate puro podem matar um cão de 22 kg. Veja aqui sobre não dar chocolate pro seu cachorro. 21. Dois cães sobreviveram ao naufrágio do Titanic. Escaparam nos primeiros botes salva-vidas, que levavam tão poucas pessoas que ninguém se importou que eles estivessem ali. 22. Já não existem mais Huskies Siberianos na Sibéria. 23. Cães de guarda são mais suscetíveis a atacar um estranho correndo, que um que esteja parado. Ao se deparar com um cão bravo, não corra. 24. Os cães selvagens que vivem em matilhas na Austrália são chamados Dingos. 25. Os cães têm cerca de 100 expressões faciais, a maior parte delas é feita com as orelhas. 26. Os americanos dos Estados Unidos gastam mais dinheiro em alimentos para cães do que para humanos. 27. Quando os cães tem dor de barriga, comem mato para vomitar. Muitos acreditam que os cães preveem chuva quando comem grama, mas não passa de uma forma de aliviar a indigestão. 28. Se um cão mantém o rabo erguido, é sinal de dominação. 29. Vários alimentos fazem mal aos cães, podendo levá-los até a morte. 30. Boo, o cachorro mais fofo do mundo, é um Spitz Alemão. Fonte: Tudo sobre Cachorro

Raça Serengeti

A raça Serengeti é perfeita para aquelas pessoas que desejam um gato que aparenta possuir uma origem hibrida, com um ar selvagem, mas na verdade não possui qualquer traço de felino selvagem em sua obtenção – ao contrário de raças como o Savannah. O Serengeti foi criado para lembrar o Serval africano, no entanto é obtido a partir do cruzamento entre o Bengal e o Oriental Shorthair. O Serengeti é um gato muito afeiçoado e carinhoso com humanos, apesar de ser um pouco tímido quando está na presença de estranhos – não se preocupe rapidamente ele se torna amigável. Ele é um felino de família que adora colo, estar perto de pessoas e se envolver nas atividades de casa. Sua relação com outros animais é boa desde que eles sejam apresentados gradualmente. Origem A fundadora dessa raça, Karen Sausman, é uma bióloga muito devotada à proteção dos animais. Sausman sempre foi contra manter animais selvagens em cativeiro, especialmente na tentativa de domesticá-los, por isso se uniu a criadores de gatos na criação do Serengeti. Para obter o gato Serengeti, Sausman utilizou-se de outras duas raças domésticas: Oriental Shorthair e o Bengal, conseguindo assim um felino de aparência selvagem como o Serval Africano, sem usar qualquer hibridação. Essa rara raça felina surgiu na Califórnia em 1994 e foi criada na intenção de ser uma alternativa as raças hibridas, estimulando as pessoas a optarem por uma raça completamente doméstica ao quererem um felino de aspecto selvagem em casa. A raça Serengeti é aceita pela TICA desde 2002, atualmente sendo classificada como Advanced New Breed. A raça é ainda rara e criada principalmente na Europa, Austrália e Estados Unidos. Comportamento Costumar conviver bem especialmente com crianças maiores. Sua relação com outros animais é geralmente boa, mas a apresentação deve ser feita gradualmente. É melhor que esse felino viva dentro de casa, mas deve ser dado a ele várias opções de entretenimento para que ele possa se ocupar, afinal ele é ativo e adoro correr por aí. Descrito como companheiro e brincalhão, o Serengeti gosta de atividades em família onde possa gastar suas energias. Costuma ser ativo e brincalhão por toda sua vida. Caso o bichano tenta acesso ao lado de fora da casa é importante que o local seja a prova de fugas. Inteligente e curioso, o gato Serengeti está sempre interessado no que acontece a sua volta e tenta participar das atividades, gostando muito de se envolver em qualquer atividade que seu humano esteja envolvido. Apesar de gostar muito da convivência com as pessoas, esse felino pode ser deixado sozinho por algum (curto) período de tempo sem problemas. Carinhoso, ele aprecia momentos nos quais pode ganhar um pouco de colo e atenção por parte dos humanos, sendo. Costuma ser menos vocal do que a raça Oriental Shorthair, mas ainda bastante conversador. Pode ser meio tímido quando conhece uma pessoa pela primeira vez, mas rapidamente ele se mostra amigável. Aspecto Gato de médio porte, o Serengeti possui uma constituição sólida e forte, sendo seu corpo longo e magro, pesando entre 3,5 e 7 quilos. A aparência geral é de um felino gracioso com ótima condição física, corpo muscular do tipo semi-estrangeiro, ossatura mediana. A sua cabeça é mais longa do que larga, no formato de cunha modificada, apresentando um queixo forte e bochechas atenuadas. As orelhas são inseridas altas, próximas, sendo grandes e largas na base, com pontas arredondadas e posicionadas de forma que o gato parece em alerta. Os olhos são redondos, grandes, a coloração é brilhante e pode ser amarela ou dourada, apesar de ser preferível que possuam olhos verdes e avelã, nunca devem ser azul. A pelagem do gato da raça Serengeti é curta, densa e fina. Ela pode apresentar um padrão sólido ou então com manchas aleatórias, nas cores preto sólido (com manchas “fantasmas”), cinza malhado (com marcas pretas), marrom malhado (“tabby”) ou preto fumaça, sendo os exemplares marrons mais frequentes. As pernas são longas, finas, e ajudam a dar aparência de um gato alto. Outra característica marcante é o pescoço grosso desse felino. Sua cauda é um pouco mais curta do que seu corpo, grossa se afilando levemente em direção a sua ponta. Sua constituição, de forma geral, lembra mais o Oriental Shorthair, possuindo, no entanto, pernas mais longas e ossos maiores. Cuidados específicos Os gatos Serengeti são de baixa manutenção, ou seja, a escovação semanal é suficiente para manter sua pelagem livre de pelos mortos e com aparência saudável. Saúde Gatos da raça Serengeti são considerados saudáveis, sem qualquer problema de saúde relacionado à sua genética até o presente momento. Mesmo assim é indicada uma conversa com o criador para saber se existe qualquer doença genética relacionada ao felino em questão. Fonte: CachorroGato

As 6 doenças mais comuns em cães e gatos

Assim como nós, os cães e os gatos sofrem com algumas doenças que nos são familiares, entre elas: doenças infectocontagiosas, alérgicas e do metabolismo. Você se preocupa com a saúde do seu bichinho? Então, confira as 6 doenças mais comuns que atingem cães e gatos:

1. Alergia alimentar
O que é: uma resposta imunológica exagerada do organismo a determinada substância presente em alimentos.

O que acontece: de ferimentos na pele provocados pela unha do próprio animal enquanto se coça sem parar até quadros gastrointestinais, como diarreia e vômito, com risco até de óbito, se ele não for tratado.

Causas: aditivos, conservantes e outras substâncias químicas usadas em rações industrializadas são os vilões mais freqüentes. Para alguns bichos, porém, as proteínas da carne bovina podem disparar as mesmas reações alérgicas.

Sintomas: os sinais clínicos mais comuns do problema são: coceira, vermelhidão e descamação na pele, com lesões provocadas pelas unhas do animal.

Prevenção: em primeiro lugar, evite comprar ração de qualidade duvidosa. Elas têm corante, que, além de provocar alergia, prejudica a absorção dos nutrientes pelo organismo. Outra medida é não dar banhos em excesso, que retiram a oleosidade natural que protege a pele dos animais. Outra forma de prevenção é trocar o comedouro de plástico, o qual também pode desencadear uma bela alergia. Prefira o de alumínio, que não traz esse risco.

Tratamento: substitua a ração de sempre por fórmulas especiais. Se o animal é muito alérgico, opte por refeições caseiras, mas aí sempre bem orientadas pelo veterinário, tomando o cuidado de suprir todas as necessidades nutricionais do bicho.

2. Depressão

O que é: ainda faltam trabalhos que expliquem exatamente o que acontece no cérebro dos animais melancólicos, mas alguns apresentam um distúrbio muito parecido com a depressão dos seres humanos. Embora os gatos pareçam menos sentimentais, eles também sofrem com problemas desse tipo.

O que acontece: o bicho passa a recusar comida e brincadeiras, muda drasticamente de comportamento e fica arredio.

Causa: grandes mudanças, separações e solidão são os principais fatores por trás do quadro depressivo.

Sintomas: a angústia em cães geralmente é sinalizada pela mania de se lamberem freneticamente. Alguns, de tanto fazer isso, até ficam com feridas graves nas patas. Entre os felinos, é o dorso que acaba machucado por essa compulsão.

Prevenção: todos os veterinários são unânimes em dizer que o melhor remédio contra a depressão é levar seu amigo para passear. Além do benefício da atividade física – como a produção de neurotransmissores ligados ao bem-estar no cérebro -, as caminhadas estreitam o contato com o dono. E talvez seja sua ausência que tenha provocado o baixo-astral do seu querido bicho de estimação. Então, se ele é mesmo de sua estima, cuide bem dele nesse momento.

3. Erlichiose (doença do carrapato)

O que é: uma infecção gravíssima transmitida por carrapatos portadores de bactérias do gênero erlichia.

Contágio: o carrapato contamina-se ao ingerir o sangue de animais doentes e transmite a bactéria ao parasitar cães saudáveis e, mais raramente, gatos.

O que acontece: entre os problemas desencadeados estão anemia, hemorragia, insuficiência renal, inflamações oculares e alterações neurológicas e de comportamento. Como a bactéria promove uma anemia grave, pode levar o animal à morte.

Prevenção: ela ocorre com a aplicação mensal de remédios para ectoparasitas, que evitam a infestação por carrapatos.

Sintomas: vários sinais indicam erliquiose. Os principais são febre, tosse, vômito, diarreia, depressão, hematomas, perda de apetite, anemia e dificuldade de respirar.

Diagnóstico: a constatação do problema se dá por meio de exames sorológicos ou de DNA.

Tratamento: é feito com remédios, de acordo com o estágio em que se descobriu a doença.

4. Insuficiência renal

O que é: alteração na capacidade de filtragem dos rins, o que acarreta a retenção de ureia e creatinina – dois compostos tóxicos – no sangue e, em compensação, e na eliminação de água, vitaminas e proteínas importantes pela urina.

Causa: a causa mais comum da insuficiência renal crônica é o envelhecimento do bicho com certa predisposição familiar. Já a insuficiência renal aguda costuma estar ligada a fatores isquêmicos, infecciosos ou tóxicos.

O que acontece: o agravamento da doença pode provocar infecções do trato urinário, úlceras na boca e no estômago e pressão alta que leva à cegueira.

Prevenção: algumas raças apresentam maior predisposição a problemas nos rins e devem ser monitoradas regularmente por meio de exames. São elas: lhasa, doberman, beagle e sharpei.

Sintomas: o animal perde o apetite, emagrece rapidamente, passa a beber muita água e faz um xixi bem clarinho a todo momento. Vômitos e diarreia também são sinais da doença. Alguns, ainda, desenvolvem anemia.

Diagnóstico: o diagnóstico se dá por meio de exames laboratoriais de sangue e urina, ultrassom e, em alguns casos, até de radiografias especiais.

Tratamento: o objetivo é restabelecer o equilíbrio orgânico com uma dieta apropriada, isto é, pouco proteica, suplementos vitamínicos e terapia com fluidos e eletrólitos. Quando parte significativa dos rins foi comprometida, a recuperação do órgão se torna inviável, restando apenas a possibilidade de controlar o quadro. A hemodiálise pode ser indicada em situações muito específicas de insuficiência renal aguda, nos casos em que a terapia convencional com fluidoterapia não surte efeito.

As 6 doenças mais comuns em cães e gatos
Bicho é como ser humano: se come além da conta, fica obeso
Foto: Dreamstime

5. Obesidade

O que é: acúmulo excessivo de gordura decorrente da alteração no balanço energético do animal.

Causa: dieta inadequada e sedentarismo são os maiores fatores para o aparecimento da enfermidade. Algumas raças de cães e gatos são mais propensas ao problema do que outras.

Riscos: cães e gatos gorduchos podem desenvolver diabete, problemas nas articulações, doenças cardiovasculares e até alterações neurológicas.

O que acontece: animais gorduchos são sérios candidatos a ter níveis elevados de colesterol e triglicérides. Essas substâncias estão por trás de problemas como convulsão, paralisia, danos nos olhos e alterações neurológicas. Bichos excessivamente gordos estão mais propensos a desenvolver diabete e doenças articulares.

Prevenção: compre ração de boa qualidade, de acordo com a idade e grau de atividade para o seu amigo, não ofereça comida inadequada, controle os petiscos de petshop, estimule a prática de atividades físicas com passeios (no caso dos cães) ou brincadeiras (no caso dos gatos). Respeite a quantidade de ração diária a ser ingerida marcada na embalagem.

Sintomas: para identificar um bicho obeso, basta olhar para ele. Além do corpo rechonchudo, ele pode apresentar sede excessiva (em caso de diabete), falta de fôlego na hora de passeios, e sinais de hipertensão arterial.

Prevenção: compre ração de boa qualidade, de acordo com a idade e grau de atividade para o seu amigo, não ofereça comida inadequada, controle os petiscos de petshop, estimule a prática de atividades físicas com passeios (no caso dos cães) ou brincadeiras (no caso dos gatos). Respeite a quantidade de ração diária a ser ingerida marcada na embalagem

Diagnóstico: o método de diagnóstico mais utilizado é a inspeção e palpação do animal. Ele deve ter as costelas facilmente tocáveis e, quando visto de cima, apresentar forma de ampulheta. Se as costelas do animal não são visíveis, pode indicar que ele esteja acima do seu peso. Mas o veterinário dará o veredito fi nal ao comparar o peso do seu animal como estimado para aquela raça.

Tratamento: um programa bem-sucedido de emagrecimento exige plano nutricional, exercícios físicos diários, monitoramento metabólico e hormonal e acompanhamento veterinário.

6. Otite

O que é: é a popular inflamação de ouvido.

Causas: a doença costuma ter origem infecciosa, parasitária, fúngica ou seborreica.

O que acontece: se não for bem tratada, a otite pode se agravar e provocar uma meningite e ou até infecção generalizada, dois males capazes de matar.

Prevenção: proteja as orelhas do seu bicho durante o banho, tome cuidado com a limpeza do canal auditivo externo e, no caso de cães, não deixe que passeiem com o tronco para fora do carro para que o vento não penetre no canal auditivo.

Sintomas: quando há uma otite, o que fica mais evidente é o coça-coça das orelhas e o balançar frequente da cabeça. Secreção amarelada ou enegrecida e fedida também pode indicar que a infecção está instalada e latente.

Diagnóstico: o veterinário, durante o exame clínico, faz uma otoscopia, ou seja, usa aquele aparelhinho para enxergar o canal auditivo. E, em alguns casos, pode pedir uma coleta de secreção para análise.

Tratamento: o tratamento é feito com antibiótico no caso das otites bacterianas, antifúngicos para a otite fúngica, antiparasitários para a otite parasitária e ceruminolíticos, quando se trata de uma otite ceruminosa ou seborreica.

Síndromes de Gato – Coisas da terceira idade

As síndromes de gato são algo comum em bichanos com idade mais avançada, e diferentes doenças e complicações podem aparecer nos felinos idosos como parte disso. A prevenção por meio da observação e de exames rotineiros em seu pet é de extrema importância quando os gatos chegam à “terceira idade”, e visitas constantes – pelo menos uma vez a cada seis meses – ao médico veterinário são primordiais para garantir uma vida plena e de qualidade para seu bichano.

Entre as doenças mais comuns que envolvem as síndromes de gato podem ser citados problemas cardíacos, dentários, de insuficiência renal, hipertensão, diabetes mellitus, cancros, hipertiroidismo e doenças inflamatórias intestinais, sendo que em função da idade avançada, não é difícil que mais de uma (ou várias) destas complicações se manifeste simultaneamente no bichano

Problemas urinários e de obesidade também podem acometer os gatos idosos, no entanto, quando o felino recebe uma alimentação devidamente balanceada e toma todas as vacinas indicadas pelo veterinário, torna-se mais fácil tanto a prevenção como a cura de doenças frequentes em idade avançada.

Tendo em vista que a expectativa média de vida de um gato na rua é de dez anos, não é difícil perceber as vantagens que podem ser adquiridas para sua saúde quando o felino tem um lar aconchegante e um bom tratamento por parte de seus donos, já que, vivendo desta forma, a expectativa de vida dos bichanos pode chegar a até 20 anos.

Calcificação nas vértebras da coluna, hérnia de disco, piometra e tumores também podem aparecer com mais facilidade no gato idoso, e justamente por isso as visitas constantes ao veterinário são tão importantes para os bichanos velhinhos.

Por meio de exames de urina, fezes, proteínas, tiroxina (para detecção de um possível hipertiroidismo), hemogramas e testes de leucemia, o profissional pode detectar doenças ou possíveis complicações futuras, já podendo medicá-lo e, consequentemente, previnir boa parte dos problemas mais frequentes na terceira idade felina.

Fonte: CachorroGato @ http://www.cachorrogato.com.br/gato/sindromes-gato

13 coisas que você não sabia sobre gatos

A história dos gatos é marcada por sua associação com coisas inexplicáveis. Seja a lenda que eles têm várias vidas ou a sorte que um gato preto traz, eles são animais sensíveis e misteriosos.
Por isso, para homenagear esses lindos animais, selecionamos 13 curiosidades, que são particularidades dos felinos e tornam esses animais únicos. No final, elas são importantíssimas e fazem o gato, realmente, ser um gato.

1. Entre todos os animais, apenas os felinos ronronam e, até hoje, a ciência não consegue explicar o porquê

Pesquisadores não entendem por que os gatos ronronam. Enquanto alguns acreditam que o ato de ronronar esteja ligado a garganta dos gatos, outros levantam a hipótese sobre sua influência no sistema cardiovascular. Isso teoricamente ocorreria porque os gatos têm capacidade de ronronar desde a primeira semana de vida e não alteram suas funções respiratórias (inspiração e expiração) para fazê-lo. De qualquer forma, até hoje, ninguém sabe a função de ronronar.

2. Gatos conseguem ouvir sons ultrassônicos

O ouvido do gato é tão aguçado que ele consegue ouvir até a comunicação dos roedores que ele caça. Assim, mesmo quando não enxergam sua presa, os gatos conseguem escutá-las e localizá-las. Para os roedores mais quietos, qualquer movimentação pode chamar a atenção, pois a visão do gato foi desenvolvida para enxergar movimentos, mesmo no escuro. Sendo assim, para caçar, o gato usa os seus ouvidos, nariz, olhos e toque.

3. Gatos ronronam em diferentes estilos e tons

Enquanto os filhotes têm a capacidade de ronronar em apenas uma nota, felinos adultos são capazes de ronronar a partir de duas ou três notas distintas. A frequência do ronronar do gato é sempre em torno de 26 ronronos/segundo, similar à frequência de um motor a diesel.

4. Felinos possuem 100 tipos de vocalizações distintas

Apesar do gato apenas miar e ronronar, o felino é capaz de produzir uma sequência de sons distintos para se expressar com o seu dono e outro repertório diferente para se comunicar com outros gatos. Com tantos sons, o gato consegue criar mensagens específicas e até reservar um tipo de miado somente para o seu dono.

5. As patas da frente do gato tem 5 dedos enquanto as de trás tem somente 4

Os gatos são um dos poucos animais que têm uma quantidade diferente de dedos na pata da frente da pata de trás.

6. Gatos não mastigam a comida

Os gatos conseguem engolir e digerir a comida mesmo sem mastigá-la. Diferentemente dos humanos, que movimentam a mandíbula para cima, para baixo e para os lados, os gatos só conseguem movimentá-la para cima/baixo. Sendo assim, eles usam os dentes para rasgar a presa, mas depois engolem os pedaços inteiros sem mastigar. Aliás, as diferenças entre as arcadas dentárias dos felinos, naturalmente carnívoros, e dos animais onívoros e herbívoros são enormes e refletem exatamente as particularidades de cada tipo de dieta.

7. Gatos usam o bigode para determinar se cabem em um espaço

Gatos não precisam saber o seu peso ou tipo corporal para determinar se cabem em um lugar ou não. Usando somente o seu bigode ele determina se vai caber tranquilamente ou se vai ficar apertado em um canto.

8. Gatos sonham igual aos humanos

Assim como os humanos, quando os felinos entram em um estado de sono profundo, eles produzem os mesmos padrões de ondas cerebrais que os seus donos fazem quando dormem.

Gatos gostam de camas confortáveis em lugares aconchegantes e elevados. Ter uma cama estilo rede, como essa, pode ajudar a proporcionar horas de sono para o seu felino.

9. Felinos possuem uma frequência cardíaca rápida

O pulso de um gato gira em torno de 160-240 batimentos por minuto, dependendo da sua idade. Quanto mais jovem o felino for, mais rápido tende a ser sua frequência cardíaca. Nos humanos a frequência cardíaca média é de 60-90 batimentos por minuto em repouso.

10. Gatos vegetarianos podem ficar cegos

Gatos são carnívoros obrigatórios e precisam de carne para sobreviver. Como mencionado acima, desde o sistema digestivo até o seu jeito de mastigar é especialmente desenvolvido para rasgar e engolir a carne. Dentre os nutrientes presentes em suas presas está a taurina, um aminoácido extremamente importante para esses animais. Sem ela, os gatos podem ficar cegos.

Se você comprar ração seca para o seu gato, leia essas dicas sobre como conservar a ração (gatos não gostam de ração velha) e como hidratar o seu felino.

11. Gatos podem prever terremotos

Embora seja muito difícil provar essa teoria pelo fato de ser quase impossível prever um terremoto, os gatos estão na lista dos animais que se comportaram de forma diferente antes de um terremoto. Sendo assim, acredita-se que eles podem detectar as vibrações na terra por meio da sensibilidade de suas patas e dos bigodes.

12. Felinos toleram bem altas temperaturas

Os ancestrais dos gatos são originários do deserto. Consequentemente, os gatos até hoje são tolerantes a temperaturas muito quentes. Por terem sido utilizados pelos egípcios para caçar ratos e proteger as plantações de outros bichos e pragas, os gatos estão acostumados a passar bastante tempo no sol. Hoje, com o surgimento de gatos de raça, nem todos estão acostumado com climas quentes.

13. Gatos não conseguem sentir o gosto de coisas doces

Um dos melhores jeitos de agradar o gato é oferecê-lo petiscos salgados, pois eles não sentem gosto de coisas doces. Petiscos com sabor de salmão, como esse, tendem a ser bem aceitos por felinos. Converse com o seu veterinário antes de mudar a dieta do seu gato.

Fonte: link animal

Alergias de Cães – Sintomas e tratamentos

Alergias de cães podem ser causadas por diversos fatores, incluindo causas ligadas à higiene, parasitas e insetos, o que acaba dificultando um pouco a identificação da origem do problema. Apresentando sintomas de irritação, descamação e até feridas na pele do animal, as doenças que causam esse tipo de patologia podem ser desencadeadas por meio de pulgas, piolhos, fungos e carrapatos, além de outros fatores totalmente diferentes, como produtos de limpeza, mofo e fumaça de cigarro, entre outros.

Alergias de cães

Tendo o diagnóstico confiável como um de seus maiores desafios, as alergias de cães não podem ter sua origem ou presença confirmada por meio de exames de laboratório, como no caso de dermatites vindas de fungos ou parasitas, o que acaba levando profissionais a buscarem o método de exclusão como prática principal na determinação de doenças do tipo.

Além de problemas mais óbvios, como coceira permanente, vermelhidão, queda de pêlos e a pele do cão visivelmente irritada sob a pelagem, as alergias caninas podem causar sintomas como perda de apetite e comportamentos atípicos dos cães, que incluem mordidas e lambidas em diferentes partes do corpo do animal. A atenção do dono a esses sintomas também se deve ao fato de que eles podem indicar problemas como a sarna canina, por exemplo.

Alimentos – principalmente os de origem animal – também estão entre as possíveis causas para as alergias de cachorro, já que até mesmo rações específicas podem conter componentes capazes de produzir histaminas (substâncias que desencadeiam alergias).
Certas raças de cachorro, como Beagle, Pastor Alemão, Poodle, Pug, Boxer, Lhasa, Shi-Tzu, Shar-Pei, Bulldog, Dálmata, Schnauzer, Golden Retriever e diferentes nomes da família do Terrier têm uma propenção maior ao surgimento de alergias atópicas, que podem ter inclusive a genética da raça como fator de causa.

Observar o ambiente em que o animal vive para que as causas das alergias em cachorros sejam identificadas pode ser uma boa opção para previnir seu pet desse incômodo. No entanto, a visita ao médico veterinário é sempre a melhor pedida quando se trata da saúde de seu amiguinho, até porque, como já foi dito anteriormente, a origem das alergias em cães tem um diagnóstico difícil, e só um profissional pode indicar de maneira adequada como proceder no tratamento do problema.

Fonte: CachorroGato – http://www.cachorrogato.com.br/cachorros/alergias-caes/

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